Dicas para poupar nos transportes

Hoje em dia, para muitas famílias, uma parte importante do orçamento mensal é dedicado aos transportes. E se os transportes, sejam eles privados ou públicos, são essenciais no dia-a-dia, não podendo evitar essa despesa, há várias formas de reduzir o dinheiro que gasta. Descubra de seguida várias dicas para poupar nos transportes.

4 Dicas para poupar nos transportes

– Utilize alternativas ao carro

A melhor forma de perceber que deixar o carro em casa muitas vezes é uma excelente opção, relativamente a outras, é fazendo contas. Por exemplo, um habitante do Montijo que trabalhe em Lisboa, na Praça dos Restauradores, gasta em média, ida e volta, contabilizando combustível e portagens da ponte Vasco da Gama, 10€. No final de um mês, em que se desloque diariamente de segunda a sexta-feira, a despesa será cerca de 220€. Se a este valor juntarmos estacionamento diário, o montante total pode chegar a 400€. Isto claro sem contar com as despesas de manutenção do veículo. Já se deixar o carro em casa e optar por transportes públicos, entre autocarro e carreira do rio Tejo, esse valor desce para cerca de 60€ por mês. Ou seja, mais de 300€ de poupança em cada mês, o que equivale a cerca de 3600€ por ano. Há ainda outras opções, como por exemplo a bicicleta, quando a distância até ao local do trabalho não é grande e o terreno não seja demasiado acidentado.

– Comparar o preço dos combustíveis

Hoje em dia é possível, num raio de apenas poucos quilómetros, encontrar preços bastante diferentes para o mesmo tipo de combustível. Por isso esteja atento e compare os preços antes de abastecer. Basta uma diferença de 0,03€ para poupar 1,20€ num depósito de 40 litros.

– Alugar

Há muitas vezes a ideia de que ter um carro próprio é muito mais vantajoso que alugar um carro. Aliás, esta última opção é vista como muitíssimo mais cara. Mas será mesmo assim? Vamos outra vez às contas. Se comprar um carro com um valor de 26 mil euros, com um seguro anual de 300€, com despesas de manutenção e pneus, irá gastar no mínimo em média 18€ por dia durante os cinco primeiros anos. Tendo em conta a desvalorização do carro, e contando que o vende passado esse tempo por cerca de 40% desse valor, o dinheiro gasto diariamente é aproximadamente 11€. Já se alugar um carro a longo prazo, com contratos de 2 a 4 anos, pode conseguir valores à volta dos 8 a 9€ por dia. No final de um ano, mesmo que a diferença seja de apenas 2€, estamos a falar de uma poupança de perto de 700€ anuais. E isto sem contabilizar despesas relacionadas com avarias de dimensão média ou superior.

– Viajar de avião

Viajar de avião está cada vez mais barato. Com o aparecimento das low cost, por vezes mesmo uma viagem Lisboa-Porto pode tornar-se muito mais económica se for de avião. É possível por exemplo, ir e voltar por menos de 25€, quando se fosse de carro, entre combustível e portagens, gastaria no mínimo 80€.

5 Razões para sair do seu trabalho a tempo e horas

Existe muitas vezes a ideia de que o trabalhador mais dedicado e produtivo é aquele que fica para lá do seu horário normal de trabalho. Contudo, apesar de em muitas empresas continuar a imperar essa mentalidade, na realidade os estudos mostram exatamente o contrário. O direito a um horário de trabalho definido é uma vantagem não só para o trabalhador, mas também, para o próprio empregador. Conheça de seguida 5 razões para sair do seu trabalho todos os dias a tempo e horas.

As 5 principais razões para sair do trabalho todos os dias a tempo e horas

– Definição de prioridades

Quando não existe um horário de trabalho bem definido é mais fácil cair em distrações. Assim, o facto de ter de respeitar um horário de trabalho obriga o trabalhador a priorizar, tornando o seu trabalho muito mais eficiente. É assim uma vantagem para o trabalhador, mas também para o empregador.

– Aumento da produtividade

Este é um pronto muito importante, especialmente do ponto de vista do empregador. Na realidade, muitos empregadores caem no erro de considerar que o tempo de trabalho é o único fator associado à produtividade. Muitos estudos mostram que um trabalhador devidamente motivado é muito mais produtivo. Assim, ao permitir ao trabalhador ter a sua vida mais organizada, com horários de saída bem definidos, e ao mesmo tempo, estimulando uma maior eficiência durante o período em que se encontra no local de trabalho, conseguirá mantê-lo mais focado, concentrado e produtivo.

