Como fazer para recusar um emprego educadamente

Apesar de se viverem tempos difíceis, com um desemprego alto e condições económicas a deteriorarem-se, você não tem que aceitar qualquer emprego que surja. Caso tenha um rumo definido para os anos seguintes, por vezes dar um passo atrás é necessário para depois conseguir dar dois em frente. Por isso, recusar um emprego pode não ser tão absurdo como à partida pareça ser. No entanto, e como a vida nem sempre corre da maneira como se planeia, é importante não fechar definitivamente portas, pois no futuro podem ser necessárias. Assim, para o ajudar a recusar um emprego, sem no entanto fechar completamente a porta a essa possibilidade, é importante saber fazê-lo de uma forma educada e respeitosa. Conheça de seguida as nossas dicas para recusar um emprego educadamente.

Dicas para comunicar a rejeição de um emprego

Há algumas dicas essenciais para que a sua recusa seja vista como respeitosa, educada e não definitiva. Conheça-as e saiba como deixar uma imagem positiva durante a rejeição da vaga de emprego.

Dica 1 – Recusar um emprego não o comunicando ou fazendo de uma forma muito ligeira (por exemplo, através de um SMS), não é a melhor forma de deixar uma imagem positiva e profissional. Prefira enviar uma carta ou um email endereçado à pessoa que lhe fez a proposta ou que o entrevistou.

Dica 2 – É importante que o conteúdo da carta seja clara e objetiva, mas sem entrar em detalhes sobre os motivos que o levaram a recusar essa vaga. Os motivos são seus e podem ser vistos como razão para não o considerarem mais tarde.

Dica 3 – Se der algum motivo de recusa, não se justifique com aspetos negativos como carga horária alta ou inconveniente ou rendimento baixo.

Dica 4 – Na carta que enviar lembre-se de fazer um agradecimento pela oportunidade e por o considerarem para o lugar. Ao mesmo tempo, deixe claro que não recusou de ânimo leve, tendo pensado muito bem antes do fazer.

Dica 5 – Após lhe fazerem uma proposta de emprego, não deixe passar muito tempo até dar uma resposta. Se não está a pensar em aceitar, não protele em demasia, de modo a dar tempo à empresa de continuar a sua procura. Contudo, não recuse também imediatamente, de modo a dar a entender que avaliou muito bem a proposta antes da sua resposta final.

Dica 6 – Além de todas as dicas anteriores, que o ajudarão a recusar de uma forma educada e positiva uma determinada vaga de emprego, é essencial também deixar as portas abertas para o futuro. Assim, não deixe de o referir na comunicação que fizer com a empresa que o tenta recrutar. Para isso, mencione que não afasta a possibilidade de uma colaboração futura, em circunstâncias mais adequadas para ambos.

Siga as nossas dicas e conseguirá deixar uma imagem positiva e profissional, mesmo na hora de recusar um emprego. E no mundo do trabalho, ter uma imagem positiva perante pares e empregadores é essencial para o sucesso profissional.

Saiba como fazer voluntariado o pode ajudar a encontrar emprego

Fazer voluntariado pode ser uma excelente forma de aproveitar o seu tempo para ajudar uma causa importante, mas também, ganhar experiência que se pode revelar valiosa para a sua vida, tanto pessoal como profissional. Se está à procura de emprego, fazer voluntariado pode ser uma forma de encontrar trabalho enquanto dá algo de si à sociedade. Conheça de seguida 10 razões porque fazer voluntariado o vão ajudar a encontrar emprego.

10 RAZÕES PORQUE FAZER VOLUNTARIADO O VÃO AJUDAR A ENCONTRAR EMPREGO

Existem várias maneiras de utilizar o seu tempo de forma produtiva enquanto está desempregado. Paralelamente à procura de emprego, pode fazer outras atividades que o ajudem a crescer profissional e socialmente, como formação e voluntariado. Conheça de seguida 10 razões pelas quais fazer voluntariado o pode ajudar a encontrar emprego.

– Fazer voluntariado é uma excelente forma de adquirir novas competências, tanto técnicas, como sociais, que podem ser muito úteis num futuro trabalho. O crescimento pessoal pode ser também uma vantagem muito grande para a procura de emprego.

– Um dos maiores inimigos de quem procura emprego é a falta de algo útil para fazer. Dessa forma, fazer voluntariado ajuda-o a estar ativo enquanto não consegue encontrar um trabalho.

– A experiência de vida é cada vez mais valorizada na análise dos currículos. Como tal, trabalhar em regime de voluntariado irá enriquecer o seu CV, o que o pode ajudar bastante na hora da seleção dos candidatos a uma vaga de emprego.

– As entrevistas de emprego podem enveredar por assuntos que não estejam diretamente relacionados com a tarefa em causa. As competências sociais são muito valorizadas e como tal, o trabalho de voluntariado pode ser uma ótima temática durante a entrevista de trabalho.

