7 ideias para começar o seu negócio com poucos custos

Atualmente, a dificuldade na obtenção de crédito bancário para financiar negócios, é um forte entrave para a sua ideia de negócio, mesmo que seja viável e inovadora. No entanto, consoante a natureza do projeto, é possível criar um negócio com poucos custos e obter bons resultados. Muitos empreendedores não percebem que existem muitas formas criativas de começar um projeto sem o pesado fardo de um empréstimo.

Iniciar o seu negócio em casa é a opção mais acertada, assim não tem qualquer risco associado e pode fazê-lo a tempo parcial ou mesmo a tempo inteiro. Por ser em casa tem as suas vantagens, desde logo, não necessita de pagar a renda do espaço (trata-se de um dos maiores custos de uma empresa). Você poderá poupar também em combustível, porque não irá necessitar de se deslocar para o seu local de trabalho. Ajuda ainda reduzir os custos operacionais. Isso é essencial para a lucratividade e sucesso do seu negócio a longo prazo.

Para escolher a melhor oportunidade de negócio, para aprender e ter sucesso a começar um negócio com poucos custos, implica algumas pesquisas. A ideia do seu negócio tem que ser uma solução pretendida pelos clientes para um problema concreto, e esse problema tem que despoletar um conjunto suficiente de pessoas a estarem dispostas a pagar pela solução.

Existem várias formas de descobrir uma ideia para a sua oportunidade de negócio. Pode começar por identificar problemas que você próprio gostaria de ver resolvidos, pode perguntar a outras pessoas quais os problemas mais importantes que enfrentam ou pode analisar o que já foi feito de inovador e com sucesso noutros países.

Faça a sua pesquisa de mercado e analise potenciais ideias de negócio que não envolvam grandes gastos. Conheça abaixo algumas ideias de negócio que implicam poucos ou nenhuns gastos:

1 – Vendas online
Adquira artigos em promoções, lojas em liquidação, ou em segunda mão e coloque-os à venda em sites de leilões, ou então, numa loja online própria. A alternativa é uma loja online com Drop Shipping, isso permite-lhe vender artigos sem ter stock físico.

Crie uma loja online sem precisar de nenhum conhecimento técnico com a Webnode.

2 – Construção de Sites
Se tem conhecimento na área, crie sites e rentabilize os mesmos com publicidade. Existem vários serviços que pagam por clique e que lhe geram um rendimento interessante todos os meses. Pode também construir sites para terceiros, cobrando pela construção e serviços de manutenção posteriores.

Para quem não tem conhecimentos pode recorrer a Webnode.

Se deseja mais autonomia recomendamos wordpress.org e  pode alojar/hospedar um ou vários sites na Bluehost.

3 – Tradução
Domina fluentemente algum idioma estrangeiro? Então, pode oferecer-se para prestar serviços de tradução/intérprete às empresas. Atualmente existem muitas empresas e de diversos setores de negócio a precisar de colaboradores para traduzir ou fazer revisão de textos e para acompanhar os seus clientes.

O site Freelancer pode ser um bom começo para angariar clientes.

4 – Venda de comida para fora
Se gosta de cozinhar, pode começar por confecionar jantares e entregar os seus serviços às pessoas que não têm tempo para cozinhar. Para impulsionar o seu negócio, vá até as grandes empresas na hora de almoço e ofereça pequenas amostras da sua comida, juntamente com os seus cartões. Se gostarem da sua comida, o seu negócio vai crescer num instante.

Pode fazer cartões de visita em qualquer loja de impressão na sua zona ou fazer um pedido online numa loja como 360Imprimir.

5 – Negócios relacionados com aniversários
Se gosta de trabalhos manuais, pode fazer presentes de aniversário personalizados. Fazer bolos e salgados caseiros, indicado para quem gosta de cozinhar. Para quem gosta de lidar e tomar conta de crianças pode entrar num negócio com imenso potencial e baixo investimento, aluguer de insufláveis.

As redes sociais podem ser um bom auxiliar na promoção dos seus produtos, crie uma página no Facebook e um perfil no Instagram

6 – Serviços de limpezas domésticas
Basta apenas um balde, uma esfregona, uns panos e com muito trabalho e sentido de responsabilidade, para iniciar o seu negócio em limpezas domésticas.

Pode anunciar o seu serviço de limpezas no Zaask

7 – Cuidar de animais domésticos
Muitas pessoas não têm tempo necessário para cuidar dos seus animais, dar-lhes banho, cortar-lhes as unhas e até passear com eles. Para promover o seu negócio, deixe os seus cartões de negócio em clínicas veterinárias e explique que vai às casas dos clientes para cuidar dos seus animais domésticos.

Para quem gosta de conviver com os animais será obviamente um negócio muito interessante. Todas as dicas para os negócios anteriores aplicam-se aqui também, um bom site de apresentação e um cartão de visita apelativo são obviamente bons instrumentos para ganhar a concorrência.

