Conheça 11 dicas para poupar nos seguros

A solução para poupar nos seguros não passa necessariamente por eliminá-los da sua lista de despesas, mas sim por saber como cortar nos prémios que paga e no supérfluo.

As despesas com os seguros de vida, automóvel, saúde e casa fazem parte dos orçamentos de muitas famílias, mas se os seguros não forem adequados às suas necessidades podem representar um gasto muito maior àquele que deveria ter. Se alguns são obrigatórios por lei, como o seguro automóvel RC, outros são exigidos, por exemplo, aquando da compra de casa (seguro multirriscos habitação e seguro de vida).

Existe uma grande diversidade de oferta de seguros no mercado, pelo que é fundamental saber escolher o mais adequado às necessidades, para poupar no prémio de seguro a pagar.

Conheça 11 dicas para conseguir reduzir despesas com seguros:

Avalie as suas necessidades

Se vai contratar um seguro, a primeira coisa a fazer é avaliar as suas necessidades, ou seja, deve procurar saber concretamente qual o risco que pretende segurar. Por exemplo: o seguro de vida associado ao crédito à habitação – se o seu objetivo é apenas assegurar que a casa fique paga em caso de morte ou invalidez, pode ser mais vantajoso, você optar pela atualização do prémio do seguro ao capital em dívida. Isto porque o prémio vai reduzindo à medida que vai liquidando o crédito.

Faça pesquisas e simulações

Faça a prospeção do mercado, explorando toda a potencialidade da internet. Faça várias simulações, já que muitas seguradoras disponibilizam simuladores nos seus sites, e compare as diferentes propostas.

Evite a duplicação de coberturas

Ao não fazer uma avaliação prévia das necessidades e da sua carteira de seguros, inconscientemente, acaba por incorrer no risco de estar a contratar uma mesma cobertura em mais do que um seguro. Como as indemnizações não são cumulativas, pelo que estar a pagar duas vezes, torna-se um grande desperdício de dinheiro.

Contrate apenas o essencial

Não se deixe dominar pelo seu lado emocional, procure fazer uma escolha racional e saiba o que está a contratar. Deve contratar apenas as coberturas que identificou como necessárias.

Procure mediadores

Procurar um mediador de seguros também lhe pode ajudar a poupar dinheiro, pois geralmente, os mediadores conseguem preços mais competitivos em relação ao balcão. Além disso, podem proporcionar um atendimento personalizado, conseguindo adequar melhor o seguro às suas necessidades.

Low cost

Por norma, as companhias de seguros ‘online’ ou por ‘telefone’ conseguem apresentar preços mais baixos do que as seguradoras tradicionais, devido ao facto de terem menores custos. Se é daquelas pessoas que gosta de tratar de todo o processo sozinho, faça uma pesquisa por estas seguradoras.

Aproveite as promoções

Esteja atento e aproveite as campanhas de promoções das seguradoras. Em alguns casos, as poupanças face aos preços normais são consideráveis. Além disso, se é sócio de algum clube, ou tem algum cartão de descontos, verifique se há alguma parceria com seguradoras que lhe permite baixar o prémio do seguro.

Em pacote é mais barato

Num modo geral, as seguradoras oferecem descontos caso compre um pacote de produtos. Contratar o seguro de vida, carro, saúde, casa ou até viagens na mesma companhia pode ficar mais barato do que ter espalhado por várias seguradoras. Faça as contas e se compensar, consolide tudo na mesma companhia de seguros.

Fracionamento anual

Na maioria dos casos, escolher a opção do pagamento anual torna-se mais barato do que optar por um fracionamento semestral ou mensal. Sendo que as diferenças em termos de custo total dependem de seguradora para seguradora.

Opte por débito direto

Optar por débito direto pode ser outra forma de poupar nos seguros. Normalmente, as seguradoras oferecem condições favoráveis a quem opte por esta modalidade de pagamento.

Cartões de crédito com seguro

Muitos cartões de crédito apresentam benefícios associados à sua utilização, nomeadamente, a possibilidade de adquirir gratuitamente um seguro de viagem, caso pague a sua viagem através do cartão.

O que fazer para deixar de pensar no dinheiro aos 40

Nos primeiros anos de vida profissional a tentação é para aproveitar ao máximo os rendimentos do trabalho. E na realidade, quando se começa a trabalhar é natural e desejável que tenha um estilo de vida adequado aos seus rendimentos e que o motive para trabalhar ainda mais. Contudo, é igualmente importante começar a pensar no futuro, para que possa deixar de ter preocupações financeiras mais tarde. Saiba mais sobre o que fazer para deixar de pensar no dinheiro aos 40.

A poupança é fundamental

A poupança, quer se queira, quer não, é a forma mais fácil de chegar aos 40 sem precisar de ter grandes preocupações de dinheiro. A não ser que tenha muita sorte e ganhe algum prémio de lotaria, ou então, faça um investimento muito acertado, a verdade é que é preciso saber poupar para precaver o futuro.