– Muitas pessoas sentem-se limitadas e veem-se dessa forma. Ao realizar voluntariado, você pode descobrir novas capacidades e talentos que não sabia que tinha, podendo por isso abrir novas portas e horizontes profissionais.

– Ao fazer voluntariado irá conhecer novas pessoas, ajudando-o a fazer crescer a sua rede de contactos. Quem sabe um dos seus novos colegas não conhece uma oportunidade de emprego e o refira.

– Sentir-se útil é muito importante numa fase de desemprego, de modo a não perder a sua autoestima. Por isso, fazer voluntariado irá permitir a manutenção da sua saúde emocional e psicológica, ajudando-o a continuar motivado e focado.

– A procura por um emprego é uma situação de vida onde a ansiedade é frequente. Assim, fazer voluntariado ajuda-o a ter a mente ocupada, promovendo um maior controlo da sua ansiedade.

– Trabalhar em regime de voluntariado pode ajudá-lo a colocar as coisas em perspetiva. Ao ajudar pessoas em situações bem piores, conseguirá perceber que a sua vida, apesar de não estar num momento tão bom, não é tão má quanto outras. Colocar as coisas em perspetiva pode ajudar bastante no controlo das emoções durante uma situação de desemprego.

– Por fim, fazer voluntariado pode ser apenas uma maneira de passar o tempo enquanto a oportunidade não surge.

Como responder a um anúncio de emprego

Tem enviado currículos a tantas empresas e não obtém nenhuma resposta? Então, está na altura de rever a forma como responde aos anúncios de emprego. Hoje em dia, quase todos os anúncios de emprego pedem para que as candidaturas sejam enviadas por email ou submetidas online. Mas, lembre-se que mesmo que seja rápido e fácil enviar a sua candidatura, deve evitar facilitar na forma como a envia.

Os recrutadores chegam a receber centenas de currículos para uma determinada vaga e somente uma dezena de candidatos está habilitada a ser entrevistada para essa posição. Neste artigo, vamos dar-lhe seis dicas de como pertencer a esse grupo restrito de candidatos:

Mais critério na hora de enviar candidaturas
É totalmente legítimo querer um trabalho e aplicar-se a algo com toda a motivação e interesse, mas sem os critérios fundamentais para desempenhar a função é meio caminho andado para que os recrutadores deixem de olhar para o seu CV.

Utilize um endereço de email profissional
Para evitar quaisquer juízos de valor pela parte dos recrutadores, é fundamental utilizar um endereço de email profissional e sóbrio, se no seu caso, “nome.apelido@gmail.com” não estiver disponível, procure uma alternativa com uma lógica similar.

Uma boa mensagem de candidatura
Um bom email/mensagem deve ser breve e sucinto, mas procurar mostrar que está qualificado para a vaga a que se candidata. É importante seguir as instruções dos recrutadores. Se o anúncio pede para anexar a sua carta de apresentação e o CV, faça-o.
No assunto do email deve referir a função e a respectiva referência, de forma a que os recrutadores identifiquem facilmente a posição a que se candidate.

Evite erros no CV
Se pretende ser contactado para uma entrevista, é fundamental evitar erros de digitação e de ortografia no seu Curriculum Vitae.
Tente perceber aquilo que realmente são as suas mais-valias, quais são as suas motivações para aquela função em concreto. O ideal é construir um CV ajustado a cada posição/grupo de posições a que se candidata.

Destacar-se
O facto de estar qualificado para a função, nada lhe garante que irá ser chamado para uma entrevista. O ideal é arranjar uma vantagem sobre os outros candidatos. Por isso, tente perceber se tem alguém das suas redes de contactos (ex: Linkedin e Facebook), que trabalha nessa empresa, para ser referenciado. Assim, em vez de você ser um potencial candidato, torna-se um sério candidato.

Envie uma mensagem de teste
Antes de enviar um email directo para um recrutador, envie-o primeiro para si próprio para testar se está tudo bem. Só depois de estar tudo correcto é que deve enviar para o recrutador. Muita atenção aos possíveis erros ortográficos e gramaticais. Isto é tão importante num email como numa carta de papel.

Conheça 10 características que os recrutadores valorizam

As características pessoais de um candidato podem constituir um fator de grande importância no momento de serem avaliados por um recrutador. Ainda que o currículo e os conhecimentos técnicos possuam também um certo peso, a verdade é que o candidato não será apenas avaliado por aquilo que sabe fazer, mas também por aquilo que é enquanto pessoa.

De seguida, ficam 10 das características mais valorizadas por um recrutador:

Capacidade de trabalhar em equipa

O trabalho de equipa é uma peça fundamental na esmagadora maioria das atividades profissionais. Assim sendo, deixar bem claro que possui um bom espírito de equipa poderá aumentar significativamente as suas probabilidades de ser contratado.

