Investir em vinhos – Como garantir um excelente retorno

Tudo o que é raro e possui procura pode ser um investimento lucrativo. O vinho é um desses produtos, a par de outras alternativas financeiras, mas praticamente sem risco. Atualmente, você pode contar com a Vino Invest para aconselhamento e oferta de retornos lucrativos. Com a sede em Londres, a Vino Invest acaba de iniciar operações em Portugal, e torna-se a única empresa de consultoria de investimento em vinho de alta qualidade no país e com a supervisão da CMVM.

O conceito é simples e dirige-se a qualquer perfil de investidor, mas implica um investimento mínimo de cinco mil euros, por um período de cinco anos, já o retorno é bastante atrativo, 15% ao ano em média. Esta opção de investimento é dirigida à todos investidores particulares, ou clientes institucionais, que pretendem diversificar o seu portefólio de aplicações.

No entanto, este tipo de investimento tem de obedecer a alguns critérios. Os vinhos são sempre de produção limitada, das regiões de Bordéus e Borgonha, com uma elevada classificação pelos mais conceituados críticos de vinho, como Robert Parker. A elevada procura global, os registos históricos, quer a nível de retorno financeiro, quer a nível de produção de vinhos de excelência, são fatores essenciais na seleção dos vinhos. Realizam-se ainda várias análises financeiras do mercado, quer em termos quantitativas, quer qualitativas, com o objetivo de identificar as tendências e as oportunidades de compra e venda.

De acordo com os dados da plataforma Liv-ex, os retornos associados aos investimentos em vinho de alta qualidade superaram os principais índices financeiros das últimas três décadas e, a Taxa Composta de Crescimento Anual entre 1991 e 2011 demonstra que este tipo de produto superou também as rentabilidades verificadas em petróleo e em ouro.

Uma das vantagens de investir em vinhos de alta qualidade, é o facto deste mercado ser global e mais seguro do que o mercado acionista. Além disso, a procura por vinhos franceses de topo é crescente e superior à oferta. Quanto maior for a procura, por parte de investidores e consumidores, aliada à maturidade de um vinho, maior é o seu valor, por isso, à medida que os anos passam, torna-se mais valioso.

No que diz respeito ao processo do investimento, inicia-se com uma análise do perfil e dos objetivos de cada cliente. Tendo em conta que cada investidor tem um perfil de risco próprio – pode ser conservador, moderado ou arriscado – cabe à Vino Invest aconselhar quais as melhores soluções de investimento e fazer uma proposta inicial do portefólio, montante de investimento, o tempo de maturidade para a aplicação, a partir do mínimo de cinco anos, de acordo com os objetivos pretendidos.

Depois de emitir o contrato de investimento, a Vino Invest vai comprar o vinho em nome do cliente e este é armazenado na Octavian ou na London City Bond, dois dos principais entrepostos aduaneiros no Reino Unido. No prazo máximo de 60 dias, o vinho é guardado em nome do cliente. Cada caixa é fisicamente etiquetada com o nome do proprietário, sendo emitido um número de rotação único, que identifica a caixa como propriedade do cliente.

Pelo serviço de armazenamento e seguros do vinho, é exigido uma comissão mínima anual. Isso significa que todos os vinhos armazenados na Octavian e na London City Bond, estão automaticamente segurados contra todos os riscos, no valor total da sua substituição e sem limite.

É importante salientar que o cliente nunca está a investir na empresa Vino Invest, mas sim, a comprar um produto físico de luxo diretamente exposto ao mercado mundial e sobre o qual tem total controlo, porque é o único dono legal e só ele pode ter acesso físico ao vinho.

A avaliação financeira do portfólio é feita diariamente, com base na plataforma independente Liv-ex, e o cliente pode acompanhar a valorização do vinho no site da empresa e através de informações semanais que lhe são enviadas. Para resgatar, o investidor basta emitir uma ordem de transferência da sua conta pessoal para a conta da Vino Invest, que por sua vez, vende o vinho em nome do cliente e transfere o dinheiro.

Há ainda outras caraterísticas de uma aplicação em vinho de alta qualidade, que a tornam uma opção bastante vantajosa, em matéria de investimento. Em primeiro lugar, trata-se de um bem físico e real que, ao contrário das ações ou títulos, terá sempre um valor intrínseco. Depois, o investidor não precisará de pagar IVA, nem as taxas de importação, pelo facto dos vinhos estarem armazenados em entrepostos aduaneiros no Reino Unido.