Todos os dias irá aparecer tentações para gastar o seu dinheiro, seja um jantar fora ou numa peça de roupa de estação. Mesmo que seja muito poupado, é natural que de vez em quando caia na tentação. Como tal, a primeira dica é ser disciplinado com as suas poupanças. Uma estratégia que resulta na perfeição é fazer uma poupança mensal. E para que esta não falhe, deve vê-la como se fosse um gasto obrigatório. Assim, deve definir um montante que possa despender todos os meses, e colocá-lo de parte numa conta própria. Se for disciplinado, ao fim de 10 ou 20 anos, terá uma maquia bastante considerável, que lhe permitirá ficar mais desafogado aos 40.

7 dicas úteis para o manter disciplinado e conseguir poupar o máximo possível

– antes de comprar, analisar sempre se realmente precisa desse produto ou serviço;
– apenas aproveitar promoções de produtos que já iria levar à partida;
– analise sempre as suas emoções, e procure perceber se está a fazer uma compra inteligente ou simplesmente uma compra emocional;
– defina metas anuais, como por exemplo umas férias ou algo que você ou a sua família queiram muito, pois ajudará a manter-se disciplinado em relação ao seu dinheiro;
– apontar todos os gastos mensais, de modo a ter uma maior perceção do que gasta e um controlo maior sobre as despesas da sua casa;
– adotar medidas de poupança de eletricidade e água em casa, que muitas vezes são suficientes para poupar muito dinheiro até ao fim de um ano;
– especialmente em compras com alguma dimensão, nunca deve comprar no momento, esperar sempre 24 horas até realmente tomar a decisão final.

Como certamente já percebeu, o segredo para não ter que pensar no dinheiro nos 40 é saber poupar. No processo de poupança a disciplina é fundamental, simplesmente não pode gastar mais do que ganha, se acha que não está a obter rendimentos suficientes para poder poupar, então está na altura de analisar bem as suas despesas, haverá algum desperdício? Experimente colocar no início de mês a poupança parte e emagreça o orçamento mensal.

Está disposto a trabalhar mais? Procure um part-time, há cada vez mais oportunidades de trabalho complementares ao emprego habitual seja numa empresa ou como freelancer, que pode aproveitar para aumentar os seus rendimentos, e assim, aumentar as suas poupanças para o futuro.

Siga as nossas dicas de como fazer para deixar de pensar no dinheiro aos 40, e comece a preparar o seu futuro.

7 ideias para começar o seu negócio com poucos custos

Atualmente, a dificuldade na obtenção de crédito bancário para financiar negócios, é um forte entrave para a sua ideia de negócio, mesmo que seja viável e inovadora. No entanto, consoante a natureza do projeto, é possível criar um negócio com poucos custos e obter bons resultados. Muitos empreendedores não percebem que existem muitas formas criativas de começar um projeto sem o pesado fardo de um empréstimo.

Iniciar o seu negócio em casa é a opção mais acertada, assim não tem qualquer risco associado e pode fazê-lo a tempo parcial ou mesmo a tempo inteiro. Por ser em casa tem as suas vantagens, desde logo, não necessita de pagar a renda do espaço (trata-se de um dos maiores custos de uma empresa). Você poderá poupar também em combustível, porque não irá necessitar de se deslocar para o seu local de trabalho. Ajuda ainda reduzir os custos operacionais. Isso é essencial para a lucratividade e sucesso do seu negócio a longo prazo.

Para escolher a melhor oportunidade de negócio, para aprender e ter sucesso a começar um negócio com poucos custos, implica algumas pesquisas. A ideia do seu negócio tem que ser uma solução pretendida pelos clientes para um problema concreto, e esse problema tem que despoletar um conjunto suficiente de pessoas a estarem dispostas a pagar pela solução.

Existem várias formas de descobrir uma ideia para a sua oportunidade de negócio. Pode começar por identificar problemas que você próprio gostaria de ver resolvidos, pode perguntar a outras pessoas quais os problemas mais importantes que enfrentam ou pode analisar o que já foi feito de inovador e com sucesso noutros países.

Faça a sua pesquisa de mercado e analise potenciais ideias de negócio que não envolvam grandes gastos. Conheça abaixo algumas ideias de negócio que implicam poucos ou nenhuns gastos:

1 – Vendas online
Adquira artigos em promoções, lojas em liquidação, ou em segunda mão e coloque-os à venda em sites de leilões, ou então, numa loja online própria. A alternativa é uma loja online com Drop Shipping, isso permite-lhe vender artigos sem ter stock físico.

Crie uma loja online sem precisar de nenhum conhecimento técnico com a Webnode.

2 – Construção de Sites
Se tem conhecimento na área, crie sites e rentabilize os mesmos com publicidade. Existem vários serviços que pagam por clique e que lhe geram um rendimento interessante todos os meses. Pode também construir sites para terceiros, cobrando pela construção e serviços de manutenção posteriores.

Para quem não tem conhecimentos pode recorrer a Webnode.

Se deseja mais autonomia recomendamos wordpress.org e  pode alojar/hospedar um ou vários sites na Bluehost.

3 – Tradução
Domina fluentemente algum idioma estrangeiro? Então, pode oferecer-se para prestar serviços de tradução/intérprete às empresas. Atualmente existem muitas empresas e de diversos setores de negócio a precisar de colaboradores para traduzir ou fazer revisão de textos e para acompanhar os seus clientes.

