Conheça 7 situações que podem desvalorizar a sua casa

Em Portugal existe muito a tradição da compra e venda de casa. Contudo, uma compra pouco pensada pode dificultar mais tarde a venda dessa casa. Por isso, é importante não cometer alguns erros de modo a evitar que a casa desvalorize quando a quiser vender. Neste artigo poderá conhecer 7 situações que podem desvalorizar a sua casa. Saiba mais.

7 situações que podem desvalorizar a sua casa

O valor de uma casa não é apenas calculado de acordo com o que ela vale fisicamente. O contexto em que se encontra tem uma importância bastante grande. É por isso essencial analisar todos os aspetos que iremos elencar de seguida de modo a evitar mais tarde perder dinheiro com essa casa.

– Más escolhas

Um dos fatores que podem pesar na escolha de uma casa são as escolas da zona. Por isso, se uma casa se encontrar numa área com más escolas, isso será um fator de desvalorização.

– Má vizinhança

Um dos aspetos a que muitas pessoas dão atenção ao comprar uma casa é a vizinhança. Ter vizinhos discretos e pacíficos, e estar num local tranquilo, é algo a que as pessoas dão valor. Já ter vizinhos problemáticos, que criam problemas com os restantes residentes, ou então, estar num local muito ruidoso, como por exemplo uma zona de bares, é logo motivo para desvalorizar uma casa.

– Zona exterior pouco cuidada

“Os olhos comem”. Esta expressão serve na perfeição a este caso. Um comprador irá certamente valorizar uma casa também pelo aspeto que tem por fora. Ter as paredes exteriores danificadas e um jardim pouco cuidado pode resultar numa desvalorização até 5%.

– Falta de garagem

Hoje em dia são poucas as pessoas sem carro. Como tal, a maioria procura uma casa com garagem, de modo a ter sempre um local para estacionar, mas também, para o deixar num local seguro. É por isso natural que o facto de não ter garagem se torne num fator de desvalorização de uma casa.

– Obras realizadas ilegalmente

Todas as obras realizadas numa casa que possam alterar a sua planta têm que ser reportadas à câmara municipal da zona de residência, bem como sujeitas à emissão de uma licença. Caso não o faça, mais tarde um possível comprador irá ter problemas ao atualizar a informação sobre esse imóvel.

– Níveis elevados de criminalidade

Este é um fator que pode pesar muito no valor de uma casa. Duas casas iguais, com a mesma qualidade, podem ter valores completamente díspares consoante seja uma zona considerada segura ou não. Como tal, e apesar de a criminalidade não estar contida em determinadas zonas, procure apostar o seu dinheiro numa casa localizada em áreas consideradas seguras.

– Construção de prédios nas proximidades da casa

Um dos fatores de desvalorização de uma casa é a construção de empreendimentos muito próximos. Seja pelo barulho durante a construção, seja pela perda de estacionamento e de luz solar após a sua conclusão, esta situação pode resultar na desvalorização da sua casa.

7 coisas que podem desvalorizar um imóvel‏

Num mercado que se começa a revelar cada vez mais competitivo e instável, diversos são os factores que podem contribuir para desvalorizar de forma bastante significativa o valor do seu imóvel. De modo a evitar que tal aconteça, é importante que fique a conhecer alguns destes principais factores, de modo a poder reunir todos os esforços necessários para impedir que o seu imóvel experiencie uma desvalorização demasiado expressiva.

Casas de diversos andares
Casas com diversos andares podem revelar-se extremamente inconvenientes para pessoas de idades mais avançadas, tal como para crianças, o que faz com que muitas famílias optem por nem sequer pensar em comprar uma casa com estas características. Isto, como é óbvio, leva a que o valor do imóvel sofra uma ligeira queda.

Cemitérios
Vender uma casa que possua vista para um cemitério pode revelar-se um verdadeiro desafio. Muitas pessoas nunca colocariam sequer a hipótese de viver perto de um cemitério, o que faz com que casas que apresentem esta característica acabem, quase sempre, por ser vendidas por valores muito abaixo da média.