Fundos de Investimento – Tudo o que precisa de saber

Um fundo de investimento é um instrumento financeiro que resulta da captação de capital junto de diversos forrodores, constituindo o conjunto desses montantes um património autónomo, gerido por uma sociedade gestora, que o aplica numa variedade de ativos financeiros.

O Património dos Fundos é dividido em partes iguais denominadas Unidades de Participação (U.P.), que, ao longo do tempo, assume valorizações diversas, conforme a evolução dos activos que compõem o fundo. A cotação das Unidades de Participação de cada Fundo resulta da divisão do valor total da carteira em cada momento pelo número de Unidades de Participação em circulação.
O Investidor participa no fundo com uma determinada quantia que é expressa em Unidades de Participação. Ou seja, cada investidor é uma espécie de co-proprietário de uma parte da carteira total do fundo. Esta carteira é habitualmente composta por ações e/ou obrigações, mas uma parcela pode também estar aplicada noutros produtos, como os depósitos a prazo.

A sociedade gestora do fundo de investimento tem de respeitar a estratégia de investimento, tal como está definida no regulamento de gestão. Se este prevê que a sociedade gestora apenas pode investir em ações portuguesas, é interdita a possibilidade de apostar em acções de outros países ou em obrigações.

As principais funções da sociedade gestora são os seguintes:
– Selecionar, adquirir e alienar os activos de cada fundo;
– Emitir unidades de participação;
– Determinar o valor das unidades de participação;
– Cumprir os deveres de informação estabelecidos por lei;
– Ter acesso ao Mercado Interbancário.

Existe uma grande variedade de fundos de investimento no mercado, e a forma mais adequada de distinguir os fundos é com base nos ativos em que investem:

Fundos de tesouraria – ativos caraterizados por uma elevada liquidez, curto prazo. Devem ter em permanência entre 50% e 85% da carteira investida em valores mobiliários e depósitos bancários com prazo de vencimento residual inferior a 1 ano. Os depósitos bancários não podem exceder 50% da carteira e não podem ter acções;

Fundos de obrigações – aplicações de curto/médio prazo, sem grande volatilidade; Fundos que investem direta ou indiretamente pelo menos 2/3 da carteira em obrigações e outros activos representativos de dívida, sem componente accionista;

Fundos de ações/Alto risco – aplicações de longo prazo; carteira composta essencialmente por ações (mínimo 2/3 da carteira) ou produtos derivados com grande volatilidade;

Fundos mistos – quando investem em obrigações e ações, definindo barreiras para o peso das aplicações na carteira;

Fundos flexíveis – quando investem em obrigações e ações e não definem barreiras para o peso das aplicações na carteira;

Fundos de fundos – têm como particularidade uma carteira composta por unidades de participação de outros fundos;

Fundos especiais de investimento – caraterizam-se por uma grande liberdade na determinação da política de investimento;

Fundos de poupança-reforma (PPR) – têm uma composição semelhante aos fundos mistos, mas a lei atribuí-lhes um estatuto especial;

Fundos de capital garantido – oferecem uma garantia total ou parcial dos montantes investidos à custa de um menor rendimento potencial.

Os fundos podem ainda ser classificados como:
Fundos Abertos – permitem subscrições e resgates das suas unidades de participação em qualquer data. (Nº de UPs é variável);

Fundos Fechados – número fixo de UPs estabelecido no momento da emissão, podendo ser aumentado de acordo com condições definidas no regulamento de gestão. O prazo de vida é definido na data de emissão e o Fundo liquida automaticamente na data de amortização definida.

As rendibilidades dos Fundos de Tesouraria tendem a evoluir na mesma tendência das taxas de juro para os prazos até um ano. Assim, numa conjuntura de subida destas taxas, a rendibilidade destes Fundos tenderá também a subir, verificando-se a mesma relação no sentido inverso.
Os fundos de acções são bastante correlacionados com os índices de referência que medem a evolução desses mercados (Benchmarks).

Para aplicar as suas poupanças em fundos de investimento, basta dirigir-se a um banco e preencher o impresso de subscrição. Em alternativa, também pode subscrever via serviço telefónico ou na Internet. Alguns também podem ser subscritos nos correios. Pode adquirir unidades de participação a partir de um valor a rondar os 500€, mas algumas sociedades gestoras estabelecem um número mínimo de UPs a subscrever.