O site Freelancer pode ser um bom começo para angariar clientes.

4 – Venda de comida para fora
Se gosta de cozinhar, pode começar por confecionar jantares e entregar os seus serviços às pessoas que não têm tempo para cozinhar. Para impulsionar o seu negócio, vá até as grandes empresas na hora de almoço e ofereça pequenas amostras da sua comida, juntamente com os seus cartões. Se gostarem da sua comida, o seu negócio vai crescer num instante.

Pode fazer cartões de visita em qualquer loja de impressão na sua zona ou fazer um pedido online numa loja como 360Imprimir.

5 – Negócios relacionados com aniversários
Se gosta de trabalhos manuais, pode fazer presentes de aniversário personalizados. Fazer bolos e salgados caseiros, indicado para quem gosta de cozinhar. Para quem gosta de lidar e tomar conta de crianças pode entrar num negócio com imenso potencial e baixo investimento, aluguer de insufláveis.

As redes sociais podem ser um bom auxiliar na promoção dos seus produtos, crie uma página no Facebook e um perfil no Instagram

6 – Serviços de limpezas domésticas
Basta apenas um balde, uma esfregona, uns panos e com muito trabalho e sentido de responsabilidade, para iniciar o seu negócio em limpezas domésticas.

Pode anunciar o seu serviço de limpezas no Zaask

7 – Cuidar de animais domésticos
Muitas pessoas não têm tempo necessário para cuidar dos seus animais, dar-lhes banho, cortar-lhes as unhas e até passear com eles. Para promover o seu negócio, deixe os seus cartões de negócio em clínicas veterinárias e explique que vai às casas dos clientes para cuidar dos seus animais domésticos.

Para quem gosta de conviver com os animais será obviamente um negócio muito interessante. Todas as dicas para os negócios anteriores aplicam-se aqui também, um bom site de apresentação e um cartão de visita apelativo são obviamente bons instrumentos para ganhar a concorrência.

Agora que já conhece algumas ideias de negócio com poucos custos, faça dos seus sonhos de ter um pequeno negócio uma realidade. Você pode aprender a criar um negócio com pouquíssimo dinheiro pela redução de custos e despesas operacionais. Use a Internet para divulgar os seus serviços ou artigos, pois atualmente uma boa parte da população está confortável em fazer compras e a adquirir serviços online.

Como gerir multitarefas e ser produtivo

Saber lidar com várias tarefas ao mesmo tempo é uma das competências mais essenciais nos dias que correm. Contudo, lidar com multitarefas não é fácil, podendo facilmente deixar o tempo fugir ao seu controlo. Para que consiga organizar-se para realizar corretamente as várias tarefas à sua responsabilidade, deixamos de seguida algumas dicas que consideramos úteis para si.

8 DICAS PARA LIDAR COM MULTITAREFAS

O mercado de trabalho nos dias de hoje exige cada vez mais dos seus profissionais. Além de um bom desempenho numa determinada tarefa, pede ainda que estejam em constante atualização, interagindo e interessando-se por diferentes assuntos da área, mas também, que sejam capazes de se adaptar às várias necessidades que surjam. É preciso por isso saber lidar com as diferentes fontes de informação e saber organizar de forma assertiva o seu tempo de modo a ser produtivo. Conheça de seguida várias dicas sobre como lidar com multitarefas.

1 – Saber lidar com multitarefas não significa fazer tudo ao mesmo tempo. Um exemplo comum é o estudante que tenta estudar com a televisão ligada e a trocar mensagens escritas. Por mais que ele diga que consegue, a produtividade é muito menor pois a sua atenção está dividida em vez de estar focada. Por isso, se tiver que realizar várias tarefas, organize o seu tempo de modo a conseguir fazê-las todas, mas uma de cada vez, com a sua total atenção.

2 – Durante o horário de trabalho, feche todas as páginas da internet que não sejam absolutamente essenciais para o seu trabalho.

3 – Qual a hora em que trabalha melhor e mais focado? É nessa que deverá dedicar para as tarefas mais difíceis ou que lhe custem mais a fazer. Já nos períodos menos produtivos pode realizar tarefas mais leves e fáceis.

4 – Crie uma lista de tarefas e objetivos para cada dia, priorizando-os. Dessa forma, consegue mais facilmente visualizar aquilo que tem de fazer.

5 – Terminar rapidamente uma tarefa não significa fazê-la com qualidade. Por isso, prefira ser lento quando tal é necessário, de modo a concluir a sua tarefa de forma satisfatória. Muitas vezes o rápido transforma-se em lento, pois certas tarefas mal concluídas podem ter que ser repetidas.

6 – Não perca tempo com o seu email. Logo que recebe um com informação importante, aja imediatamente sem perder tempo com emails desnecessários. Caso seja algo que necessite de maior atenção, sem ser necessário uma ação imediata, guarde nas suas tarefas pendentes e passe à frente.

7 – Saber priorizar é essencial. Organize as tarefas que tem de realizar da mais importante para a menos importante, e siga essa ordem. Este ponto é essencial para o planeamento e sucesso do seu trabalho.