– Organização

Um trabalhador que consegue cumprir o seu horário de trabalho, tanto na entrada como na saída, cumprindo pelo meio todas as tarefas necessárias, mostra competência e organização. Além disso, o facto de sair do trabalho a tempo e horas com o trabalho realizado mostra também grande disciplina e eficácia. E ao consegui-lo fazer, conseguirá também organizar muito mais facilmente a vida fora do horário de trabalho, seja familiar ou de tempo pessoal.

– Maior descanso

Ao ter um horário de entrada e saída bem definido, o trabalhador terá tempo para si, para a família, para o lazer e para o descanso. O trabalho em excesso, pelo contrário, terá a médio prazo um efeito contraproducente, levando ao esgotamento do trabalhador, e assim, à redução da sua produtividade.

– Mais tempo para o desenvolvimento pessoal

No mundo actual, cada vez mais existe a necessidade de investir não só em habilidades técnicas, mas também em capacidades sociais. Com um horário mais definido, com uma rotina mais organizada e com tempo para a vida pessoal, também o trabalhador terá mais disponibilidade mental para investir em si próprio e nas suas capacidades interpessoais.

Em jeito de resumo, percebem-se facilmente as razões pelas quais deve começar a fazer um esforço para cumprir o seu horário de trabalho e sair a tempo e horas. Se o fizer, conseguirá ter mais tempo disponível para si e para a sua família, e ao mesmo tempo, ser mais produtivo e sentir-se bem no seu local de trabalho.

Acidente de trabalho – Tudo o que precisa de saber

Ninguém quer ter um acidente de trabalho. Mas se ele ocorrer, é importante conhecer a lei de modo a usufruir da sua proteção. Neste artigo poderá conhecer todas as informações sobre os acidentes de trabalho, nomeadamente o que são, os vários tipos, o que deve fazer, e ainda, a indemnização a que tem direito. Saiba mais.

Acidente de trabalho – definição legal

De acordo com o artigo 8º da Lei nº 98/2009, que regulamenta o regime de reparação de acidentes de trabalho e de doenças profissionais, um acidente de trabalho é todo aquele que ocorra no local de trabalho, durante o seu horário, e que daí resulte, direta ou indiretamente, algum tipo de dano corporal, perturbação funcional ou doença que provoque a redução da capacidade de trabalho ou até mesmo a morte.

Tipos de acidente de trabalho

Existem várias tipologias de acidentes de trabalho, estando estas definidas por lei. Assim, consideram-se acidentes de trabalho aquelas que ocorrem:

A – No percurso utilizado habitualmente, durante o período de ida e regresso entre:

1 – a residência e o local de trabalho;
2 – um dos locais do ponto 1 e o local onde irá receber tratamento médico resultante de um acidente de trabalho ou o local de pagamento do ordenado;
3 – o local de trabalho e o local de refeição;
4 – o local onde o local de trabalho habitual e o local onde o trabalhador presta algum tipo de serviço relacionado com o seu trabalho.

B – No local onde se faz o pagamento do ordenado.

C – Fora do horário e/ou local de trabalho, caso esteja a executar serviços acordados ou determinados pela entidade patronal.

D – Durante a procura de emprego, caso seja um trabalhador inserido num processo de dissolução de contrato de trabalho em curso.

E – No local de trabalho, durante o direito de atividade de representação e/ou reunião de trabalhadores, nos termos da lei.

F – Durante a prestação de serviços voluntários dos quais possam dar origem a benefícios económicos para a entidade laboral.

G – Quando em frequência de formação profissional dentro do local de trabalho, ou fora dele quando exista autorização expressa da entidade empregadora para essa frequência.

H – Durante a execução de serviços fora do local ou horário de trabalho, quando consentidos ou determinados pela entidade empregadora.

Comunicação do acidente de trabalho

Em caso de acidente grave ou mortal, este deve ser comunicado num prazo de 24 horas pelo empregador ao ACT. No caso do acidente ser na área da construção civil, caso o empregador não cumpra essa obrigação, a responsabilidade passa para a entidade executante. Caso esta falhe na comunicação, a responsabilidade é transmitida para o dono da obra que tem 24 horas após o primeiro prazo para fazer a comunicação.

Indemnização por acidente de trabalho

Para se poder calcular o valor da indemnização por acidente de trabalho, é antes necessário definir o tipo de incapacidade que daí resultou, para de seguida aplicar a fórmula correta. Os dois tipos de incapacidade que podem resultar de um acidente de trabalho são incapacidade temporária ou permanente.