Tal como a subscrição, o pedido de resgate pode ser feito em qualquer balcão do banco onde o fundo foi subscrito, através do serviço telefónico ou da Internet.

Os fundos de investimento não podiam deixar de estar sujeitos à conhecida regra financeira – quanto maior o risco, maior a rentabilidade. Mas a verdade é que nos fundos, nem todos os riscos são da mesma natureza. Uns provem do mercado onde se investe, outros da própria gestão do fundo. Como os fundos não têm todos a mesma composição, os riscos que correm também não são iguais. O risco de cada fundo está dependente, sobretudo, da composição da sua carteira. Um fundo de ações é sempre mais arriscado do que um fundo de tesouraria. Contudo, é preciso não esquecer que, salvo algumas exceções, os fundos de investimento não garantem nenhum tipo de rendimento, nem o reembolso do capital investido.

Mercado Imobiliário – Como garantir retornos atrativos

O mercado imobiliário português continua a constituir uma excelente opção para quem quer investir com sucesso e com segurança no retorno. De acordo com o índice do Investment Property Databank (IPD), investir em imobiliário no nosso país, ainda é mais rentável e tem um risco mais controlado do que em ações ou obrigações, especialmente se for a longo prazo.

Trata-se de um mercado que vai existir sempre procura, porque os imóveis são bens de primeira necessidade, sejam para habitação ou para desenvolver uma atividade de negócio.

Existem várias formas de obter lucro no mercado imobiliário, que podem ser as seguintes: comprar para arrendar, construir para vender/arrendar, arrendar para sub-arrendar, restaurar para vender/arrendar. Mas há alguns riscos que tem de considerar. A primeira coisa a fazer é aferir o grau de liquidez do investimento, isto é, a facilidade com que vai conseguir vender. Para isso é preciso ter conhecimentos ou pedir a opinião de quem os tem.

São muitos os fatores a considerar – a zona do imóvel é boa? Vai haver muita concorrência naquela urbanização? Qual o segmento (habitação ou lojas…)? Qual a tipologia mais procurada? Rende mais um imóvel novo ou usado? Investir não é a mesma coisa do que comprar uma casa própria. Tem também de pensar a quem vai vender.

Neste tipo de investimento, é fundamental saber identificar as diferentes oportunidades de negócio, que podem surgir em vários segmentos existentes no mercado imobiliário. Conheça estes segmentos:

HABITACIONAL
Depois da hecatombe dos anos negros da crise, quem comprou uma casa como forma de investimento pode começar a pensar em colher os frutos, pois os preços das casas já começaram a subir. E quem não comprou, ainda é uma boa altura para investir directamente em imóveis. Uma boa forma de fazer bons negócios, é adquirir casas de quem está em dificuldades financeiras, seja através de forte negociação ou dos leilões de imobiliário, que se tornaram frequentes para que os bancos possam aumentar a sua liquidez. Depois de comprar, pode restaurar as casas para arrendar. Nos arrendamentos, os fiadores e garantias nunca são demais para tentar minimizar os riscos de sofrer o incumprimento.

Pode também investir em imóveis de luxo que têm registado um elevado crescimento da procura, sobretudo devido ao Programa de visto de residência Golden Visa. Este programa concede uma Autorização de Residência aos investidores estrangeiros, na compra de um imóvel por um valor superior a 500.000 euros em Portugal.

EMPRESARIAL
No setor terciário, os empresários dos serviços necessitam de lojas e escritórios para pontos de venda e para a sede da empresa. Neste mercado existe a oportunidade de comprar edifícios para arrendar, por exemplo: negócios na área da restauração, retalho e escritórios.
Ainda de acordo com a IPD, as lojas e os centros comerciais continuam a ser os ativos com melhor rentabilidade, seguem-se os escritórios, que apesar de menos rentáveis no longo prazo apresentam um grau de risco menor do que os primeiros.

INDUSTRIAL
Em Portugal, uma das formas de apostar neste setor, é através das indústrias de valor acrescido, luxo, inovação, energias renováveis, etc… A possibilidade de reconverter os edifícios e adapta-los aos novos desafios pode trazer bons resultados. A alternativa neste mercado, seria construir armazéns para arrendar.

TERRENOS
As margens de lucro neste segmento podem ser elevadas, comprar terrenos para lotear e vender posteriormente. É perfeitamente possível, vender lotes de 500 metros quadrados por 150 000 euros. Contudo, nos dias que correm encontrar um terreno bem localizado e de grande dimensão pode ser uma miragem.