Árvores muito altas
Por vezes, árvores muito altas por perto podem constituir um perigo para a fundação da casa. Árvores de grande dimensão podem, também, danificar certos componentes do imóvel durante grandes tempestades, pelo que, não costumam ser muito apreciadas por compradores.

Zonas barulhentas
Zonas que contenham bares, escolas ou avenidas por perto podem tornar-se pouco apelativas para eventuais compradores, o que acabará por prejudicar o valor original do imóvel. Casas com estas características são, quase sempre, mais difíceis de vender.

Piscinas
Em determinadas regiões, uma piscina pode contribuir para desvalorizar um imóvel. Ainda que seja um elemento de luxo bastante atractivo, não deixa de significar uma grande despesa extra, o que, em muitos casos, pode fazer com que se torne muito mais difícil vender um imóvel.

Ausência de garagem
Se está a pensar vender um imóvel sem garagem, prepare-se para experienciar alguma dificuldade em negociá-lo pelo preço desejado. A maior parte das famílias à procura de casa pretende garagem com bom espaço, pelo que, imóveis sem estas condições perderão sempre algum do seu valor.

Má vizinhança
Se por alguma razão a sua vizinhança gozar de uma reputação questionável, isso pode reflectir-se no valor final do seu imóvel. A vizinhança é um factor de grande importância para qualquer comprador, pelo que, se a sua não for exemplar, acabará sempre por vender o seu imóvel por um valor abaixo do desejado.

Saiba como investir em produtos de luxo

Ao contrário de outras atividades da economia, a crise não tem afetado a procura pelos produtos de luxo, que continua a crescer em bom ritmo à escala global. Estima-se que existem mais de 330 milhões de consumidores espalhados pelo mundo, 35% dos quais são europeus.

O mercado dos produtos de luxo rege-se por uma lei da oferta e da procura contrária à dos bens de grande consumo. Isto é, a procura pelo segmento premium aumenta quando os preços sobem, enquanto a procura por produtos de grande consumo desce quando os preços aumentam.

O segmento de luxo é composto por bens e serviços que se distinguem pela sua qualidade premium, raridade e reputação. Existe uma variedade alargada de produtos de luxo em que se pode investir, incluindo-se automóveis, jóias, relógios, vinhos, imóveis, iates, obras de arte, perfumes, ou a compra de ações de marcas de luxo. Os investimentos mais proveitosos têm sido feitos geralmente em ações de marcas de luxo, em automóveis topo de gama e em vinhos (para saber como investir em vinhos de luxo, clique aqui).

Conheça alguns índices de referência para investir no mercado de produtos de luxo:
Dow Jones Luxury Index – reúne ações de 30 empresas fornecedoras de bens ou serviços de luxo, tais como a BMW, a LVMH-Moet Vuitton e a Porsche.
Liv-ex Fine Wine 50 – acompanha os preços de vinhos da região francesa de Bordeaux, que dominam o mercado de vinhos de alta qualidade.
Europe Stoxx 600 – acompanha ações de 600 empresas de grande, média e pequena capitalização bolsista de 18 países europeus.

A valorização bolsista em média do mercado do luxo foi duas vezes superior à média das maiores empresas europeias cotadas em bolsa, todavia, existem grandes disparidades dentro deste mercado, com empresas/marcas a apresentarem um excelente desempenho na bolsa e outras com desempenhos muito pouco interessantes.

Tal como noutros tipos de investimento, apostar em produtos de luxo requer o acompanhamento do mercado, o conhecimento dos produtos, ou o aconselhamento junto de especialistas. É preciso aliar ao sentimento de paixão um sentido de oportunidade, o que torna possível desfrutar dos bens e obter grandes lucros quando os vender.

Mercado Imobiliário – Como garantir retornos atrativos

O mercado imobiliário português continua a constituir uma excelente opção para quem quer investir com sucesso e com segurança no retorno. De acordo com o índice do Investment Property Databank (IPD), investir em imobiliário no nosso país, ainda é mais rentável e tem um risco mais controlado do que em ações ou obrigações, especialmente se for a longo prazo.