Ética

A demonstração de valores éticos adequados e de um comportamento profissional exemplar é uma das mais importantes características a demonstrar, não só num processo de avaliação, como também no seu dia a dia profissional.

Consistência

A capacidade de manter uma atitude profissional consistente, sem espaço para surpresas desagradáveis, poderá ajudá-lo a preservar o seu posto de trabalho por muitos anos.

Responsabilidade

Um recrutador dará sempre prioridade a um profissional que demonstre uma boa capacidade de honrar as suas responsabilidades profissionais, uma vez que essa é uma qualidade que inspirará sempre confiança e sentimento segurança em qualquer empregador.

Boa capacidade de comunicação

Qualquer atividade profissional está dependente de uma boa dinâmica de comunicação entre o patrão, o empregado e os clientes. Assim sendo, saber entender e passar uma mensagem fará sempre com que o seu desempenho profissional se revele em devida conformidade com as expectativas do recrutador.

Flexibilidade

Numa época em que os cargos e as tarefas são cada vez mais multidimensionais, apresentar a capacidade de desenvolver diversas atividades é algo que poderá melhorar substancialmente as suas probabilidades de vir a ser contratado e manter um emprego fixo por muitos anos.

Capacidade de trabalhar sob pressão

Um trabalhador que saiba atuar eficazmente sob pressão tende a ser extremamente valorizado por qualquer tipo de empresa. Em situações em que o trabalho se revele complexo e o tempo seja escasso, é importante demonstrar que sabe como lidar com a situação e levar eficazmente a cabo as tarefas que lhe forem solicitadas, mesmo em circunstâncias mais adversas.

Auto-motivação

Um trabalhador que apresente um elevado grau de motivação será sempre encarado com bons olhos por uma empresa, uma vez uma boa produtividade só poderá ser alcançada por trabalhadores verdadeiramente motivados.

Boa capacidade de organização

Saber gerir e organizar tarefas é uma capacidade que poderá contribuir para um desempenho mais eficaz de qualquer tipo de tarefa profissional.

Positivismo

Ter uma atitude positiva é essencial para superar certos obstáculos. No universo profissional, as coisas nem sempre correm bem, por isso é preciso ter a capacidade de manter a cabeça erguida e saber procurar soluções viáveis para os problemas, sem nunca perder a convicção de que os mesmos podem ser superados.

Entrevista de emprego – Respostas às 23 perguntas mais frequentes

A situação de entrevista representa sempre algum nervosismo, pois esta é a etapa decisiva do processo de procura de emprego. Por isso, separamos as 23 perguntas mais comuns numa entrevista de emprego e dicas de como responder às mesmas para se sair bem no processo de seleção.
As respostas aqui sugeridas servem apenas como indicação e deve adaptá-las ao seu caso particular.

1. Fale sobre si.
Esta pergunta é praticamente um ponto obrigatório em qualquer entrevista de emprego. Preocupe-se em transmitir a mensagem que pretende de forma sucinta e direta, valorizando o seu perfil profissional.

2. Descreva-me o seu percurso até agora.
Esta é uma questão que pode levantar alguns problemas devido à vastidão de respostas que implica. À partida, o entrevistador teve acesso ao seu currículo e tem uma ideia da pessoa que tem à frente, por isso cabe ao candidato confirmar essa imagem ou alterá-la. Tente estruturar as suas respostas , dividindo-as em períodos de estudos e experiências profissionais. Isso revelará um espírito prático e organizado. Procure também não se alongar muito, não esquecendo de realçar os pontos mais importantes da sua vida para o posto de emprego em questão.

3. Quais são as suas maiores qualidades?
Evite clichés, mas não fuja das características universalmente relacionadas com um bom profissional como: pró-atividade, empenho, responsabilidade, entusiasmo, criatividade, persistência, dedicação, iniciativa, etc.

4. Quais são as suas maiores fraquezas?
Faça das suas qualidades, defeitos. Ou seja, agrave uma qualidade sua de forma a parecer um “defeito” como por exemplo: sou demasiado exigente, perfeccionista, autocrítico, persistente, etc.

5. O que faz no seu tempo livre?
Acima de tudo seja sincero, mas lembre-se que os seus hobbies e ocupações são um espelho da sua personalidade e demonstram a sua capacidade de gerir o seu tempo assim como as suas preocupações pessoais e interpessoais.

6. O que o levou a candidatar-se a esta empresa?
Esta é a pergunta ideal para demonstrar que fez o trabalho de casa. Fale da empresa e da sua atividade e como esta é de interesse para qualquer profissional.

7. Porque deixou o seu último emprego?
Procure dar uma resposta válida sem denegrir o seu antigo trabalho como por exemplo: procura novos desafios; o antigo emprego ficava demasiado longe do seu local de residência; falta de progressão na carreira; o salário não estava de acordo com as suas capacidades; gostaria de trabalhar numa empresa melhor no ramo; a empresa não era muito estável; etc.