Agora que já conhece algumas ideias de negócio com poucos custos, faça dos seus sonhos de ter um pequeno negócio uma realidade. Você pode aprender a criar um negócio com pouquíssimo dinheiro pela redução de custos e despesas operacionais. Use a Internet para divulgar os seus serviços ou artigos, pois atualmente uma boa parte da população está confortável em fazer compras e a adquirir serviços online.

Madeira: Plataforma de Internacionalização

Numa altura em que é cada vez mais importante as empresas terem ferramentas de apoio à internacionalização, a Região Autónoma da Madeira (RAM) tem à sua disposição uma série de benefícios que permitem às empresas portugueses reduzirem significativamente os seus custos de internacionalização.

Muitos já terão ouvido falar no Centro Internacional de Negócios da Madeira (CINM) e da Zona Franca da Madeira (ZFM), que ao contrário do que se pensa não é um offshore.

Aprovados na Lei 64/2015 de 1 de Julho, alterando o Estatuto dos Benefícios Fiscais, o CINM e a ZFM são na verdade benefícios fiscais atribuídos às empresas que se fixem na RAM e cujas as atividades económicas sejam estabelecidas com entidades não residentes para efeitos fiscais.

Assim, as empresas portuguesas que pretendam internacionalizar-se em atividades de comércio internacional, e-business e telecomunicações, serviços de consultadoria e marketing, assim como a gestão de propriedade intelectual, o desenvolvimento de projetos imobiliários ou a gestão de participações sociais podem registar-se junto do CINM/ZFM e obter os seguintes benefícios:

    • IRC de 5%, o qual é aplicável a escalões de matéria colectável, sendo que os mesmos variam com a criação de postos de trabalho;
    • Regime de participation exemption português;
    • Isenção de retenção na fonte no pagamento de dividendos na proporção resultante de lucros que, ao nível da sociedade CINM, tenham sido tributados à taxa reduzida de IRC ou que, não o sendo, derivem de rendimentos obtidos fora do território português;
    • Isenção de 80% em imposto do selo sobre documentos, contratos e outros actos realizados que requeiram registo público, desde que realizados com entidades não residentes em Portugal ou licenciadas no CINM;
    • As sociedades licenciadas no CINM beneficiam igualmente de 80% de isenção de IMI e IMT devido pelas aquisições de bens imóveis destinados à sua instalação, assim como de outras taxas e impostos locais;
    • Acesso à rede de tratados de dupla tributação assinados por Portugal.

Porém, para que as empresas beneficiem dos benefícios acima enumerados têm que cumprir um série de requisitos legais, nomeadamente relacionados com a criação de postos de trabalho e mínimos de investimento.

Sendo importante referir que o CINM/ZFM encontra-se abrangido por toda a legislação fiscal e de Segurança Social portuguesas, estando ainda o mesmo licenciado ao abrigo do Direito da União Europeia e do Estatuto dos Benefícios Fiscais (EBF) sendo por isso respeitador de todas as normas nacionais e internacionais.

Posto isto torna-se claro que todas as empresas portuguesas dispõem de meios, para além dos já existentes e comumente conhecidos, na Região Autónoma da Madeira para aliviarem os custos associados à internacionalização das suas actividades de uma forma transparente e eficiente.

Falar de negócios à mesa – vantagens e desvantagens

Falar de negócios à refeição é uma tradição em muitos locais e empresas. Mas será essa a melhor abordagem para o seu negócio? Conheça as vantagens e desvantagens de falar de negócios à mesa.

VANTAGENS

Existem várias vantagens no que diz respeito a fazer uma reunião de negócios durante uma refeição. Estas incluem:

Otimização do tempo – A primeira vantagem está logo relacionada com o aproveitamento eficaz do seu tempo. Assim, se tiver o seu horário muito preenchido, pode aproveitar para ter uma refeição adequada, ao mesmo tempo que risca mais uma tarefa da sua agenda.

Maior informalidade – Falar de negócios à mesa ajuda a baixar barreiras entre os vários interlocutores, o que facilita a proximidade e familiaridade entre eles. Partilhar uma refeição enquanto se fala de negócios é assim uma forma de melhorar a comunicação entre os vários elementos.

Facilitação da negociação – Tratar de negócios pode gerar algumas tensões e conflitos. Afinal, negociar significa cedências e aproximações. Ao realizar uma negociação num ambiente mais informal e descontraído, algumas dessas tensões desaparecem, facilitando assim a negociação e reduzindo a possibilidade de ocorrência de conflitos.

Maior facilidade em avaliar – Tendo em conta o carácter mais informal e descontraído de uma negociação à mesa, torna-se mais simples avaliar as reações das várias pessoas. Dessa forma, é mais fácil avaliar o comportamento e a própria personalidade de quem está a negociar consigo.

DESVANTAGENS

Apesar de existirem diversas vantagens em falar de negócios à mesa, naturalmente que não há apenas pontos positivos associados. Conheça de seguida as desvantagens em negociar durante uma refeição.