– Fórmula de cálculo de indemnização por incapacidade temporária

a) incapacidade temporária absoluta: durante os primeiros 12 meses, indemnização diária igual a 70% da remuneração, e após esse período, 75%.
b) incapacidade temporária parcial: indemnização diária igual a 70% da redução real da sua capacidade de ganho.

– Fórmula de cálculo de indemnização por incapacidade permanente

a) incapacidade permanente absoluta: pensão anual e vitalícia de valor igual a 80% da remuneração. Caso mantenha alguma capacidade funcional para outro trabalho, a pensão terá o valor de 50% a 70%.
b) incapacidade permanente parcial: pensão anual e vitalícia de valor igual a 70% da perda real da capacidade de remuneração.

SOFT SKILLS – Impulsione a carreira com ajuda destas 6 soft skills

Já lá vai o tempo em que as empresas valorizavam apenas as competências técnicas dos seus profissionais. Hoje em dia a realidade é outra. Com a evolução do mercado de trabalho, essas competências já não são suficientes para se ser considerado um ativo importante da empresa. Além das necessárias competências técnicas, são ainda valorizadas as chamadas soft skills. De uma forma simples, estas são atitudes e comportamentos que ajudam a facilitar a interação humana e a melhorar o desempenho profissional. Conheça de seguida 6 soft skills que irão ajudar a impulsionar a sua carreira.

1 – Perseverança

Esta é uma das soft skills mais apreciadas em contexto profissional. A capacidade de focar-se nas soluções e não nos problemas perante um obstáculo é essencial para ultrapassar as adversidades e alcançar um determinado objetivo. Assim, um profissional perseverante conseguirá manter-se focado em descobrir uma solução sem nunca perder a motivação.

2 – Atitude positiva

Hoje em dia dá-se cada vez mais valor aos profissionais que encaram cada dia com uma atitude positiva, com alegria, entusiasmo e energia, não só porque são mais produtivos no seu trabalho, mas também porque podem contagiar essa boa atitude a outros colegas.

3 – Pensar “outside the box”

Esta expressão inglesa significa simplesmente pensar de uma forma mais criativa. Tendo em conta a complexidade dos problemas que surgem atualmente em contexto laboral, ter a capacidade de pensar em soluções criativas e eficazes que resolvam um problema e colocá-las em prática é algo muito valorizado pelas empresas.

4 – Trabalhar em equipa

O trabalho colaborativo é uma competência muito procurada pelas empresas. O trabalho em equipa traz inúmeros benefícios para a produtividade. Como tal, hoje em dia são cada vez mais procurados profissionais que tenham facilidade em trabalhar em equipa, em detrimento de pessoas que tenham dificuldade em colaborar e ajudar os colegas. Essa colaboração e entreajuda são essenciais para se atingir os objetivos globais da empresa.

5 – Saber gerir o tempo

A gestão do tempo é hoje em dia uma competência essencial para se conseguir produzir mais no mesmo período de tempo. Conseguir organizar o trabalho através da definição de objetivos, prioridades e prazos, é algo que as empresas valorizam bastante.

6 – Saber comunicar

Saber comunicar com facilidade é uma competência muito procurada pelas empresas. Esta soft skill permite, por exemplo, estabelecer boas relações com as pessoas que o rodeiam, saber fazer contactos com facilidade, ou ainda, ter a capacidade de influenciar positivamente as pessoas relativamente a um produto, projeto ou serviço.

Desenvolva soft skills e atinja o seu potencial profissional

Há ainda mais algumas soft skills valorizadas pelo mercado de trabalho tal como a capacidade de aprendizagem, saber resolver conflitos, conseguir adaptar-se facilmente a novas situações, entre outras. Se depois deste artigo perceber que não possui algumas destas soft skills, seria importante começar já a desenvolver as competências em falta. Tendo em conta a crescente valorização das soft skills pelo mercado de trabalho, elas são essenciais para alcançar todo o seu potencial profissional.

Conheça 10 profissões para quem gosta de trabalhar sozinho

Se há muitas pessoas que adoram o convívio com os colegas de trabalho e sentem-se melhor a trabalhar em equipa, já outras preferem ter pouco contacto com outras pessoas. As razões são várias, desde ser uma pessoa mais solitária, querer um ambiente mais concentrado, até preferir fazer as coisas à sua maneira, sem distrações ou intervenções de outros. Conheça de seguida 10 profissões para quem gosta de trabalhar sozinho.

Profissões para quem gosta de trabalhar sozinhos

Os seguintes exemplos abrangem áreas muito diversas, que incluem profissões com variados níveis de qualificação.