8. Porque esteve sem trabalhar neste período tão longo?
Esta pode ser uma questão problemática se o período for demasiado longo. Procure dar uma boa justificação como a prestação de serviço militar, uma doença, um problema familiar ou então pode sempre dizer que os trabalhos que lhe eram oferecidos não eram aliciantes o suficiente e que valoriza mais a qualidade da empresa.

9. Já sentiu dificuldades de relacionamento com colegas?
Esta pergunta tem como objetivo avaliar o seu comportamento num ambiente de trabalho em equipa. É uma questão que deve ser respondida com calma , já que na maioria dos casos é importante a existência de uma boa relação entre colegas e superiores. Infelizmente, não há uma resposta correta, pois seja a resposta sim ou não isso pode fazer de si uma pessoa conflituosa ou demasiado passiva, portanto o nosso conselho é que seja honesto e limite-se a responder apenas ao que lhe perguntarem.

10. Descreva o melhor e o pior chefe que já teve.
Descreva-lhe o que aprendeu. Não importa se foi o melhor ou pior chefe que já teve. Pode inclusive afirmar que, com os bons chefes aprendeu o que fazer e, com os maus, o que não fazer.

11. O que procura num emprego?
As respostas são várias: desenvolvimento pessoal e profissional, novos desafios, envolvimento num projeto, contribuição para o sucesso da empresa, etc. O que importa é valorizar os pontos positivos das suas ambições pessoais/profissionais.

12. Até hoje, quais foram as experiências profissionais que lhe deram maior satisfação?
Tente cingir-se às experiências mais recentes e que mais se adequam aos seus objetivos profissionais. Não se esqueça de justificar bem.

13. Você prefere trabalhar sozinho ou em equipa?
Responda-lhe que está apto a trabalhar das duas formas. Oferece-lhe exemplos que corroborem a sua afirmação.

14. Que tipo de ambiente de trabalho prefere para trabalhar?
Pode responder que você é um profissional flexível. Aproveite para perguntar como é o ambiente de trabalho na empresa.

15. Consegue trabalhar sob pressão?
A importância desta resposta reside na qualidade do trabalho, mas também a consciência de que muitas vezes o tempo é limitado. Neste contexto, seja sincero e fale de algum momento em que tenha reagido bem à pressão. Por outro lado, pode sempre explicar porque razão acha que numa situação de tensão, o seu trabalho pode não ter a mesma qualidade e por esse motivo embora consiga reagir bem ao trabalho sob pressão prefere ter tempo para planear a sua atuação.

16. Qual foi a decisão mais difícil que tomou até hoje?
A ideia desta questão é que os candidatos sejam capazes de identificar uma situação em que tenham sido confrontados com um problema e as consequências adjacentes a este.

17. Fale-nos de um obstáculo que tenha tido e como conseguiu superá-lo.
Saber resolver problemas é uma qualidade imprescindível em qualquer trabalho, por isso relate uma situação que demonstre que soube lidar com a pressão sem nunca prejudicar o ambiente de trabalho.

18. O que lhe interessa neste trabalho?
A melhor forma de responder a esta pergunta é descrever a própria função. Essa resposta funciona sempre.

19. Quais são os seus objetivos a curto e a longo prazo?
Seja específico e tente que os seus objetivos futuros, de alguma forma se relacionem com o que esta vaga e a empresa lhe podem dar.

20. Como se imagina daqui a 5 anos?
Esta questão é mais uma forma de testar as ambições e perspetivas do candidato, assim como a sua realidade na evolução da empresa e no mundo do trabalho. Diga que se vê a trabalhar na empresa à qual se está a candidatar e que se sente entusiasmado com uma perspetiva de futuro na mesma. Nunca mencione que pretende trabalhar noutro local ou que função gostaria de desemprenhar nesse período.

21. Quais são as suas expectativas de salário?
Antes de ir a uma entrevista, descubra quanto é que alguém com a sua formação e experiência profissional ganha na função para o qual se está a candidatar. A partir daí, estabeleça um intervalo-salarial e negocie.

22. Porque devo contratá-lo?
Embora pareça, esta não é uma questão tão evidente e fácil de responder. Lembre-se que mais do que uma simples enunciação dos seus pontos fortes, deve ter em atenção o que o empregador procura preencher as necessidades da empresa. Assim, além de salientar os seus pontos positivos, explique como a empresa beneficiaria com a sua contratação, não apenas na execução do trabalho exigido, mas em como poderia ser um elo importante para o crescimento e sucesso da empresa.

23. Gostaria de acrescentar alguma coisa ao que foi dito, ou de fazer alguma pergunta?
Esta é a última oportunidade de questionar o entrevistador ou de reforçar algum ponto que tenha sido esquecido ao longo da entrevista. Pode colocar questões, demonstrando assim o seu interesse pela vaga e pela empresa, mas sem nunca repetir algum dos pontos já referidos anteriormente.