Ruído perturbador – Se não tiver o cuidado de escolher um restaurante com um ambiente calmo e tranquilo, arrisca-se a falar de negócios à mesa com muito ruído à sua volta. Torna-se por isso mais difícil comunicar de uma forma eficaz, havendo ainda a probabilidade de ser interrompido por alguém conhecido ou pelos empregados de mesa.

Distrações – Ao contrário de uma sala de reuniões, onde se torna mais fácil todos os intervenientes focarem-se e concentrarem-se na negociação, num restaurante as distrações são várias.

Escolha do restaurante – A escolha do restaurante pode ainda ter uma influência negativa no rumo das negociações, já que a outra pessoa pode não ficar agradado com o local escolhido. Quando isso ocorre, mesmo inconscientemente, essa pessoa não estará a concentrar todas as suas energias e foco na negociação, mas também na sensação desagradável associada à escolha infeliz do restaurante.

Falta de tempo para descontrair – Uma negociação, seja à mesa ou não, é sempre trabalho. Dessa forma, e apesar de ser muito conveniente aproveitar o período de almoço ou jantar para tratar de negócios, isso também impede que possa desfrutar da sua refeição com tranquilidade.

Agora que conhece as vantagens e desvantagens de falar de negócios à mesa, deve avaliar qual a melhor escolha para si e para a sua empresa. Caso opte por reunir durante as refeições, deve ter em conta as boas maneiras e o controlo na ingestão de álcool. Afinal, deve passar para a outra pessoa uma imagem correta e profissional.

6 passos para obter lucro no seu negócio

O maior objetivo de qualquer negócio ou empresário é obter o lucro. Todavia, para que uma empresa, especialmente uma startup, se transforme num negócio sustentável e lucrativo, é preciso muito mais do que a paixão do empresário, é fundamental planear e aplicar com rigor um conjunto indispensável de estratégias.

Confira abaixo seis dicas que podem ajudar-lhe a refletir sobre as suas estratégias para obter lucro no seu negócio:

Cobrar o preço correto
Um dos erros mais comuns cometidos por novos negócios é o de tentar ganhar clientes através de uma redução enorme de preços ou mesmo de oferecer gratuitamente serviços e produtos. Estar a comercializar produtos que nem cobrem os custos, não é a melhor forma para um negócio crescer, pelo contrário, pois o preço a cobrar desde o início deve incluir uma margem de lucro.
Saiba como calcular a margem de lucro (AQUI).

O preço a cobrar tem de ter em conta todos os custos associados, e deve ponderar a sua sustentabilidade a médio longo prazo. Só depois de definir o seu preço é que deve olhar para a concorrência. Se o preço estiver muito acima da concorrência e não consegue diminuí-lo, deve tentar vendê-lo, investindo num produto diferenciador, em estratégias de marketing e em dar mais opções aos clientes.

É normal as pequenas empresas cobrar mais pelos seus produtos/serviços, os quais têm geralmente um custo unitário superior, mas têm também mais qualidade que os outros. É nesta diferença de qualidade que pode levar os consumidores estarem dispostos a adquirir artigo/serviço semelhante mais caro, pelo que se deve ter em conta o rácio qualidade/preço.

Escolher público-alvo
Uma empresa necessita de trabalhar com o tipo de cliente certo, e cobrar o preço correto ajuda a chegar ao seu público-alvo. O tipo certo de cliente para o seu negócio é aquele que intuitivamente percebe que o seu produto lhe oferece a melhor opção, que tem o dinheiro para lhe pagar, e que ainda lhe permite fidelizar enquanto cliente. Estes clientes podem ainda fazer publicidade ao seu negócio com amigos, familiares e colegas.

Na fase comercial, você tem de ver o cliente como alguém que tem uma necessidade que precisa que a mesma seja satisfeita. Quanto mais conseguir colmatar estas necessidades, mais sucesso terá nas vendas e aumentará o lucro.

Definir margem de lucro
Para um pequeno negócio obter lucro, é fundamental definir uma boa margem de lucro. Faça uma pesquisa detalhada de mercado para saber que tipo de margens pode ambicionar para o seu produto.

Pode eventualmente pensar que pode ter uma margem mais reduzida e lucrar, caso consiga efetuar um bom volume de vendas. Contudo, é necessário ponderar muito bem nesta questão, pois esse lucro pode não ser suficiente para a viabilidade financeira do seu negócio.

Fluxo de caixa
O fluxo de caixa também tem um contributo importante para o lucro. Isto significa encontrar clientes que pagam a tempo e a horas. Um dos segredos para o fluxo de caixa é o de cobrar o preço certo aos clientes. O preço certo é aquele que tem uma margem decente e simultaneamente é fácil de vender. Os clientes certos pagarão um pouco mais por algo especial que tenha para oferecer e, além disso, pagarão a tempo.