8 – Sempre que encontrar um endereço de um site que se lhe seja útil coloque-o nos marcadores do seu browser. Isso irá poupar tempo numa próxima vez que necessite, não gastando tempo desnecessário a pesquisar num motor de busca.

Siga as nossas dicas e aprenda a saber lidar com as multitarefas no seu local de trabalho, ou mesmo no dia a dia em sua casa.

Os impactos da Taxa Euribor negativa na vida das famílias

Nos últimos anos a evolução das taxas Euribor tem tido uma tendência claramente de descida, atingindo níveis historicamente baixos, provocada sobretudo pelas medidas expansionistas tomadas pelo Banco Central Europeu (BCE). A descida para valores negativos ocorre depois do BCE ter cortado a taxa de depósito para -0,2% (atualmente, -0,4%), desincentivando os bancos a depositar dinheiro no banco central, e com o plano de compra alargada de ativos em execução, para fomentar o crescimento económico.

A Euribor é bastante utilizada como taxa de referência em empréstimos hipotecários e depósitos a prazo. Numa altura em que as taxas Euribor continuam a cair, com todas as taxas a fixarem-se abaixo de zero, vale a pena colocar a seguinte questão: Quais as consequências para os depósitos e os créditos que estão associados a estas taxas? Neste artigo, vamos tentar explicar esta situação, abordando a questão das consequências das Euribor negativas para os titulares de depósitos a prazo e/ou créditos.

O que é a Euribor?

As taxas Euribor (Euro Interbank Offered Rate) baseiam-se na média das taxas de juros praticadas em empréstimos entre bancos no mercado interbancário por mais de 50 bancos europeus. Em Portugal, a Caixa Geral de Depósitos faz parte deste painel. A Euribor existe desde 1999, e as suas taxas são divulgadas e transmitidas a todas as partes participantes e imprensa, em todos os dias úteis da semana.

Atualmente, existem 8 taxas Euribor que são as seguintes:
Euribor 1 semana
Euribor 2 semanas
Euribor 1 mês
Euribor 2 meses
Euribor 3 meses
Euribor 6 meses
Euribor 9 meses
Euribor 12 meses

O nível atual das taxas Euribor

A evolução do nível das taxas Euribor é, em primeiro lugar, determinada pela lei de oferta e procura, pois trata-se de uma taxa de juro do mercado que é composta por um grande conjunto de instituições bancárias. Contudo, existem outros fatores externos que influenciam o desempenho da taxa Euribor, tais como o crescimento económico e a inflação.

Atualmente, todas as taxas Euribor encontram-se em terreno negativo e tudo indica que a tendência de queda vai-se manter. Isto por causa da indicação dada pelo presidente do BCE, Mario Draghi, para aumentar a compra alargada de ativos de 60 mil milhões de euros para 80 mil milhões por mês, a partir de Abril de 2016. No entanto, as medidas do BCE poderão ter alguma flexibilidade para fazerem face à evolução de indicadores como a inflação e a evolução da concessão de crédito bancário na Zona Euro.

– A Euribor a 1 mês que desceu para valores negativos pela primeira vez em Janeiro de 2015, fixa-se atualmente em -0,34%;

– A Euribor a 3 meses, em valores negativos desde Abril de 2015, está em -0,25%. De acordo com os dados do Banco de Portugal (BdP), a Euribor a 3 meses era o referencial de 41,5% dos contratos de crédito habitação em Portugal;

– A taxa Euribor a 6 meses, a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação (mais de 50% dos contratos, segundo BdP), caiu para terreno negativo pela primeira vez em Novembro de 2015 e fixa-se atualmente em -0,14%;

– A Euribor a 9 meses, que caiu para valores negativos pela primeira vez em Novembro de 2015, está fixada em -0,075%. Depois de uma ligeira inversão da trajectória de descida, alcançando terreno positivo em Dezembro, a Euribor a 9 meses voltou para valores abaixo de zero a 07 de Janeiro nos quais se tem mantido desde então;

– A Euribor a 12 meses que desceu para valores negativos pela primeira vez a 05 de Fevereiro de 2016, está atualmente em -0,011%;

O impacto da Taxa Euribor negativa nos depósitos a prazo

Para além do mercado interbancário, existem outras alternativas de financiamento para os bancos como, por exemplo, através da captação de depósitos.

Quando uma pessoa aplica as suas poupanças num depósito a prazo, está na verdade, a emprestar dinheiro ao banco. O nível da taxa Euribor e a taxa de juros do depósito a prazo atribuídos estão fortemente relacionados, isto porque os bancos podem optar entre o empréstimo de dinheiro de outros bancos (a taxa Euribor) ou o empréstimo do aforrador. A taxa de juro relativa ao depósito a prazo atribuída pelos bancos é normalmente mais baixa do que a taxa Euribor, pois a diferença é a “margem de lucro para o banco”. Quando a Euribor desce, as margens do banco também descem. Por isso, é normal quando as taxas Euribor descem, os bancos também decidem baixar as suas taxas de juros dos depósitos a prazo ou contas poupança.

Estando a taxa abaixo de zero, seria de pensar que em alguns casos os depositantes, em vez de receber, poderiam ter de pagar alguns juros ao banco, ora isso nunca vai acontecer, porque os depósitos a prazo são aplicações com capital garantido.