Numa entrevista de emprego, estas questões devem ser respondidas de uma forma objetiva e assertiva. Mesmo em situações que constituíram grandes e duros desafios para si, mostre que vê o lado positivo das coisas, que retira ensinamentos do que viveu e que tem foco nas soluções e não nos problemas. Além disso, dê sempre exemplos de como agiu e reagiu em situações concretas para não se ficar por um discurso tão certinho que não soa a verdadeiro. Coloque entusiasmo na sua fala. Projete a sua marca pessoal de uma forma única. Valorize-se para o valorizarem!

Conheça também os erros a evitar numa entrevista de emprego.

Dicas para se tornar mais empregável

Aprender a tornar-se mais empregável pode contribuir para melhorar activamente a sua experiência no mercado trabalho, tornando-o mais requisitado e permitindo-o arranjar emprego com muito mais facilidade.

Por mais complicado que possa parecer, tornar-se mais empregável não é de todo, uma tarefa difícil, bastando por vezes, apenas corrigir alguns erros muito comuns entre a maioria dos candidatos a vagas de emprego.

DICAS PARA AUMENTAR A SUA EMPREGABILIDADE

Melhore o seu currículo
O Currículo Vitae representa uma peça fundamental no processo de procura de emprego. Por vezes, um simples erro pode ser o suficiente para fazer com que o empregador opte por nem sequer lê-lo. Preencha correctamente todos os campos, da forma mais clara possível, mas sendo sempre breve. É importante que simplifique o trabalho de quem está a ler o seu currículo, pois isso ajudá-lo-á a aumentar bastante as suas probabilidades de ser chamado.

Cuide da sua apresentação
Seja na foto do currículo ou na entrevista presencial, convém ter muita atenção à forma como se apresenta perante a entidade empregadora. Prefira sempre uma apresentação profissional e conservadora. É importante que a foto do CV seja atual e constitua uma representação autêntica do seu verdadeiro aspeto físico. Esta regra aplica-se também ao endereço de e-mail que fornecer. Evite fornecer um e-mail que possa suscitar dúvidas acerca da sua pessoa.

Tenha atenção à sua presença online
Mesmo sem saber, poderá haver empregadores que decidam investigar o seu perfil nas redes sociais, nomeadamente Linkedin e Facebook. Caso isto aconteça, é bom que não encontrem algo que possa semear uma má imagem a respeito da sua pessoa. Para evitar que tal aconteça, tenha sempre muita atenção àquilo que publica sobre si.

Atualize-se
Tente manter-se sempre o mais actualizado possível, não só relativamente às suas áreas de competência, como também nas mais recentes evoluções na área da informática. Tente igualmente tornar-se mais fluente possível em línguas estrangeiras. Os conhecimentos informáticos e linguísticos são atualmente habilidades muito valorizadas por quem contrata.

Prepare a entrevista
Dedique algum tempo a preparar a entrevista de emprego. Pratique a resposta para algumas das perguntas mais frequentes, de modo a evitar engasgar-se durante a entrevista.

Conheça também as respostas às 23 perguntas mais frequentes da Entrevista de emprego

Entrevista de emprego via Skype e telefone – Guia completo

Cada vez mais são as empresas que optam por realizar as suas entrevistas via Skype ou telefone. Este método torna-se particularmente prático em situações de recrutamento internacional, onde geralmente não existe a possibilidade do candidato se apresentar pessoalmente perante a entidade patronal.

Sendo que este é um método de recrutamento ao qual a maior parte dos candidatos ainda não se encontram habituados, é comum surgirem dúvidas relativamente à forma mais adequada de apresentação via Skype ou telefone. Para esclarecer algumas das dúvidas mais comuns, de seguida ficam algumas dicas:

1. Atenção ao endereço e-mail que utiliza
O primeiro elemento de avaliação ao qual um entrevistador terá acesso será o seu endereço de Skype. Assim sendo, tanto o seu endereço quanto a sua foto de apresentação deverão transmitir alguma maturidade e seriedade, de modo a evitar que o entrevistador tire conclusões precipitadas a respeito da sua pessoa. Escolha algo pessoal e discreto, que não levante quaisquer tipos de dúvidas a respeito do seu carácter e/ou competências profissionais.

2. Tenha muita atenção ao vestuário
Tal como numa entrevista presencial, o vestuário será sempre encarado como um factor de grande importância por parte do entrevistador. Esqueça completamente que está em casa e evite apresentar-se de forma demasiado “confortável” e desleixada. Não é necessário escolher peças de roupa muito elaboradas, mas tente vestir-se da forma mais profissional e conservadora possível, de modo a evitar causar uma primeira má impressão.