Não pense no futuro, antes de preparar o presente. É mais importante o dinheiro que você tem no banco do que potenciais vendas no futuro. Para aumentar o dinheiro no banco, concentre-se em construir um produto ou serviço que é fácil de vender a um cliente ideal. Lembre-se de não fazer um preço artificial insustentável e consequente redução de margem do lucro.

Pesquisar sobre o nicho de mercado
É também importante pesquisar e ponderar bem sobre o nicho de mercado em que vai apostar e se o mesmo tem procura. Certifique-se que não tem um número excessivo de concorrêntes. O ideal seria apostar num nicho com pouca oferta e com muita procura, o que significaria grandes lucros.

Qualidade de atendimento
Muitos clientes optam e pagam mais por um determinado bem ou serviço, quando a qualidade de atendimento é muito boa. Além disso, muito bons serviços de atendimento permitem fidelizar o cliente pelo que, além de estar a vender e a obter lucros no presente, está também a garantir o futuro de uma forma equilibrada. Caso não tenha uma boa qualidade de atendimento, dificilmente poderá obter lucro.

Como transformar uma paixão num negócio

Quantas pessoas podem dizer que adoram o que fazem? Muitos trabalham apenas para ter o dinheiro no final do mês, não retirando grande satisfação da sua atividade. E se pudesse transformar a sua paixão num negócio e viver desse rendimento? Seria fantástico, não concorda? Se tem uma paixão que gostaria de ver transformado num negócio, então conheça os passos que deve dar para o conseguir.

OS PASSOS QUE DEVE DAR PARA INICIAR UM NEGÓCIO PRÓPRIO

Antes de mais, por mais paixão que tenha por uma determinada atividade, é preciso conhecer bem todos os passos necessários para iniciar e manter um negócio próprio. De seguida poderá conhecer os vários passos essenciais para ter sucesso em transformar a sua paixão num negócio.

1 – Informar-se bem
Ninguém nasce ensinado, por isso não se preocupe se ainda se sente um pouco perdido na preparação do início do seu negócio. Não há nada como se informar e perguntar o que necessita de saber. Existe hoje muita informação disponível, bem como locais próprios de apoio ao empreendedor. Além disso, pode e deve usar a sua rede de contactos para ter acesso a pessoas familiarizadas com a área empresarial, aos quais pode pedir conselhos e orientação. Na maioria das vezes, as dicas recebidas de pessoas realmente no terreno são muito valiosas, com resultados concretos no seu sucesso.

2 – Planeamento
Não basta ter muita paixão e querer. É necessário planear bem como irá iniciar a sua empresa. A sua estrutura, como abordar o nicho de mercado, a produção (caso haja fabrico de um determinado produto), a angariação e construção de uma base de clientes, etc. Tudo isso deve ser pensado antes de levar avante o seu projeto. Planeie tudo com cuidado e atenção, para que a sua empresa tenha um funcionamento eficiente logo desde o início. O que não significa que não deve avaliar e reformular o que for necessário, numa base periódica.
Saiba mais sobre Como planear a criação de um negócio Aqui

3 – Definir uma estratégia
Qualquer empresa tem de ter uma visão e uma estratégia para o futuro. Não se chega ao sucesso de um dia para o outro, e como tal, para o alcançar é necessário definir uma estratégia que o ajude a lá chegar. Por isso é igualmente importante rodear-se por pessoas que tenham a mesma visão e que o ajudem a operacionalizar essa estratégia.

4 – Gestão de expetativas
Ter um negócio não é algo fácil. Na realidade, a maioria das pessoas prefere a segurança de um salário. É importante saber gerir expetativas pois a única segurança que existe é a qualidade do seu trabalho e da sua empresa. Emocionalmente há dias melhores e dias piores, pois haverá meses mais positivos que outros. Além disso, na grande maioria das empresas, a contabilidade apenas se torna lucrativa ao fim de 1 a 2 anos. Mas a vantagem de transformar a paixão num negócio é que estará a fazer algo que adora, o que irá ajudar imenso, seja a nível motivacional, seja a nível da qualidade do serviço ou produto que oferece.

Comportamentos que influenciam os futuros líderes

Uma das características mais importantes de uma criança é a sua capacidade de absorver e apreender novas informações. Afinal, é nesta fase que a criança se desenvolve e se prepara para ser um futuro adulto, estando por isso biologicamente preparada para recolher a maior quantidade de informação possível.

Tendo isso em conta, é fácil perceber que a educação, o contexto e o próprio comportamento das pessoas que rodeiam uma criança, têm um efeito muito forte naquilo que vão ser as características enquanto adulto. Dessa forma, o seu comportamento enquanto pai pode vir a ter um papel positivo ou negativo na capacidade de autonomia e liderança do seu filho. Conheça de seguida quais os comportamentos corretos para influenciar positivamente o seu filho, de modo a adquirir competências que façam dele no futuro um adulto empreendedor, autónomo e com capacidades de liderança.

Comportamentos que marcam os futuros líderes

A capacidade de resolver um problema é essencial na vida. Como tal, sempre que surgir um problema ao seu filho, dê tempo que ele consiga resolvê-lo sozinho, apenas ajudando em último caso.