As taxas de juros que os bancos estão a oferecer para os depósitos a prazo tocam em mínimos históricos. Por exemplo, a taxa média aplicada para depósitos a 12 meses é menos de 1%.
Conheça algumas alternativas para os depósitos a prazo com capital garantido (AQUI)

O impacto da Taxa Euribor negativa no crédito habitação

O cálculo da revisão da prestação mensal do crédito é baseado na média da Euribor de um período mínimo – habitualmente de 30 dias úteis, que antecedem o mês anterior a da revisão, acrescido do spread fixo (margem de lucro) contratado. Para os empréstimos indexados à Euribor a 3 meses, a revisão é feita trimestralmente. Num contrato feito em Abril, a atualização acontecerá em Julho, Outubro, Janeiro e novamente em Abril. Para os empréstimos indexados à Euribor a 6 meses, ou 12 meses, essas revisões são feitas semestralmente e anualmente, respetivamente.

Para quem tem crédito a habitação indexado a taxa Euribor a 12 meses, que está abaixo de zero desde Fevereiro, na próxima revisão os valores negativos já poderão começar a refletir-se na prestação do crédito. Até porque os Forward Rates Agreements (FRA), uma espécie de contratos de futuros em que os investidores apostam no nível futuro da taxa de juro, negoceiam em terreno negativo até 2017. Se essa expetativa se concretizar, o valor do indexante negativo terá de ser subtraído ao spread. Por exemplo, se a média mensal da Euribor a 12 meses descesse para -0,015% e se o seu spread fosse de 0,2%, ficaria a pagar 0,185% de juros.

O Banco de Portugal já fez saber que os bancos têm mesmo de aplicar as taxas de juros negativas. Voltando ao exemplo acima, se a taxa Euribor baixasse para os -0,3% e o seu spread fosse de 0,2%, não só não pagará juros nas suas prestações mensais, como a instituição financeira ainda terá de abater essa diferença de 0,1% no capital em dívida. Recorde-se que a prestação do crédito é composta pelo pagamento do juro (Euribor + spread) mais amortização de capital.

Com a obrigatoriedade dos bancos de terem de aplicar os valores negativos da Euribor nos empréstimos, o impacto na vida das famílias que têm crédito habitação para amortizar, é cada vez maior. Por exemplo se a média mensal da Euribor fosse de -0,01% no próximo mês, a descida da prestação para quem tivesse um empréstimo de 150 mil euros a 30 anos indexado a Euribor a 6 meses com spread de 1%, seria de cerca de 4,6 euros, segundo a simulação feita pela Deco. Ainda de acordo com a mesma fonte, um cliente com um crédito com valor, prazo e spread iguais aos da simulação, paga atualmente (após a revisão de Dezembro) quase menos 24 euros do que pagava em Dezembro de 2013. E se compararmos com o que era pago há 4 anos, em 2012, a diferença é ainda maior: mais de 100 euros.

Saiba tudo sobre os Certificados do Tesouro Poupança Mais

Os Certificados do Tesouro Poupança Mais (CTPM) são um produto de poupança criado pelo Estado português e destinado aos particulares. Com estes novos certificados do tesouro, o principal objetivo do Estado é incentivar o investimento dos aforradores em instrumentos de financiamento da dívida pública.

A subscrição pode ser efetuada nos CTT, ou através do AforroNet – Sistema de Subscrições On-line do IGCP, e o montante mínimo é de 1000€. O prazo do investimento é de cinco anos, paga juros anuais a taxa crescente e o capital está garantido na sua totalidade.

Confira abaixo as taxas de juro fixas anuais
Primeiro ano:1,25%
Segundo ano: 1,75%
Terceiro ano: 2,25%
Quarto ano: 2,75%
Quinto ano: 3,25%

Nos dois últimos anos, podem ainda acrescer um prémio adicional, em função do crescimento médio real do Produto Interno Bruto (PIB).

Estes certificados do tesouro não permitem reforços de capital, ou seja, cada entrega corresponde a uma nova subscrição, o que é uma desvantagem para quem pretenda fazer entregas de pequeno montante.

RISCO DE CAPITAL
Tal como foi referido acima, esta aplicação tem capital garantido, ou seja, quem investir em Certificados do Tesouro Poupança Mais não vai correr o risco de perder o dinheiro investido. Como é sabido, o risco principal de quem empresta dinheiro é a probabilidade do devedor não pagar o empréstimo. Ora, neste caso, como o devedor é o Estado português, a probabilidade do Estado não honrar os seus compromissos financeiros é bastante reduzida. Aliás, são raros os casos de governos de países desenvolvidos não pagarem os seus empréstimos pois sabem o risco que correm.

Um bom exemplo disso é a recente crise financeira na Europa. Se um país é percecionado como não digno de confiança dos mercados financeiros, o que acontece é que ninguém lhe quer emprestar dinheiro. Portugal passou por isso e felizmente já ultrapassou esse problema. Infelizmente a Grécia desafiou esta regra e está a ser confrontada com um problema financeiro dramático.