3. Escolhe correctamente o local
Arrume bem a divisão da casa onde colocará a seu computador para a entrevista e evite que haja distracções de fundo enquanto estiver a ser entrevistado. Boa iluminação será, também, essencial, para que possa transmitir a melhor impressão possível.

4. Evite interrupções
Certifique-se de que não será interrompido por nada nem ninguém durante a entrevista, seja um familiar ou um animal de estimação. Deverá, para isso, escolher uma hora em que saiba que terá privacidade total para se concentrar na entrevista.

5. Prepare o equipamento
Para que a entrevista decorra da forma mais fluída e estável possível é essencial que tanto a sua internet e o seu computador estejam a funcionar em perfeitas condições. Certifique-se que a internet não tem quebras e apresenta uma velocidade aceitável, de modo a não haver interrupções que possam comprometer a entrevista. Preferencialmente, utilize um microfone de boa qualidade, de modo a que o entrevistador o possa ouvir sem problemas.

6. Prepare bem a entrevista
Uma boa forma de se preparar correctamente para a entrevista é procurar saber o máximo possível sobre a empresa e o cargo para o qual se está a candidatar. Faça uma pesquisa aprofundada e certifique-se que está bem informado sobre todos os detalhes relacionados com a empresa e o emprego em causa.

7. Tenha todos os documentos necessários à mão
É importante que, durante a entrevista, tenha ao seu alcance, não só o CV, como qualquer outro documento pessoal que lhe possa ser pedido pelo entrevistador. Não estar devidamente preparado poderá atrasar a entrevista e causar uma má impressão no entrevistador.

Conheça as profissões mais bem pagas em Portugal

Tendo em conta a atual conjuntura económica e a dificuldade crescente em arranjar emprego, tanto para trabalhadores menos qualificados como para os mais qualificados, damos-lhe a conhecer neste artigo as áreas onde se registam melhores remunerações em Portugal.
De facto, existem empresas e setores onde os efeitos da crise económica não são sentidos, garantem salários acima da média (900€/mês, segundo estudo da EGOR) já no início da carreira. Além disso, independentemente dos altos e baixos da economia, há profissões que se mantém valorizadas no mercado de trabalho, seja pela elevada procura existente por profissionais qualificados, seja por especializações que atendem às novas necessidades do mercado. A lista das profissões mais bem pagas é mais vasta do que se possa pensar e inclui áreas diversificadas.
Dinheiro não é tudo. Mas com certeza são muitos os que consideram a perspetiva salarial como um fator de peso para a tomada de decisão, relativamente ao caminho a seguir em termos profissionais. Se é o seu caso conheça abaixo algumas das profissões mais baem pagas em Portugal.

1. PILOTOS E CONTROLADORES AÉREOS
Um piloto de aviação civil leva para casa cerca de 8000€ por mês, enquanto os controladores de tráfego aéreo auferem cerca de 5000€ mensais. Sendo por isso duas das profissões mais bem remuneradas. Os elevados salários são, no entanto, justificados dado o elevado nível de exigência em termos pessoais, mentais e físico.

2. MARKETEER ESTRATÉGICO
Marketing Estratégico é uma área que apresenta bons níveis de empregabilidade e oferece boas perspetivas de crescimento profissional (à escala global). Sem falar claro das margens salariais. Por exemplo, para profissionais em cargos de direcção em início de carreira (até 3 anos de experiência), o salário médio anual é de 21000€. Já um diretor de marketing (com 3 a 6 anos de experiência profissional) tem um salário médio a rondar os 30000€ anuais. A partir daí é sempre a subir.
Além dos cargos de direção, há ainda os chamados profissionais especializados, cujas remunerações por serviço prestado podem ascender a valores mais elevados consoante o nível de experiência.

3. BANCA
Os profissionais deste sector que ocupam cargos superiores (diretores de topo) auferem em média 7500€ por mês. A este valor, pode acrescentar-se ainda um bónus mediante o desempenho. São razões mais que suficientes para ser uma das profissões mais bem pagas em Portugal.

4. MÉDICOS
Os médicos de especialidade, tais como cirurgiões ou dentistas, ocupam um lugar de destaque na lista das profissões com melhores remunerações. Os salários dependem da experiência e/ou estatuto de cada profissional.

5. ADVOGADOS E JUÍZES
Tal como os médicos, estes profissionais integram também a lista das profissões com vencimentos mais elevados em Portugal. Para os juízes, os ordenados variam entre 4000€ a 7000€ mensais. No que diz respeito a remuneração dos advogados, é difícil atribuir um valor fixo, já que os seus honorários variam de acordo com a experiência que detêm e com o estatuto alcançado.

6. ENGENHEIRIAS TECNOLÓGICAS E DE PRODUÇÃO
Os engenheiros com formação nas novas tecnologias e sistemas de informação têm oportunidade de perspetivar uma boa evolução salarial. Dos cerca de 950€ a 1300€ iniciais, podem chegar a ganhar entre 3000€ a 5000€ por mês.