Uma das melhores formas de aprender é com os erros. Partilhe as suas histórias menos positivas com os seus filhos de quando tinha a idade deles, procurando com eles analisar o que fez de errado e como conseguiu ultrapassar essa dificuldade. Os seus erros podem ser muito pedagógicos, se corretamente abordados.

Ser inteligente ou ter uma especial aptidão para algo não significa que a criança tenha mais maturidade. Frequentemente há pais que, por o seu filho ter boas notas na escola, descuram certas aprendizagens por considerarem que ele já tem bastante maturidade. Não confunda inteligência com maturidade.

A proteção excessiva que marca muitas relações pai/filho hoje em dia torna as crianças menos empreendedoras e demasiado receosas em arriscar. É essencial deixar a criança experimentar, com supervisão, mas sem excesso de segurança.

Quando uma criança conquista algo ou faz uma tarefa bem feita, é importante mostrar-lhe que está contente. Contudo, recompensar cada conquista positiva irá dar a ideia que na vida tudo o que faça bem terá imediatamente uma recompensa. É necessário que a criança aprenda que fazer algo bem deve ser natural e não algo especial.

A vida é feita de dificuldades, e uma criança tem de perceber que elas são naturais e uma motivação para crescer. Se for incutida desde cedo a desejar facilidades, quando aparecerem contrariedades, ela não estará mentalmente preparada para as enfrentar.

Não há melhor forma de ensinar que pelo exemplo. Não vale a pena falar tudo certo se depois faz o contrário. As crianças irão seguir, não as palavras, mas os comportamentos que veem nos seus pais. Dê o exemplo. Se mostrar aos seus filhos, através do seu exemplo, a ter atitudes corretas perante os outros, a saber lidar com os dificuldades, a procurar soluções em vez de problemas, a pedir desculpa quando fez algo errado, etc., você estará a influenciar positivamente o seu filho e a incutir nele características que farão dele um futuro líder.

Estratégias para motivar os seus funcionários

Motivação é uma das palavras-chave mais importantes para o sucesso de uma empresa. Se não tiver uma equipa motivada, não terá o comprometimento, o foco e a produtividade necessárias para levar o seu projeto ao sucesso. É por isso natural que a motivação dos funcionários se tenha tornado uma peça importante na gestão dos recursos humanos nos últimos anos.

Já lá vai o tempo em que a única motivação utilizada era o aumento salarial. Hoje em dia sabe-se que esse é apenas um fator, não sendo individualmente suficiente para aumentar a produtividade da sua empresa. Se pretende levar a sua empresa ao sucesso, então terá obrigatoriamente que ter uma estratégia de motivação dos seus funcionários, de modo a todos em conjunto “remarem para o mesmo lado”. Conheça de seguida como motivar a sua equipa de uma forma eficaz.

Pesquisas recentes mostram que entre os principais fatores que ajudam a manter a motivação em níveis adequados encontram-se o reconhecimento profissional, o ambiente de trabalho e o relacionamento entre colegas, a possibilidade de evoluir dentro da empresa, e ainda, fazer algo de que gosta. Ou seja, o dinheiro, apesar de ser naturalmente um fator importante, não é o que mais motiva as pessoas. Então, como incutir nos seus funcionários aquela vontade de trabalhar com gosto e de se sentirem bem enquanto o fazem? Saiba mais de seguida.

A qualidade de vida é hoje em dia um dos fatores mais importantes na motivação de um funcionário. Não é por acaso que, além de salários mais atrativos, muitas empresas apostem em dar todas as condições no local de trabalho para que o colaborador se sinta bem. Refeitórios, uma pequena cozinha, um aspeto agradável, um cabeleireiro, um jardim infantil, etc., são alguns exemplos, naturalmente adaptados à dimensão da empresa.

Trabalhar muitas horas não é claramente a melhor forma de se obter a produtividade necessária. As pessoas não são máquinas que quanto mais trabalhem, mais produzem. Por vezes, permitir a flexibilização do trabalho, mediante as características da empresa, pode ser a melhor forma de tirar dos seus colaboradores o máximo de produtividade.

Outro ponto que ajuda a motivar os funcionários é a possibilidade de subida na carreira. Para que um trabalhador se mantenha motivado a fazer o seu trabalho com eficácia e com qualidade, ele deve conhecer claramente qual o plano de carreira que a empresa oferece. Para isso é necessário ter uma estrutura organizada e transparente, e que esteja ao alcance de todos, mediante o seu mérito e outros critérios. Se um funcionário souber onde pode chegar e o que tem de fazer para o alcançar, irá sentir-se motivado a trabalhar.

Ser um chefe e ser um líder são coisas muito diferentes. Por exemplo, um chefe manda e um líder distribui responsabilidades. E este ponto é muito importante, pois ao criar oportunidades de liderança, um líder ensina a liderar, aumentando no funcionário a responsabilidade, as suas capacidades, e por fim, a sua motivação para a tarefa em questão.