Motorista

Um motorista, seja de táxi, de camiões ou de transportes públicos, passa muito tempo sozinho durante as suas viagens. Os camionista então, passam todo o tempo sozinhos, tendo como única companhia o rádio.

Investigador

Em qualquer área de investigação, o trabalho em isolamento, além de ser uma realidade, é uma necessidade. Seja na pesquisa de informação, seja na análise científica, seja no trabalho prático em laboratório, a investigação é uma área que requer muito trabalho solitário.

Tradutor

Uma das profissões que pode ser feita a partir de casa é a de tradutor. Dessa forma, o tradutor pode trabalhar num ambiente calmo e sem ninguém em seu redor, tendo apenas de cumprir as especificações requisitadas e o prazo definido.

Programador

Um programador tem a função de criar programas informáticos. Como tal, boa parte do seu trabalho é em frente a um computador. Mesmo que esteja rodeado de outras pessoas, o trabalho acaba por ser bastante focado sem grandes interações com os colegas. É também um trabalho que é cada vez mais feito a partir de casa, aí sim, completamente sozinho.

Escritor

De uma forma geral, os escritores necessitam de trabalhar sozinhos de modo a libertarem o seu espírito criativo. Além disso, a concentração conseguida nesses momentos de solidão é essencial para organizar e estruturar a história.

Designer gráfico

Os designers são profissionais que ocupam a maior parte do seu tempo em trabalho individual. É também uma profissão onde ser freelancer é cada vez mais habitual, trabalhando a partir de casa.

Consultor

Um consultor é um profissional especializado numa determinada área que realiza consultoria a outras empresas, fazendo recomendações e ajudando a resolver determinadas situações. É por isso um profissional que geralmente trabalha sozinho.

Segurança

Considerado por muitos uma das profissões mais aborrecidas do mundo, é no entanto perfeito para todos aqueles que pretendem um trabalho sem grandes interações humanas.

Auditor

Tendo em conta a quantidade de dados que um auditor necessita de recolher e analisar, esta profissão exige um trabalho de grande concentração. Como tal, esta é uma profissão onde o isolamento é essencial.

Analista

Um analista tem como função analisar orçamentos ou riscos. Como tal, para o conseguir fazer de uma forma eficaz e eficiente necessita de avaliar um grande conjunto de dados e variáveis. É assim uma profissão que requer que o profissional passe muito tempo sozinho, em sossego e completamente concentrado.

Se gosta de trabalhar sozinho tem aqui 10 sugestões que pode abraçar para a sua vida profissional.

Dicas para o ajudar a definir metas para a sua carreira

Planeamento é uma das palavras-chave que fazem a diferença entre atingir ou não o sucesso profissional ao longo da sua vida. E um dos aspetos essenciais num correto planeamento da carreira é a definição de metas. Estas irão ser marcos que o orientarão ao longo da sua vida profissional. Porque ter objetivos claros sobre o que pretende alcançar irá ajudá-lo a ter uma visão a curto, médio e longo prazo, do seu percurso. Além disso, trabalhar com metas bem definidas torna-o mais focado e motivado, promovendo ainda a colocação e utilização eficiente das suas capacidades.

Contudo, definir objetivos de carreira não deve ser feito de ânimo leve. Metas orientadoras para a sua carreira profissional não podem limitar-se a ser uma simples lista de desejos. Para o ajudar a definir metas objetivas e criteriosas para a sua carreira, deixamos várias dicas que consideramos essenciais. Saiba mais.

Dicas para a definição de objetivos para a carreira

Criar metas globais, objetivos parciais, analisar competências e capacidades, avaliar a exequibilidade, etc., são tudo aspetos a ter em conta quando definir o que pretende alcançar na sua carreira. Conheça de seguida várias dicas que o vão ajudar.

Dica 1 – Comece por criar uma visão abrangente e global daquilo que pretende atingir ao longo da sua carreira. Essa visão permitirá definir uma linha orientadora que irá unir todos as metas.

Dica 2 – Após a definição das principais metas, a tal visão global de que falamos no ponto anterior, deve então criar um conjunto de objetivos para cada uma delas. Ou seja, vários patamares que deverá alcançar de modo a chegar ao objetivo final. Estes patamares permitirão mais facilmente manter-se motivado, e ao mesmo tempo, facilita a visualização do seu progresso.

Dica 3 – Não vale a pena escolher objetivos pouco claros. Exemplos: “ser rico”, “ser o dono de uma empresa”, etc. Seja específico. Se pretende atingir um determinado patamar numa empresa, deve ser claro sobre que patamar é esse.

