A importância do Seguro de Vida

Contratar um seguro de vida é uma atitude preventiva para garantir a proteção dos riscos que apresentam consequências graves e de enorme impacto económico na vida das pessoas. Uma morte prematura ou invalidez permanente pode afetar consideravelmente os recursos familiares, levando à redução dos rendimentos. Por outro lado, o seguro de vida surge também como um importante auxílio, a nível económico, as consequências da sobrevivência numa determinada idade, reduzindo custos para o idoso e os seus familiares.

Estes são riscos que podem ser partilhados ou transferidos para uma companhia de seguros, através de um seguro de vida. Assim, em caso de infortúnio, as coberturas deste seguro permitem que os cidadãos possam reestruturar património e investir em algum objetivo familiar, como por exemplo, a educação dos filhos.

Em termos de prémios praticados pelas seguradoras variam de acordo com as coberturas disponíveis em cada apólice. Alguns até podem ser mais baratos, mas cobrem menos riscos e contém um capital seguro menor, portanto, na hora de contratar um seguro de vida, deve ter em atenção todas as coberturas, o valor do capital seguro e o prémio total anual do seguro. A escolha do seguro deve ter em conta as necessidades da pessoa, sem esquecer de considerar sua faixa etária e sua condição de vida.

Ainda há muitas pessoas que pensam equivocadamente quando se trata de seguro de vida para jovens, solteiros ou casais sem filhos, associando este tipo de seguro apenas e somente às pessoas com idade mais avançada, sem se lembrar que alguns eventos cobertos pelo seguro de vida, como a morte ou invalidez por acidente, por exemplo, podem acontecer em qualquer idade.

Não há momento mais triste e complicado de lidar do que encarar a ocorrência de um evento súbito e inesperado com algum ente querido, como a morte ou a invalidez, além disso, não ter nenhuma garantia financeira para arcar com esses acontecimentos. Contudo, ao adquirir um seguro de vida, está a garantir a proteção e a tranquilidade financeira não só para o segurado, assim como para a sua família.

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Seguros de Capitalização – Como investir?

Existem muitos tipos de seguros no mercado português e uns são mais comuns do que outros. Os seguros de capitalização fazem parte de uma das vertentes do ramo vida. Apesar de estes apresentarem a estrutura jurídica de um seguro de vida, são produtos financeiros destinados ao investimento. Funcionando de uma forma semelhante aos fundos de investimento, mas com algumas diferenças, nomeadamente fiscais. Neste artigo, vamos dar-lhe a conhecer os seguros de capitalização, para que, na hora de investir, saiba realmente como está a aplicar o seu dinheiro.

Um seguro de capitalização é basicamente um plano de capitalização de poupanças que pode ser utilizado conforme os seus objectivos e estilo de investimento. São produtos ideais para quem quer investir no longo prazo, sendo que o período mínimo recomendado é de oito anos (maximização do benefício fiscal), devendo ainda o subscritor efetuar reforços na aplicação, para aumentar o seu rendimento final.

Existem dois grandes grupos de seguros de capitalização que importam conhecer:
Capital garantido – Semelhante a um depósito a prazo ou aos certificados de aforro. Garante capital e geralmente oferece uma taxa de retorno mais baixa;
Sem capital garantido – São também conhecidos por ‘unit-linked’, ou seja, divididos em unidades de participação semelhantes aos fundos de investimento. Pelo que está sujeito a alguns riscos e tem um rendimento variável.

A principal vantagem dos seguros de capitalização face aos outros produtos de poupança é a menor taxa de imposto sobre o rendimento. Como é sabido, a tributação sobre as mais-valias de investimentos financeiros tem uma taxa liberatória de 28%. Mas como estes produtos são comercializados sob a forma de um seguro, é-lhes aplicada a mesma tributação dos seguros de vida. Isto é, uma taxa mais reduzida sobre os rendimentos obtidos, que vai decrescendo ao longo do tempo do investimento, podendo baixar até aos 11,2%, mas apenas no caso de pelo menos 35% do montante investido seja efetuado durante a primeira metade do período de investimento.