QUAIS AS VANTAGENS DE INVESTIR NO MERCADO IMOBILIÁRIO?
– Investimento seguro e retorno atrativo;
– Diversifica o portfólio de um investidor;
– Por ser um ativo tangível, pode fazer obras para valorizar o imóvel;
– É um ativo que pode gerar rendimentos constantes;
– No caso dos terrenos, pode gerar mais-valias no futuro, devido a ocupação doutros terrenos;
– Baixa volatilidade do valor do imóvel e dos rendimentos gerados.

QUAIS AS DESVANTAGENS?
– Os custos associados, como impostos sobre a propriedade;
– Regime fiscal sobre os rendimentos imobiliários pouco favorável;
– Despesas de manutenção e conservação.;
– O custo de entrada pode ser elevado;
– Se o mercado imobiliário estiver em queda, poderá ter que esperar muito tempo para obter retorno.

O que são futuros?

O contrato de Futuros é um dos instrumentos de derivados financeiros mais utilizados pelos agentes do mercado. Trata-se de um acordo contratual para a compra e venda de um determinado ativo, a ser entregue numa fixada data futura e por um preço previamente estabelecido. O ativo envolvido na transacção tanto pode ser tangível, como moeda, e mercadorias, ou intangível, como taxas de juro e índices bolsistas. Os contratos estabelecem ainda a qualidade e a quantidade do ativo subjacente – são estandardizados para facilitar a negociação.

O mercado de futuros carateriza-se pela sua habilidade em usar a alavancagem, muito mais elevada em comparação com o mercados de ações. Os Futuros podem ser utilizados para minimizar riscos ou para potencializar retornos.

Os futuros são transaccionados em mercados organizados (bolsas de valores). A bolsa é responsável por duas actividades: Transacção e Compensação.

A função da câmara de compensação é garantir que todos os agentes vão cumprir as suas obrigações, eliminando assim o risco de crédito.

No início do contrato dá-se a abertura de conta onde é depositada a margem inicial. Nesta conta faz-se o ajuste diário de perdas e ganhos, a liquidação, o encerramento e transferência de posições.

Diariamente são apurados e liquidados os ganhos e perdas nos
contratos, consoante a movimentação dos preços nos contratos tenha sido favorável ou desfavorável para as respectivas posições em aberto. O objectivo é verificar que os requisitos de margem estão dentro do intervalo especificado. Se o valor da conta for abaixo do valor estipulado para a margem de manutenção haverá uma margin call.

A título de exemplo, um produtor de arroz produz por ano 1.000.000 de sacos de arroz, que apresentam um custo de 4.000.000€. O preço de mercado atual de um saco de arroz é de 6€, então o produtor pode plantar, colher e vender o arroz, que terá um lucro de 2.000.000€. Entretanto, Existe um risco elevado do preço unitário de arroz oscilar, podendo facilmente baixar para os 3€, se ocorresse uma temporada de chuvas fortes. Se isso acontecesse, o produtor perderia 1.000.000€.

Ao pensar sobre o assunto, ele poderia desistir da agricultura, despedir os seus funcionários, vender as máquinas e aplicar o seu dinheiro num depósito à prazo ou em Certificados de Aforro, que correria muito menos riscos. Podemos dizer que isso seria prejudicial para todos – o agricultor deixaria de fazer o que gosta, os seus trabalhadores perderiam o emprego e a produção mundial de arroz diminuiria, o que poderia inflacionar desde logo o preço do arroz no mercado mundial.

Uma outra opção que este produtor de arroz tem, é fazer um hedge no mercado de Futuros. Com essa operação, ele poderá assegurar lucros, produzir alimentos e gerar postos de emprego. Para isso, bastaria que o produtor realizasse uma venda de 1.000.000 de sacos de arroz no mercado de Futuros para Novembro (o mês das colheitas), pelo preço unitário de 6,5€. Neste caso, o seu lucro fica preservado.

Numa vertente mais corrente, não existe troca física dos ativos subjacentes mas sim, a liquidação financeira pela diferença entre o preço de futuros no mercado e o preço acordado previamente.

Os custos associados à um contrato de futuros são, essencialmente, as comissões cobradas pelos intermediários financeiros. Assim, estas comissões variam de instituição para instituição e de contrato para contrato.
De uma forma geral, os intermediários financeiros cobram uma comissão que inclui os custos de compensação, liquidação e corretagem. A semelhança de outros investimentos em valores mobiliários, estes podem ainda cobrar despesas de expediente e custódia de títulos.