7. AUDITORES E CONSULTORES FINANCEIROS
Nesta área, a semelhança do que acontece no Marketing Estratégico, as remunerações variam de acordo com a experiência. Os auditores e consultores financeiros com até 3 anos de experiência, auferem cerca de 15000€ por ano. Esse valor dobra caso a experiência dos mesmos sejam superior a 3 anos.

8. INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA
Apesar de ser uma área não muito explorada em Portugal, existe procura. As remunerações são altas, tendo em conta a necessidade constante de investigação e pesquisa.

9. FUNÇÕES TÉCNICAS ESPECIALIZADAS
Para além das referidas acima, também devemos ter em conta as funções técnicas especializadas, como carpinteiros, canalizadores e eletricistas, por exemplo. São profissões muito procuradas e bem pagas tendo em conta que cada vez existem menos profissionais nessas áreas, em Portugal.

Notas:
– A lista apresentada acima não obedece nenhuma ordem de acordo com tabela salarial.
– Todos os valores mencionados são valores brutos.

Subsídio de Desemprego – Saiba como calcular

 

O trabalhador tem direito a receber o subsídio de desemprego, desde que tenha apresentado 360 dias de trabalho por conta de outrem com registo de remunerações na Segurança Social, nos 2 anos que antecedem o desemprego.

A duração e o montante do subsídio de desemprego variam conforme a idade do beneficiário e o número de meses com descontos na Segurança Social à data do desemprego.

 

O valor do subsídio de desemprego a conceder é equivalente a 65% da remuneração de referência e calculado na base de 30 dias por mês. A remuneração de referência obtém-se somando o que ganhou (rendimento bruto) nos 12 meses que precederam o segundo mês anterior ao desemprego, incluindo subsídio de férias e de Natal relativos a esse período. Divide-se o total pelos 360 dias do ano e multiplica-se por 30. Por exemplo, se ficou sem trabalho em fevereiro de 2015, deve somar os rendimentos entre dezembro de 2013 e novembro de 2014.

Imagine que o valor total da remuneração = 14000€, por exemplo. Então temos:

14000€ / 360 * 30 = 1166,67€ (valor da remuneração de referência)

Assim, o Sub. Desemprego: 0,65 * 1166,67 = 758,34€

 

No caso de se verificar ambos os elementos do casal na situação de desemprego e que tenham filhos ou equiparados (ex: enteados) a seu cargo, cada um recebe mais 10% do que o valor obtido no cálculo do subsídio. O mesmo se aplica às famílias monoparentais, desde que o desempregado não receba pensão de alimentos.

 

Cada desempregado não pode receber mais do que 1048,05€, o equivalente a duas vezes e meio do valor do Indexante dos Apoios Sociais (IAS = 419,22€), ou mais de 75% do valor líquido da remuneração de referência. Assim como o valor líquido do subsídio não pode ser inferior ao montante do IAS, excepto se o valor líquido da remuneração de referência for inferior àquele montante.

 

O valor líquido da remuneração de referência é obtido através da dedução, ao salário bruto, da taxa contributiva respeitante à Segurança Social e da taxa de retenção do IRS. Sendo que a taxa respeitante à Segurança Social (TSU) é de 11%, enquanto a taxa de IRS, varia conforme a remuneração de referência do trabalhador, o número de titulares de rendimentos e a dimensão do agregado familiar.

 

Quem tem direito ao subsídio de desemprego?

 

Idade Meses de desconto na SS Duração do subsídio
Meses Acréscimo
Menos de 30 anos Menos de 15 5 Mais 1 mês por cada 5 anos com registo de remunerações nos últimos 20 anos
Igual ou superior a 15 e menor de 24 7
Igual ou superior a 24 11
Entre 30 a 39 anos Menos de 15 6 Mais 1 mês por cada 5 anos com registo de remunerações nos últimos 20 anos
Igual ou superior a 15 e menor de 24 11
Igual ou superior a 24 14
Entre 40 a 49 anos Menos de 15 7 Mais 45 dias por cada 5 anos com registo de remunerações nos últimos 20 anos
Igual ou superior a 15 e menor de 24 12
Igual ou superior a 24 18
50 ou mais anos Menos de 15 9 Mais 2 meses por cada 5 anos com registo de remunerações nos últimos 20 anos
Igual ou superior a 15 e menor de 24 16
Iguel ou superior a 24 18

 

 

SUBSÍDIO SOCIAL DE DESEMPREGO SUBSEQUENTE AO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO

Este subsídio é atribuído durante um período equivalente ao metade do tempo acima mencionado, tendo em conta a idade do beneficiário e a data em que termina o subsídio de desemprego. Este subsídio é apenas destinado às famílias mais carenciadas (rendimento per capita do agregado familiar = 0,8 IAS). A título de exemplo, um desempregado com 26 anos, que durante 7 meses esteve a receber do subsídio de desemprego, por ter descontado durante um ano e meio, poderá aceder ao subsídio social de desemprego subsequente durante 3 meses e meio.