Criar uma Sociedade Unipessoal por Quotas em 7 passos

Neste artigo, fique a par de todos os passos necessários para a criação de uma sociedade unipessoal por quotas, onde é explicado detalhadamente cada procedimento, a documentação e os custos associados.

7 PASSOS PARA CRIAR UMA SOCIEDADE UNIPESSOAL POR QUOTAS

1 – Obter certificado de admissibilidade de firma
Para abrir uma sociedade unipessoal por quotas, o empresário deve pedir o certificado de admissibilidade de firma ou de denominação de pessoa colectiva, no Registo Nacional de Pessoas Coletivas (RNPC). O RNPC avalia se a denominação pretendida dá a conhecer a realidade da empresa em questão, não induzindo em erro nem relativamente ao objeto de atividade, nem à identificação dos sócios. O custo do pedido de certificado de admissibilidade é de 75€ com o prazo de 10 dias úteis, ou 150€ para um dia útil.

2 – Fazer ato constitutivo de sociedade
O pacto ou ato constitutivo regulamenta a atividade da sociedade. Neste documento deve constar os seguintes elementos:
– Firma;
– Objeto da sociedade;
– Capital social;
– Representação dos sócios nas Assembleias Gerais;
– Sede;
– Gerência;
– Forma de obrigar a sociedade;

3 – Fazer registo comercial
O empresário poderá fazer o registo comercial da sociedade numa Conservatória do Registo Comercial, ou então num posto de atendimento Empresa na Hora. O custo de registo comercial de uma sociedade em que o capital é totalmente constituído por dinheiro é de 360€. No caso do capital da sociedade conter bens que não sejam dinheiro, aos 360€ poderão acrescentar participações sociais sujeitas a registo:

4 – Depositar o capital social da empresa
Uma vez registada a sociedade, será necessário abrir uma conta bancária destinada à empresa. O depósito do Capital Social deverá ser efetuado até ao final do primeiro exercício económico.

5 – Abrir a Atividade
A entrega da Declaração de Início de Atividade poderá ser efetuada nos serviços das Finanças, ou através da internet, no Portal das Finanças, até 90 dias após o registo no RNPC. Como as sociedades unipessoais por quotas estão enquadradas no regime de contabilidade organizada, o documento a entregar tem de ser assinado por um técnico oficial de contas (TOC).

6 – Registar na Segurança Social
A empresa deve inscrever-se na Segurança Social, num prazo de 30 dias a contar da data de início de actividade, obtendo assim o Número de Identificação na Segurança Social (NISS) para a empresa.

7 – Obter cartão da empresa
Depois de registar a empresa, consegue-se oobter o cartão da mesma. O cartão pode ser pedido online, no Portal da Empresa, ou presencialmente no RNPC, e custa normalmente 14€. Este cartão inclui os seguintes elementos:
– Número de identificação de pessoa colectiva (NIPC);
– Número de Inscrição na Segurança Social (NISS);
– Classificação Portuguesa de Atividade Económica (CAE) principal e até 3 CAE’s secundárias;
– Data da constituição da sociedade;

Saiba mais sobre a Sociedade Unipessoal por Quotas aqui

Conheça uma forma fácil de poupar nos impostos

Conseguir poupar nos impostos permite-nos usufruir mais e melhor dos nossos rendimentos. Existem formas legais de poder pagar menos impostos e reduzir a carga fiscal que recai sobre cada um de nós, bastando para isso conhecer minimamente as leis fiscais.

Nunca é de mais reforçar a ideia de que todas as dicas que vamos abordar para poupar nos impostos neste artigo, não passam por deixar de pagar impostos, mas sim reduzir os valores a pagar.
Posto isto, iniciamos o artigo por referir que, apesar de algumas despesas serem possíveis de deduzir no IRS para baixar as contribuições dos contribuintes, é complicado nos dias de hoje realizar grandes poupanças fiscais de forma simples, se bem que existem sempre formas de contornar quase tudo. O ideal é ter uma empresa, pois, desta forma, pode poupar bastante se for proprietários/sócios da mesma.

Através da criação de uma sociedade comercial, pode alcançar grandes poupanças. Contudo, para poder usufruir destas vantagens, a empresa terá de ser rentável, caso contrário, estará condenada ao insucesso. Existem imensos casos de empresas que entraram em insolvência, por empresários abusarem das estratégias para poupar no âmbito pessoal.

Não necessita de abrir contas offshore para poder pagar menos impostos, basta criar uma sociedade unipessoal. Qualquer pessoa pode ser proprietário ou sócio de empresas, inclusive os trabalhadores por conta de outrem, pois não existe nenhuma incompatibilidade. Apesar disso, antes de criar uma empresa é fundamental desenvolver uma ideia de negócio com boas possibilidades de sobreviver, que seja sustentável e que requeira baixo investimento inicial. Conheça aqui os custos para criar uma empresa.