RISCO DE LIQUIDEZ
Durante o primeiro ano de vigência do contrato, não é possível movimentar o dinheiro investido. Após o primeiro ano, o investidor poderá efetuar resgates, em qualquer momento, acarretando a perda total dos juros decorridos desde o último vencimento de juros até à data de resgate. O resgate pode ser na totalidade das unidades subscritas ou, no caso de ser parcial, o total das unidades remanescentes não poderá ser inferior a 1000 unidades.

RISCO DE CRESCIMENTO ECONÓMICO
A remuneração dos CTPM está em parte relacionada com a taxa de crescimento do PIB de Portugal. Contudo, o impacto do crescimento económico sobre os ganhos desta aplicação é apenas verificado no prémio de permanência que pode ou não ser atribuído nos últimos dois anos do investimento.

CTPM OU DEPÓSITOS A PRAZO?
Apesar das taxas de juro relativas aos depósitos a prazo que os bancos oferecem têm vindo a cair nos últimos anos, o retorno do investimento depende muito dos prazos das aplicações. Por exemplo, para as aplicações com prazos até dois anos, é possível encontrar no mercado alguns depósitos a prazo com taxas mais atrativas do que os certificados do tesouro. Além disso, os depósitos a prazo têm maior liquidez, pois tal como referimos acima, os CTPM não permitem resgates no primeiro ano. Na prática, os Certificados do Tesouro Poupança Mais são mais indicados para investimentos superiores a dois anos.

Os CTPM são bons produtos para quem não quer correr riscos para garantir um retorno. Comparando os Certificados do Tesouro Poupança Mais com outras aplicações alternativas da mesma categoria, as caraterísticas são semelhantes (liquidez, penalização por resgate antecipado), sendo certo que a taxa de retorno é bastante mais interessante. Como a taxa é crescente, quantos mais anos conseguir manter a aplicação, maior será a remuneração.

Poupe na carteira escolhendo frutos e legumes da época

Uma das regras básicas para poupar no supermercado é escolher frutas e legumes da época. Os alimentos de época, especialmente os regionais ou nacionais, não estão sujeitos a conservações e grandes viagens, tornando os produtos mais baratos, e ao mesmo tempo, mais saudáveis. Ou seja, além de poupar na carteira, os frutos e legumes da época são mais nutritivos e naturalmente mais saborosos. As vantagens são óbvias, sendo uma questão de tornar a opção por produtos da época um hábito. Se não conhece quais os alimentos de cada época, poderá ficar a saber na nossa lista mensal. Descubra de seguida os alimentos de cada mês do ano.

LISTA DE FRUTAS E LEGUMES

Janeiro
Legumes: acelga, alho francês, batata, cebola, cenoura, chalota, beterraba, chicória, couve-de-bruxelas, couves, espinafre e nabo.
Frutas: clementina, laranja, limão, maçã, marmelo, pera, romã, tangerina e toranja.

Fevereiro
Legumes: acelga, alho francês, agrião, batata, cebola, cenoura, chalota, beterraba, chicória, couve-de-bruxelas, couves, espinafre e nabo.
Frutas: clementina, laranja, limão, maçã, marmelo, pera, tangerina e toranja.

Março
Legumes: acelga, alho francês, agrião, batata, cebola, cebolinho, cenoura, chalota, beterraba, chicória, brócolos, couve-de-bruxelas, pepino, couves, grelos, espinafre e nabo.
Frutas: clementina, laranja, limão, pera, tangerina, toranja e morangos.

Abril
Legumes: acelga, alho francês, agrião, batata, cebola, cebolinho, cenoura, chalota, chicória, brócolos, pepino, couves, grelos, espinafre, alface e rabanete.
Frutas: morangos, limão, laranjas, ameixas, cerejas, maçã e nêsperas.

Maio
Legumes: agrião, batata, cebola, brócolos, pepino, grelos, espinafre, alface, rúcula, espargos e rabanete.
Frutas: morangos, limão, laranjas, pêssegos, ameixas, cerejas, alperce, maçã e nêsperas.

Junho
Legumes: aipo, courgettes, ervilhas, cenouras, batata, cebola, pimentos, pepino, grelos, espinafre, alface, rúcula, espargos e rabanete.
Frutas: morangos, limão, laranjas, pêssegos, ameixas, figos, cerejas, alperce, maçã, melancia e nêsperas.

Julho
Legumes: aipo, alcachofra, alho francês, chalota, tomate, favas, feijão-verde, courgettes, ervilhas, cenouras, batata, cebola, pimento, pepino, espinafre, alface, rúcula, espargos e rabanete.
Frutas: morangos, limão, laranjas, pêssegos, ameixas, figos, cerejas, melão, framboesas, alperce, maçã, melancia e nêsperas.

Agosto
Legumes: aipo, alcachofra, alho francês, chalota, tomate, favas, feijão-verde, courgettes, ervilhas, cenouras, batata, cebola, pepino, espinafre, alface, rúcula, pimento, espargos e rabanete.
Frutas: morangos, limão, laranjas, pêssegos, ameixas, amora, groselha, figos, cerejas, melão, framboesas, alperce, mirtilo, maçã, melancia e nêsperas.