Assim, se resgatar até ao quinto ano é tributado a 28%; entre o quinto e o oitavo ano, a taxa de imposto será de 22,4%; e a partir do oitavo ano, é cobrado apenas 11,2%. Por estas razões, os seguros de capitalização são produtos mais indicados para o longo prazo.

Tal como nos fundos de investimento, aqui também existem comissões de subscrição, gestão e resgate antecipado, que devem ser cuidadosamente analisadas antes de investir.

No caso da comissão de subscrição, pode ser aplicada em duas formas: adicionalmente ao montante a aplicar ou a deduzir ao montante entregue (a mais frequente). A título de exemplo neste segundo caso, uma comissão de 2% é, na prática, de 2,04%, pois apenas são aplicados 98€ em cada 100€. Por isso, o ideal é conseguir um mediador que não cobre mais de 1% por cada entrega.

Outro custo pesado para o investidor é a comissão cobrada pelo resgate antecipado, que varia consoante o ano em que decorre o levantamento do capital, sendo decrescente com o tempo.

Para contratar um seguro de capitalização necessita apenas de subscrever uma apólice de seguro e nomear os seus beneficiários ou herdeiros em caso de morte.
É possível resgatar o seu seguro antes da maturidade. No entanto, este levantamento antecipado terá custos, como foi referido acima.
É igualmente possível cancelar o seu seguro de capitalização até 30 dias após receber a apólice. Este cancelamento deverá ser feito por escrito, através duma carta registada à seguradora. A companhia de seguros irá devolver o seu investimento, mas sujeitar-se-á a uma comissão.

As vantagens e as desvantagens dos seguros de capitalização
Para além das vantagens fiscais sobre as mais-valias, os subscritores dos seguros de capitalização tem a isenção no pagamento de impostos em caso de sucessão, por ser um seguro de vida. Trata-se de uma forma de proteger o património que deixar aos seus herdeiros legais.

No que toca às desvantagens, que são essencialmente as elevadas comissões cobradas, nomeadamente de subscrição, gestão e resgate antecipado (caso ocorra). Esta última afeta a liquidez destes produtos, já que penaliza bastante o levantamento nos primeiros anos após a subscrição.
Uma outra desvantagem destes seguros é a dificuldade dos investidores em acompanhar o investimento, pois não é possível consultar diariamente a evolução dos rendimentos, como acontece nos fundos de investimento, com o valor da unidade de participação.

Quando falamos de investimento, a tributação costuma ser um dos pontos a ter seriamente em consideração se pretender maximizar o seu retorno. Neste contexto, apesar das comissões cobradas, os seguros de capitalização são claramente uma boa opção.

Seguro de Acidentes Pessoais

Para que os seus momentos de descontração sejam vividos sem preocupações, proteja-se, a si e à sua família, com um seguro de Acidentes Pessoais. Este seguro cobre acidentes causados a pessoa segura no decurso da sua atividade profissional e tempos livres.

Os acidentes são imprevisíveis e por vezes, o pior cenário de um acidente vem a seguir, quando está em causa o equilíbrio do orçamento familiar, devido à interrupção do exercício laboral, porém, ao contratar um seguro de acidentes pessoais, terá a segurança que necessita para viver um dia-a-dia despreocupado. O seguro é válido durante 24 horas por dia e em qualquer país do Mundo.

O seguro de acidentes pessoais é também bastante benéfico para as empresas, dado que para além de garantir a segurança no dia-a-dia dos seus colaboradores, aumenta a fidelização e a motivação dos mesmos. Concede ainda às empresas benefícios sociais, em complemento à política salarial e reduz os impostos, devido à dedução do prémio no IRC.