No que diz respeito a liquidação dos contratos é efetuada segundo liquidação financeira, ou seja, pela satisfação da diferença entre o preço fixado e o preço de referência previsto para o ativo.

Depósitos a Prazo – vantagens e desvantagens

Uma das formas de rentabilizar as suas poupanças sem correr risco de as perder, é investir nos depósitos a prazo. Estes depósitos são representados por um título, com prazo e taxa de juro próprios. Os depósitos a prazo oferecem uma taxa garantida, sabendo logo no momento da aplicação qual o rendimento que o depositante irá obter no final do prazo escolhido. Para cada depósito, o cliente pode optar pelo período que melhor se adapta ao seu plano financeiro.

Podemos dizer que um depósito a prazo é uma espécie de “empréstimo” que uma pessoa/empresa concebe a um banco, recebendo como contrapartida juros. Há benefícios para ambos: ganha o banco porque dispõe de capital adicional para a sua actividade comercial; ganha quem deposita o dinheiro porque consegue, de uma forma segura, obter uma mais-valia do seu capital.

Existe uma grande oferta de depósitos a prazo no mercado bancário, pelo que é aconselhável que faça primeiro uma pesquisa acerca das caraterísticas deste produto financeiro para que consiga avaliar qual o melhor se adapta ao seu perfil enquanto investidor. As caraterísticas mais significativas deste produto financeiro são o valor das taxas de juro aplicadas e o prazo associado a esta aplicação. Deve ter em conta estes dois fatores no momento em que decide qual o depósito mais indicado para si, bem como a indicação de que o depósito tem a garantia de reembolso.

No caso de tiver pouco dinheiro disponível, mas quer rentabilizar as suas poupanças, correndo praticamente zero riscos, investir em um depósito a prazo pode trazer um retorno mais reduzido, mas é uma aplicação segura e não acarreta despesas adicionais.

As desvantagens que estes depósitos apresentam são as taxas de juros normalmente baixas, a aplicação de penalizações em caso de precisar do dinheiro antes do prazo estipulado. Os depósitos a prazo com uma taxa mais atrativa têm por norma uma duração superior a dois anos. Na hora de investir num depósito a prazo, deve ter em atenção a taxa de inflação prevista para o mesmo período do depósito escolhido.

Em seguida, vamos realçar um conjunto de vantagens e de desvantagens dos depósitos a prazo.

As vantagens são:
– Aplicação simples e segura, é uma boa solução para rentabilizar as poupanças;
– Remuneração garantida (reembolso até 100 mil euros na eventualidade de indisponibilidade dos depósitos);
– Tem a possibilidade de escolher entre vários prazos;
– A taxa de juro aplicada é conhecida desde início, tal como os prazos, permitindo assim, calcular os resultados do investimento;
– Grande diversidade de oferta deste produto no mercado;
– Flexibilidade, possibilidade de reforço do depósito a prazo;
– Sem despesas adicionais na generalidade dos casos;

As desvantagens são:
– Baixas Taxas de juro, em comparação com outros produtos financeiros;
– Geralmente, é necessária a aplicação de depósitos com um longo período (3, 5, 10 anos…) para conseguir taxas de juro mais atrativas;
– Obrigatoriedade de manter o capital intacto na conta durante um dado período de tempo. Mexer no seu depósito a prazo pode levar a aplicação de penalizações;
– O investimento está sujeito a IRS;

Conheça também as melhores alternativas aos depósitos a prazo

Saiba o que é Forex

O termo Forex provém da expressão inglesa “foreign exchange”, que significa mercado cambial ou de divisas. O mercado cambial representa a troca de uma moeda de um país por a de outro. Outros termos frequentemente usados no que concerne ao Forex são o “Spot FX” ou somente “FX”.

O Forex é considerado o maior mercado do mundo em termos de liquidez, pois envolve transações internacionais entre instituições financeiras, estados, bancos centrais e multinacionais. A variação da taxa de câmbio entre duas moedas podem acontecer com tendências anuais, mensais, diárias ou mesmo de minutos. A tentativa de acertar nesta tendência é que leva o investidor a negociar no Forex, na expectativa de comprar e posteriormente vender a um preço maior para assim obter uma mais-valia.