Setembro
Legumes: aipo, beterraba, alcachofra, alho francês, chalota, favas, feijão-verde, courgettes, ervilhas, cenouras, batata, tomate, cebola, abóbora, milho, pepino, espinafre, alface, rúcula, espargos, rabanete e pimento.
Frutas: limão, laranjas, damasco, romã, pêssegos, ameixas, amora, groselha, figos, melão, framboesas, alperce, uvas, clementinas, mirtilo, maçã, melancia e nêsperas.

Outubro
Legumes: beterraba, couves, agrião, alho francês, chalota, favas, feijão-verde, courgettes, ervilhas, cenouras, batata, cebola, abóbora, milho, pepino, espinafre, alface, rúcula, rabanete e pimento.
Frutas: limão, laranjas, damasco, romã, pêssegos, framboesas, uvas, clementinas, maçã e marmelo.

Novembro
Legumes: beterraba, couves, couve-de-bruxelas, chicória, brócolos, agrião, alho francês, chalota, courgettes, cenouras, batata, cebola, abóbora, espinafre e alface.
Frutas: limão, laranja, damasco, romã, pêssego, toranja, uva, clementina, maçã e marmelo.

Dezembro
Legumes: alho francês, batata, chalota, beterraba, alcachofra, brócolos, agrião, chicória, couve-de-bruxelas, couves, espinafre e nabo.
Frutas: limão, laranja, damasco, romã, pêssego, toranja, uva, clementina, maçã e marmelo.

Os empregos que mais prejudicam a saúde

No mundo do trabalho há profissões e empregos onde o risco de contrair doenças e ter acidentes é maior que outros. Condições de trabalho perigosas, exposição a focos de contaminação, ou mesmo a posição do seu corpo enquanto trabalha, são exemplos de fatores que tornam alguns empregos mais prejudiciais à saúde. Conheça de seguida as profissões onde o risco de prejudicar a saúde é maior.

Lista dos empregos mais prejudiciais à saúde

Apesar de a maioria das pessoas pensar logo em profissões como alpinista, domador de leões ou ciclista, na realidade, há profissões comuns onde o risco para a saúde é bastante grande. Conheça abaixo alguns dos empregos que mais prejudicam a saúde.

Dentistas
Por incrível que pareça, esta é uma das profissões onde o risco para a saúde é maior. A maior exposição a doenças infecciosas e a focos de contaminação, aliado ao grande período de tempo em que está sentado, ajuda a explicar a sua presença no topo desta lista.

Comissários de bordo e hospedeiras
Este emprego, devido ao contacto direto com centenas de pessoas diferentes a cada dia, é dos que maior índice de perigosidade têm. Exposição a doenças infecciosas e focos de contaminação, bem como riscos de ferimentos, são alguns dos fatores que tornam esta profissão potencialmente muito prejudicial para a saúde.

Anestesista
Os profissionais deste ramo estão sujeitos diariamente a riscos de contaminação e de infeções, bem como a risco de ferimentos e acidentes de trabalho.

Veterinários
Além do risco de ferimentos causados por animais, os veterinários estão também sujeitos todos os dias à exposição de focos de doença

Fiscais de imigração
Nos dias de hoje a imigração na Europa elevou-se aos níveis mais altos das últimas décadas. Como tal, os agentes de autoridade que têm como função controlar o fluxo migratório estão expostos a um risco elevado de exposição a doenças, mas também, a surtos de violência.

Técnicos em imagiologia
Por estarem diariamente várias horas expostos a radiações, mas também, às várias doenças dos pacientes, os técnicos de imagiologia estão também entre as profissões mais prejudiciais para a saúde.

Operadores de máquinas industriais
Entre as várias profissões mais perigosas incluem-se os operadores de maquinaria industrial e de caldeiras. Além dos riscos de acidentes de trabalhos, estes estão sujeitos muitas vezes a focos de contaminação.

Mineiros
Uma das profissões mais perigosas em todo o mundo é a de mineiro. Por estarem diariamente em locais onde o risco de acidente é grande, mas também, pela exposição a várias substâncias prejudiciais à saúde, os mineiros têm uma das profissões mais duras e prejudiciais à saúde em todo o mundo.

Coletores de lixo
Estando em constante contacto com resíduos sólidos recicláveis e não recicláveis, o risco de exposição a focos de contaminação, bem como, a doenças infecciosas, é grande.

Além dos empregos anteriores, há ainda outros exemplos mais específicos de profissões com alto risco de perigosidade. Os pilotos de corridas de automobilismo, os desportistas de alta competição, ou outras atividades de grande risco, são alguns exemplos.

Como negociar a renda da casa com o senhorio

A renda de uma casa é uma das despesas mais importantes no orçamento familiar. Por isso, tudo o que puder fazer para negociar esse valor será positivo para as suas contas. No entanto, tal como você quer baixar o valor da renda, também o senhorio quer mantê-la ou até subir. É por isso importante conhecer algumas dicas para o ajudar a negociar o contrato de arrendamento com o senhorio.

Para conseguir negociar a renda da sua casa com o senhorio é essencial estar na posse de todas as informações importantes, para que dessa forma possa argumentar de uma forma eficaz. Conheça de seguida várias dicas essenciais para conseguir negociar a renda da sua casa com sucesso.