Saiba como planear a criação de um negócio

COMO POUPAR NOS IMPOSTOS?
Partindo do princípio que quem tem menores rendimentos tem também uma carga fiscal menor, a primeira recomendação passa por reduzir os rendimentos, seja para IRS (Imposto sobre o Rendimento de pessoas Singulares) ou IRC (Imposto sobre o Rendimento de pessoas Colectivas), Esta dica poderá fazer todo o sentido para quem obtém rendimentos elevados. Existem muitas formas de compor os rendimentos tendo como a finalidade sermos tributados apenas pelo que queremos. Criar uma empresa unipessoal é uma dessas formas. Este artigo tem como objetivo demonstrar as formas legais de poder pagar menos impostos através da criação de uma empresa.

Antes de mais, vale a pena perceber as diferenças entre os conceitos – finanças pessoais e finanças empresariais, para fazer uma boa gestão do património pessoal e dos rendimentos que se usufrui. É necessário também haver uma mente aberta para tirar proveito destes conceitos.

Finanças Pessoais (foro pessoal – Pessoa Singular) – Correspondem aos rendimentos que entram na esfera pessoal e são tributados através de IRS, com taxas progressivas consoante o nível do rendimento que a pessoa aufere, ou seja, quanto mais se ganha mais se paga. A taxa máxima pode chegar aos 48% (inclui a sobretaxa extraordinária do IRS de 3,5%).

Finanças Empresariais (contabilidade organizada – Pessoa Colectiva) – São os rendimentos provenientes de atividades comerciais, industriais, que são tributados através de IRC. A taxa situa-se em torno dos 25,5% (inclui a Derrama – imposto municipal sobre o lucro tributável das empresas). Com a Reforma do IRC introduzida em 2014, está prevista uma descida gradual da taxa para 17% em 2019, fixando-se atualmente em 21%.

Perceber as diferenças entre ser tributado através de IRS ou de IRC é o ponto-chave. O IRS incide sobre todos os rendimentos (o dinheiro que recebe), enquanto o IRC recai sobre o lucro (o dinheiro que sobra). No caso da pessoa singular, não interessa se gastou o dinheiro ou se o investiu, a partir do momento que entra na esfera pessoal está automaticamente sujeito a imposto, pois este é-lhe tributado à entrada. Já no caso da pessoa coletiva, o imposto incide sobre o lucro tributável. Assim quanto mais gastar, ou dito por outras palavras, quanto mais despesas tiver, menos impostos pagará. As despesas reduzem os resultados financeiros (proveitos – custos = resultados financeiros).

Tal como no IRS, no IRC existe também uma lista de benefícios que os empresários podem deduzir na sua fatura fiscal. Os benefícios são mais significativos quando falamos de micro e pequenas empresas. Desde logo, o regime simplificado, que pode ser mais favorável quando a rentabilidade efetiva do negócio é superior às rentabilidades-padrão, previstas para cada tipo de atividade e sobre as quais incidirá a tributação. A esta vantagem junta-se a ausência de tributação autónoma sobre algumas despesas.

No entanto, o lucro tributável inclui despesas não dedutíveis fiscalmente, que sujeitam a tributação autónoma, podendo assim agravar o imposto a pagar, como é o caso dos automóveis. Na hora de distribuir os lucros, se o dinheiro atribuído ao sócio, ficar “dentro” da empresa não necessitará de pagar o IRS, ou seja, a poupança total em fonte de IRS, evitando assim a dupla tributação dos resultados.

Uma outra ideia a ter em conta, é a tributação sobre as mais-valias resultantes em investimentos, como depósitos a prazo, ou instrumentos bolsistas, nos quais a taxa liberatória é de 28%. Estes valores podem ser deduzidos em fonte de IRC, se forem realizados em nome da empresa.

Portanto, não é difícil perceber que quando se envia despesas do foro pessoal para uma empresa, ocorrem poupanças nos impostos. Tudo dentro da legalidade, claro. A título de exemplo, os bens que podem ter utilização pessoal e profissional, como são os automóveis, as motas, os computadores, os telemóveis, entre outros.

A compra de automóveis através de empresas é uma prática bastante comum. De seguida, vamos demonstrar esta vantagem. Quando compra um carro através de uma sociedade comercial, o valor de aquisição pode ser amortizado como um custo (no caso dos veículos comerciais), também poder-se-á deduzir o IVA. Essa dedução é de 100% para os veículos comerciais, eléctricos e híbridos plug-in, e 50% para os carros a GPL, cujo valor de cada veículo não ultrapasse os 50.000€. A desvalorização e manutenção estão a cargo da empresa, assim como todas as despesas associadas a este.

Com a introdução da reforma Fiscalidade Verde, atribui-se, pela primeira vez, a dedutibilidade à viaturas de passageiros, pois até então, apenas os veículos comerciais de até três lugares podiam reaver os 23,25% de IVA liquidados aquando da aquisição da viatura.