O mercado cambial não está sujeito a grandes variações, mas depende bastante das políticas dos bancos centrais. Para quem quiser investir em forex, aconselhamos investir apenas em moeda de economias desenvolvidas, nomeadamente o dólar, a libra e o iene.

Existem inúmeros fatores que influenciam as flutuações cambiais. O mais importante é a oferta e a procura da moeda. Por exemplo, um aumento de emissão do euro pelo Banco Central Europeu, por si só, causa uma depreciação da moeda europeia via aumento da massa monetária em circulação.
Outros fatores que influenciam a taxa de câmbio são o nível de inflação, as taxas de juro, o sentimento dos investidores e demais dados macroeconómicos.

O Forex apresenta algumas características diferentes do mercado de acções, nomeadamente a alavancagem. Sendo o principal motivo que leve muitos investidores a perderem dinheiro neste mercado. Todas as corretoras permitem que o investidor alavanque o seu investimento. A título de exemplo, se a corretora indicar um rácio de 50:1 significa que pode alavancar 50 vezes o seu capital. Com um investimento de 500€ pode montar uma posição com uma exposição de 25 000€.

Nessa condição, o potencial de obter excelente retorno é um chamariz, uma pequena flutuação desfavorável a posição assumida pode levar a perda total do capital investido em poucos minutos.

No que diz respeito as comissões de intermediação das corretoras, estão geralmente refletidas nos preços. O intermediário financeiro acrescenta ao preço de mercado a sua margem. Se o par EUR/USD estiver a cotar 1,1755 e a margem for 2 pips significa que o preço de compra é 1,1756 e o preço de venda 1,1754. As margens nem sempre são fixas. Nas alturas de divulgação de dados económicos relevantes, a volatilidade e incerteza aumentam, as corretoras tendem subir a margem. Alguns intermediários, além da margem, cobram também uma comissão fixa.

Existem atualmente os seguintes intermediários financeiros registados na CMVM, com escritórios em Portugal, que permitem aos seus clientes transacionar nos mercados cambiais:

– Banco Best
– Banco BIG
– Dif Broker
– Fincor
– GoBulling
– Golden Broker
– IG Markets
– Orey Financial
– X-Trade Brokers

Agências de rating

As agências de rating, são empresas que realizam avaliações sobre países, instituições, empresas, e atribuem notas de risco sobre a capacidade de pagarem as suas dívidas. Ou seja, avaliam se um país ou uma empresa está em boas ou más condições para pagar o dinheiro pedido na data acordada.

Os emitentes de dívida como títulos (obrigações) podem ser países, empresas, entidades para fins especiais, administrações locais, ou organizações sem fins lucrativos. Os títulos da dívida podem ser negociados no mercado secundário. As notas atribuídas pelas agências de rating levam em consideração a capacidade do devedor de pagar a sua dívida, e afetam de forma considerável as taxas de juros exigeidas pelo mercado.

Atualmente, existem três grandes agências de rating que são a Moody’s, a Fitch Ratings e a Standard & Poors. A canadiana DBRS é a quarta maior. A classificação atribuída não é idêntica para todas as agências de rating. Para a Moody´s a melhor classificação que um uma entidade pode receber é Aaa e a pior C. Enquanto para a Fitch e a Standard&Poor´s a melhor é AAA e a pior D. A escala, no mínimo, significa alta probabilidade de não pagamento das dívidas dentro do prazo acordado e, no topo, total capacidade de pagamento.

Rendimentos ativos e rendimentos passivos

Existem duas grandes categorias de rendimentos, os rendimentos ativos e os rendimentos passivos.

Os primeiros referem-se a ganhos relativos a serviços prestados, os quais incluem salários, comissões, gorjetas, bem como outros rendimentos associados a negócios onde existe uma participação material.

Enquanto os rendimentos passivos dizem respeito a ganhos provenientes de uma atividade na qual o sujeito não está ativamente envolvido. Estes rendimentos podem ser provenientes do arrendamento de uma propriedade, de uma parceria de negócios ou outro empreendimento.

Tal como acontecem com os rendimentos ativos, os rendimentos passivos também estão sujeitos a impostos, embora possam ser tratados de forma diferente pelas Finanças/IRS.

Por fim, há várias formas simples de gerar rendimentos passivos através dos rendimentos ativos. Destaco algumas estratégias possíveis de o fazer crescer os seus rendimentos.
– As ações são os ativos que mais rendimentos passivos trazem;
– Investir nos fundos de investimento;
– Obter rendas através do arrendamento de imóveis.