 

SUBSÍDIO DE DESEMPREGO PARCIAL

É concedido até ao final do período do subsídio de desemprego. Por exemplo, um desempregado de 31 anos que tem direito a receber o subsídio de desemprego durante 13 meses, mas entretanto inicia um trabalho em part-time a partir do 6º mês, terá direito a beneficiar do subsídio de desemprego parcial durante os restantes 8 meses.

12 dicas para escrever uma Carta de Apresentação

Hoje em dia, ter apenas um bom currículo não chega para chamar a atenção dos recrutadores. A forma como se apresenta e se dirige numa candidatura pode ser uma boa forma de despertar curiosidade no seu futuro chefe. Para isso é necessário que antes de enviar a sua candidatura tenha preparada uma carta de apresentação. Use a carta para mostrar o seu lado humano e criar uma ligação emocional com o recrutador.
Conheça 12 dicas para escrever uma carta de apresentação:

Escreva uma carta curta e concisa
Se escrever uma carta de apresentação muito extensa, metade da informação será ignorada. Quatro ou cinco parágrafos são o suficiente para mostrar que é o candidato ideal. Aqui deixo um exemplo para a estrutura da carta de apresentação:
Parágrafo 1 – diga a posição para a qual se candidata e onde viu o anúncio;
Parágrafo 2 – Explique porque está interessado na empresa;
Parágrafo 3 – Diga o que pode fazer para ajudar a empresa;
Parágrafo 4 – Mencione a sua disponibilidade para entrevista.

Adapte o tipo de discurso a cada empresa
Para ser identificado mais facilmente como um bom candidato, tenha em mente a cultura de cada empresa e utilize a linguagem habitual da empresa. Por exemplo, um banco terá, por norma, uma comunicação mais formal. Enquanto uma sturtup terá um discurso mais informal.

Não repita informações do Currículo
O CV e a carta de apresentação têm funções diferentes. O currículo mostra que tem as competências e experiência pedidas e a carta explica porque é o candidato ideal para preencher àquela vaga. Pode-se dizer que o currículo apela à racionalidade e a carta à emoção do recrutador.

Explique o que pode fazer pela empresa
Em vez de se focar o seu discurso no que a empresa pode fazer por si, explique o que pode fazer para ajudar a empresa. Explique, de forma breve, como a sua experiência actual, formação complementar e competências lhe dão capacidades para desempenhar a função descrita no anúncio. Dê um exemplo concreto de uma situação em que as suas competências foram úteis para a sua empresa anterior.

Inclua um testemunho
Se tem a permissão por parte de antigos colegas, chefias ou clientes, considere a hipótese de o escrever na carta. Veja um bom exemplo de como pode incluir um testemunho: “Desenvolvi um interesse particular pela área comercial enquanto trabalhava num call center. O meu supervisor até dizia, na altura, que eu era a pessoa com mais atitude comercial que ele conhecia.”

Seja genuíno
Seja sincero e evite exageros. As empresas descobrem facilmente se não está a ser sincero. Diga apenas a verdade e deixe a sua personalidade fazer parte da carta de apresentação. Mas, não tenha medo de falar nos seus pontos positivos e de relembrar momentos em que foi bem sucedido.

Evite clichês
Expressões como “proativo”, “dinâmico”, “trabalho bem em equipa” são o tipo de clichês que as empresas vêem diariamente nas candidaturas. Ao usá-los, está a tornar-se em só mais um candidato. Seja mais criativo para se diferenciar dos outros candidatos.

Não inicie a carta com o seu nome
É um erro, começar uma carta de apresentação por dizer “Bom dia, sou o Augusto Pereira e venho por este meio…”. O seu nome não é a informação mais importante para o recrutador. Este está interessado nas suas competências e experiências profissionais.

Tente utilizar o nome do recrutador
Se conseguir informação sobre a pessoa que vai analisar as candidaturas (através do anúncio de emprego ou do LinkedIn), comece a carta com Esta personalização ajuda a estabelecer empatia e a despertar o interesse.

Tenha um modelo base
Embora deva escrever uma carta de apresentação diferente para cada oportunidade a que se candidata, isso não significa que não deva ter um modelo base, que depois adapta a cada anúncio de emprego.

Edite e reveja o texto
Releia várias vezes o que escreveu. Elimine erros ortográficos. Encurte as frases e afine o discurso até ser fácil de compreender o que está escrito.

Peça a opinião de um amigo/familiar
Questione se a carta de apresentação está clara, se mostra quais os benefícios que a empresa tem ao contratá-lo e se mudava alguma palavra/expressão. Um par de olhos novos vai sempre descobrir pontos que podiam ser aperfeiçoados.