As coberturas de um seguro de acidentes pessoais, podem ser as seguintes:

– Morte e Invalidez Permanente
– Morte ou Invalidez Permanente

É importante saber a distinção entre estes dois conceitos. A título de exemplo, uma pessoa contratou um crédito de 50 000€, caso ocorra invalidez permanente, a seguradora paga o empréstimo de invalidez correspondente à percentagem determinada pela junta médica, uma invalidez a 80%, por exemplo, a seguradora paga 80% de 50 000€. Caso ocorra, no prazo máximo de dois anos, a Morte devido a essa invalidez, a seguradora paga mais 50 000€. É aqui que está a diferença. Se optasse por Morte ou Invalidez Permanente, a seguradora pagaria os restantes 20% de 50 000€.
A morte só está coberta para idades superiores a 13 anos.

– Incapacidade Temporária Absoluta
Tem direito a receber um subsídio diário, em caso de incapacidade temporária para trabalhar pelos dias que esteve incapacitado. Mesmo que esteja em casa a recuperar, pode acionar esta cobertura.

– Incapacidade Temporária em caso de Internamento Hospitalar
Funciona da mesma forma que a incapacidade temporária absoluta, com a diferença que só é acionada em caso de estar internado no Hospital. É uma cobertura que costume ser contratada e muitas vezes com franquia de 3 dias. Pode tentar solicitar a revogação dessa franquia.

– Despesas de Tratamento
É fundamental pedir um bom capital seguro. Determine quanto é que necessita, tendo em conta os locais para onde vai ou o que faz nos seus tempos livres. Pelo menos 20 000€ é o aconselhável. Não se esqueça da cobertura de Assistência às Pessoas com a inclusão de doença súbita.
Caso tenha que acionar este seguro fora do país, pode optar por pagar as despesas e entregar posteriormente os comprovativos à sua seguradora para receber o reembolso.

– Despesas de Funeral
Suporta todos custos associados ao funeral.

Agora que já conhece as coberturas do seguro de acidentes pessoais, conheça também as coberturas que não estão garantidas neste seguro:

– Utilização de veículos motorizados de duas rodas ou bicicletas e triciclos;
– Prática de desportos de alta competição;
– Prática de caça a animais ferozes;
– Prática de desportos de Inverno;
– Prática de artes marciais;
– Para-quedismo;
– Utilização de aeronaves privadas;
– Atos de guerra, terrorismo e perturbações da ordem pública;

Como funciona o Seguro de Vida?

O seguro de vida tem como o objetivo salvaguardar financeiramente que lhe são mais importantes e dependem de si. Cobrindo o risco de morte, de sobrevivência ou mesmo ambos. O seguro de vida apresenta algumas especificidades em comparação com os outros seguros, desde logo pelo seu prazo alargado. Abordamos de seguida os vários tipos de seguro de vida existentes.

Seguro de vida em caso de morte – Cobre o risco de morte. O pagamento de uma indemnização é efetuado somente quando se regista a morte da pessoa segura, caso esta ocorra dentro do período contratualizado.
Seguro de vida em caso de vida – Neste situação, o pagamento de uma verba só se verifica em caso de vida da pessoa segura, no final do prazo definido no contrato.
Seguros de vida mistos – Nesta modalidade, o pagamento da indemnização é efetuado quando se verifica a morte da pessoa segura dentro do período contratualizado, ou no final do contrato, se a pessoa segura estiver viva.
Seguros de vida com contrasseguro – O pagamento da verba segura é efetuado apenas em caso de vida da pessoa segura, no final do prazo contratualizado. Caso a pessoa segura venha a falecer antes do final do contrato, será devolvido ao beneficiário legal os prémios recebidos até à data de falecimento.

A modalidade mais procurada é o seguro de vida em caso de morte. De facto, tem uma grande importância para quem contrata este tipo de seguro, pois assenta na vida das pessoas e no futuro dos beneficiários ou herdeiros caso ocorra uma morte ou mesmo invalidez permanente. O seguro de vida não significa pôr um determinado valor em dinheiro sob a vida de uma pessoa. Na realidade, quando se contratualiza um seguro de vida, o que se estabelece é uma quantia monetária que permita aos beneficiários responder as responsabilidades que surjam após uma morte ou invalidez permanente da pessoa segura.