Assim, se comprar um veículo comercial ou um carro “amigo do ambiente” (saiba mais aqui) em nome da empresa, que custa 25.000€, por exemplo, pagará menos de 20.000€ com a dedução no IVA. Mas se pretender adquirir esta viatura para uso pessoal com recurso à distribuição de lucros, a empresa terá de ter 50.000€ de lucro para atribuir 25.000€ ao sócio (ex: uma empresa composta por 2 sócios).

Quando um particular compra um automóvel novo, está a utilizar “dinheiro” que já pagou impostos, isto é, o custo da viatura por esta via torna-se ainda mais elevado, por causa da dupla tributação. O pior é que ao fim de alguns anos e por força da desvalorização, o automóvel vale pouco mais do que nada.

É importante reter que os lucros das empresas não devem ser distribuídos. Devem sim, ficar dentro da empresa, para serem reinvestidos e utilizados. Podem até ser aplicados em depósitos a prazo. Porém existe uma grande diferença entre pagar do meu “próprio bolso” iphones ou computadores e ser a minha empresa a fazê-lo. Uma coisa é pagar com dinheiro que já foi tributado, outra é pagar e deduzir esse custo aos impostos.

Então para comprar qualquer coisa é bom que seja uma empresa a fazê-lo, paga-a e fica com o risco. A empresa é a proprietária do bem, mas quem a utiliza são as pessoas. Logo, podemos concluir que até é fácil poupar nos impostos, mas só para quem é detentor de uma empresa.

A importância da inteligência emocional para o sucesso profissional

Cada vez mais existe a preocupação das empresas em selecionar as suas equipas de trabalho, não apenas tendo em conta as suas competências técnicas, mas também as suas competências comportamentais e emocionais. Hoje em dia, com a qualidade da formação dos cursos profissionais ou universitários, é fácil encontrar trabalhadores tecnicamente qualificados ou preparados para serem treinados numa determinada função. Já encontrar profissionais com um determinado perfil psicológico, não é tão fácil. Conheça de seguida a importância da inteligência emocional para o sucesso profissional.

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL NO SUCESSO PROFISSIONAL

Ter um perfil psicológico e emocional adequado é hoje em dia quase tão importante quanto as suas competências técnicas. É muito fácil encontrar trabalhadores tecnicamente irrepreensíveis, mas que no entanto, não se conseguem adaptar aos vários contextos de trabalho, criam resistências à organização onde estão inseridos e com os clientes, trabalham mal em equipa, não criam bom ambiente, têm dificuldade em comunicar, etc. Estes trabalhadores, apesar de estarem a nível de conhecimentos e técnicos muito bem preparados, têm no entanto uma baixa inteligência emocional.

O perfil desejado hoje em dia pela maioria das empresas privilegia pessoas com competências sociais e emocionais, que ajudem a criar um bom ambiente de trabalho, mas também, motivados para superar dificuldades. Dessa forma, competências como empreendedorismo, superação, adaptação, comunicação, por exemplo, são muito procurados na hora de seleção de candidatos. De seguida pode conhecer quais as competências que compõem a chamada inteligência emocional.

Inteligência Emocional – competências
Apesar da maior ou menor preparação técnica e a nível de conhecimentos na sua formação inicial, estudos recentes mostram que a grande diferença entre obter maior ou menor sucesso profissional se deve a fatores associados às competências comportamentais de cada pessoa. O conjunto destas competências compõem a inteligência emocional. Esta é formada por 5 principais componentes:

Autocontrole – Capacidade de controlar as suas emoções.
Auto-motivação – Capacidade de conseguir motivar-se a si próprio para realizar uma dada tarefa, seja qual for o contexto.
Empatia – Capacidade de comunicar e de criar bom ambiente com as pessoas que o rodeiam.
Auto-perceção – Capacidade de saber avaliar-se a si mesmo e de ter consciência dos seus comportamentos nas várias situações da vida.
Práticas sociais – Capacidade para trabalhar em equipa e para criar relacionamentos interpessoais.

Estes componentes são essenciais para um perfil adequado a um trabalhador. Se sente que alguns destes componentes estão em falta, é altura de melhorar as suas competências, de modo criar melhores condições para o seu sucesso profissional.

Competências essenciais para o sucesso profissional
As competências seguintes são fundamentais para ter um percurso bem-sucedido a nível profissional, mas em muitos casos, também a nível pessoal. Avalie-se a si próprio e defina quais as suas falhas. Caso alguma das seguintes competências estejam em falta, é altura de iniciar um processo de desenvolvimento pessoal, de modo a ser competitivo no mundo do trabalho. Assim, as competências consideradas essenciais para ter um perfil com inteligência emocional são:

– capacidade de negociação e de adaptação
– capacidade de criatividade e de inovação
– conhecimentos básicos na gestão de negócios e em tendências sociais
– atitude profissional empreendedora e positiva
– capacidade para trabalhar em equipa e de relacionamento interpessoal
– capacidade de comunicação interpessoal e de persuasão
– capacidade de concentração e foco.