Trata-se de um mercado que vai existir sempre procura, porque os imóveis são bens de primeira necessidade, sejam para habitação ou para desenvolver uma atividade de negócio.

Existem várias formas de obter lucro no mercado imobiliário, que podem ser as seguintes: comprar para arrendar, construir para vender/arrendar, arrendar para sub-arrendar, restaurar para vender/arrendar. Mas há alguns riscos que tem de considerar. A primeira coisa a fazer é aferir o grau de liquidez do investimento, isto é, a facilidade com que vai conseguir vender. Para isso é preciso ter conhecimentos ou pedir a opinião de quem os tem.

São muitos os fatores a considerar – a zona do imóvel é boa? Vai haver muita concorrência naquela urbanização? Qual o segmento (habitação ou lojas…)? Qual a tipologia mais procurada? Rende mais um imóvel novo ou usado? Investir não é a mesma coisa do que comprar uma casa própria. Tem também de pensar a quem vai vender.

Neste tipo de investimento, é fundamental saber identificar as diferentes oportunidades de negócio, que podem surgir em vários segmentos existentes no mercado imobiliário. Conheça estes segmentos:

HABITACIONAL
Depois da hecatombe dos anos negros da crise, quem comprou uma casa como forma de investimento pode começar a pensar em colher os frutos, pois os preços das casas já começaram a subir. E quem não comprou, ainda é uma boa altura para investir directamente em imóveis. Uma boa forma de fazer bons negócios, é adquirir casas de quem está em dificuldades financeiras, seja através de forte negociação ou dos leilões de imobiliário, que se tornaram frequentes para que os bancos possam aumentar a sua liquidez. Depois de comprar, pode restaurar as casas para arrendar. Nos arrendamentos, os fiadores e garantias nunca são demais para tentar minimizar os riscos de sofrer o incumprimento.

Pode também investir em imóveis de luxo que têm registado um elevado crescimento da procura, sobretudo devido ao Programa de visto de residência Golden Visa. Este programa concede uma Autorização de Residência aos investidores estrangeiros, na compra de um imóvel por um valor superior a 500.000 euros em Portugal.

EMPRESARIAL
No setor terciário, os empresários dos serviços necessitam de lojas e escritórios para pontos de venda e para a sede da empresa. Neste mercado existe a oportunidade de comprar edifícios para arrendar, por exemplo: negócios na área da restauração, retalho e escritórios.
Ainda de acordo com a IPD, as lojas e os centros comerciais continuam a ser os ativos com melhor rentabilidade, seguem-se os escritórios, que apesar de menos rentáveis no longo prazo apresentam um grau de risco menor do que os primeiros.

INDUSTRIAL
Em Portugal, uma das formas de apostar neste setor, é através das indústrias de valor acrescido, luxo, inovação, energias renováveis, etc… A possibilidade de reconverter os edifícios e adapta-los aos novos desafios pode trazer bons resultados. A alternativa neste mercado, seria construir armazéns para arrendar.

TERRENOS
As margens de lucro neste segmento podem ser elevadas, comprar terrenos para lotear e vender posteriormente. É perfeitamente possível, vender lotes de 500 metros quadrados por 150 000 euros. Contudo, nos dias que correm encontrar um terreno bem localizado e de grande dimensão pode ser uma miragem.

QUAIS AS VANTAGENS DE INVESTIR NO MERCADO IMOBILIÁRIO?
– Investimento seguro e retorno atrativo;
– Diversifica o portfólio de um investidor;
– Por ser um ativo tangível, pode fazer obras para valorizar o imóvel;
– É um ativo que pode gerar rendimentos constantes;
– No caso dos terrenos, pode gerar mais-valias no futuro, devido a ocupação doutros terrenos;
– Baixa volatilidade do valor do imóvel e dos rendimentos gerados.

QUAIS AS DESVANTAGENS?
– Os custos associados, como impostos sobre a propriedade;
– Regime fiscal sobre os rendimentos imobiliários pouco favorável;
– Despesas de manutenção e conservação.;
– O custo de entrada pode ser elevado;
– Se o mercado imobiliário estiver em queda, poderá ter que esperar muito tempo para obter retorno.