O valor da renda não pode apenas basear-se na localização do imóvel e na sua tipologia. O estado do imóvel pode também ser usado para negociar o valor da renda. Dessa forma, verifique e enumere todos os defeitos da casa e nos equipamentos, as obras necessárias, e ainda, falta de estruturas como garagem ou elevador. Todos estes pontos podem ser usados como argumentos na hora de renegociar o valor da sua renda.

Não são poucos os senhorios que preferem uma renda mais baixa mas mais segura e duradoura, a uma renda mais alta mas temporária. Assim, se aceitar realizar um contrato a longo termo (a duração pode ser negociada entre ambos), o senhorio fica bem mais descansado sobre o pagamento da rendas, bem como da segurança de ter um rendimento durante um período alargado de tempo. É um excelente argumento para convencer o senhorio a baixar a renda, ou então, para manter o valor mas com direito a um ou mais meses de renda gratuita.

O inquilino e o senhorio podem estipular entre si quem assegura o pagamento das despesas extra. Estas incluem a luz, a água, o gás, o condomínio, o IMI (imposto municipal sobre imóveis), e nalguns casos, mesmo a internet. Se nada estiver definido no contrato, tudo o que sejam despesas correntes, são pagas pelo inquilino. Já as despesas com administração e áreas comuns ficam por conta do senhorio. Se este não quiser baixar a sua renda, pode negociar com ele o pagamento de algumas das suas despesas extra. Dessa forma, o seu encargo mensal reduz, mesmo que a renda se mantenha.

Por fim, não há melhor argumento para conseguir reduzir o valor da sua renda como a “ameaça” de que se vai mudar para um imóvel com as mesmas características nessa zona, mas com um preço mais baixo. Mas para isso terá de conhecer as alternativas que existem na sua área, conhecendo imóveis para arrendar e respetivos preços. Existindo alternativas credíveis e dentro daquilo que pretende, torna-se mais fácil para si negociar com o seu senhorio. Faça por isso uma pesquisa online sobre os imóveis com as características semelhantes do seu, de modo a conhecer os senhorios dessa área, bem como o preço médio pedido.

Conheça também as vantagens de viver numa casa arrendada

Saiba como poupar nas comissões bancárias

A cada ano que passa as comissões exigidas pelos bancos aumentam, elevando por isso os valores que tem de pagar pela manutenção das suas contas e pelos vários serviços associados. Transferências, pedidos de cheques, anuidades de cartões de crédito, consultas de movimentos, etc., tudo é motivo para o pagamento de comissões. No entanto, seguindo algumas dicas, poderá conseguir poupar bastante nestas despesas.

Dicas sobre como poupar nas comissões bancárias

O multibanco é ainda hoje um sistema prático e mais económico de realizar as suas operações bancárias com um custo reduzido ou inexistente. Na maior parte dos bancos, a utilização do multibanco é a forma mais barata de realizar várias operações, nas quais se incluem por exemplo as transferências. Se o seu banco obriga ao pagamento de comissões pelas transferências bancárias, inclusive no sistema de home banking, opte pelo multibanco pois será certamente mais barato.

Outra das formas de reduzir as suas comissões é optar pelo sistema de home banking. Usar os canais online do seu banco fica mais barato que utilizar o balcão ou o telefone. Como o sistema online ajuda o próprio banco a otimizar os seus recursos e a reduzir despesas, este incentiva o uso do home banking através de preçário mais baratos, com diferenças que por vezes são bastante substanciais.

A domiciliação do ordenado é uma das formas mais comuns para baixar as comissões bancárias. Ao optar por ter uma conta ordenado, o banco irá dar-lhe vários benefícios, nos quais se incluem a redução ou mesmo isenção de várias comissões, sendo a mais habitual a da manutenção da conta. Além disso, a conta ordenado tem ainda a vantagem de a poder movimentar livremente, o que pode ser muito útil em certas situações.

Os bancos procuram cada vez mais atrair clientes para os seus serviços, tentando que estes tenham todos os seus produtos financeiros nessa instituição. Para isso oferecem vários benefícios, os quais incluem spreads de créditos mais baixos, e ainda, algumas isenções de comissões. Além disso, se consolidar todos os seus produtos na mesma instituição, poupa nas comissões que teria que pagar se tivesse contas em outros bancos. Apesar de ter também alguns riscos, esta opção permite poupar a curto e médio prazo valores ainda significativos.

Os cartões de crédito são muitas vezes pouco utilizados pelas famílias, que os têm apenas para alguma emergência, ou então, como condição na realização de um empréstimo para habitação. No entanto, este tipo de cartões tem anuidades elevadas. Há duas formas de reduzir estes custos. Uma é pedir um cartão sem anuidade. Contudo, este implica taxas de juro mais elevadas. A segunda opção é conhecer quais as condições de uso que o permitem isentar o pagamento da anuidade. A partir de um determinado valor pago com o cartão de crédito, você fica isento da anuidade durante esse ano. Neste caso, para não pagar juros, opte pelo pagamento de 100% da dívida.

Siga as nossas dicas e conseguirá reduzir de forma considerável o gasto anual em comissões bancárias.