Dica 4 – Definir metas para a sua carreira não é o mesmo que criar uma lista de desejos. Deve analisar muito bem as suas competências, as suas capacidades e os seus recursos, e depois, tendo isso em conta, definir uma meta realista.

Dica 5 – Definir metas sem estabelecer um prazo é geralmente meio caminho andado para o seu não cumprimento. Defina uma meta temporal, que seja realista mas não seja demasiado descontraída. Esse prazo deve ser exequível, mas ao mesmo tempo, deve estimulá-lo a avançar. Estabeleça ainda uma linha temporal, onde o prazo para cada um dos objetivos parciais esteja bem definido.

Dica 6 – A vida não é feita apenas de trabalho, e por mais que deseje o sucesso profissional, e este seja importante para a vida pessoal, isso não signifique que deva ser a sua prioridade máxima. Afinal, o equilíbrio é a palavra-chave para o bem-estar emocional e familiar. Como tal, defina um plano ambicioso, mas que nunca coloque em causa o tempo com a sua família.

Siga estas dicas e conseguirá definir claramente o que pretende na sua carreira e como atingir essas metas.

Como fazer para recusar um emprego educadamente

Apesar de se viverem tempos difíceis, com um desemprego alto e condições económicas a deteriorarem-se, você não tem que aceitar qualquer emprego que surja. Caso tenha um rumo definido para os anos seguintes, por vezes dar um passo atrás é necessário para depois conseguir dar dois em frente. Por isso, recusar um emprego pode não ser tão absurdo como à partida pareça ser. No entanto, e como a vida nem sempre corre da maneira como se planeia, é importante não fechar definitivamente portas, pois no futuro podem ser necessárias. Assim, para o ajudar a recusar um emprego, sem no entanto fechar completamente a porta a essa possibilidade, é importante saber fazê-lo de uma forma educada e respeitosa. Conheça de seguida as nossas dicas para recusar um emprego educadamente.

Dicas para comunicar a rejeição de um emprego

Há algumas dicas essenciais para que a sua recusa seja vista como respeitosa, educada e não definitiva. Conheça-as e saiba como deixar uma imagem positiva durante a rejeição da vaga de emprego.

Dica 1 – Recusar um emprego não o comunicando ou fazendo de uma forma muito ligeira (por exemplo, através de um SMS), não é a melhor forma de deixar uma imagem positiva e profissional. Prefira enviar uma carta ou um email endereçado à pessoa que lhe fez a proposta ou que o entrevistou.

Dica 2 – É importante que o conteúdo da carta seja clara e objetiva, mas sem entrar em detalhes sobre os motivos que o levaram a recusar essa vaga. Os motivos são seus e podem ser vistos como razão para não o considerarem mais tarde.

Dica 3 – Se der algum motivo de recusa, não se justifique com aspetos negativos como carga horária alta ou inconveniente ou rendimento baixo.

Dica 4 – Na carta que enviar lembre-se de fazer um agradecimento pela oportunidade e por o considerarem para o lugar. Ao mesmo tempo, deixe claro que não recusou de ânimo leve, tendo pensado muito bem antes do fazer.

Dica 5 – Após lhe fazerem uma proposta de emprego, não deixe passar muito tempo até dar uma resposta. Se não está a pensar em aceitar, não protele em demasia, de modo a dar tempo à empresa de continuar a sua procura. Contudo, não recuse também imediatamente, de modo a dar a entender que avaliou muito bem a proposta antes da sua resposta final.

Dica 6 – Além de todas as dicas anteriores, que o ajudarão a recusar de uma forma educada e positiva uma determinada vaga de emprego, é essencial também deixar as portas abertas para o futuro. Assim, não deixe de o referir na comunicação que fizer com a empresa que o tenta recrutar. Para isso, mencione que não afasta a possibilidade de uma colaboração futura, em circunstâncias mais adequadas para ambos.

Siga as nossas dicas e conseguirá deixar uma imagem positiva e profissional, mesmo na hora de recusar um emprego. E no mundo do trabalho, ter uma imagem positiva perante pares e empregadores é essencial para o sucesso profissional.

Fatores que deve ter em conta antes de aceitar um novo emprego

Hoje em dia já não existem empregos para a vida. Como tal, a grande maioria das pessoas passa por diferentes empresas ao longo do seu trajeto profissional. Mudar para um novo emprego é por isso muito comum nos dias que correm. Contudo, na hora de aceitar é importante ter a certeza de que esse é o emprego certo para si. E para o ajudar a tomar essa decisão, selecionamos os fatores que deve ter em conta antes de aceitar um novo emprego.

Dicas – o que deve ter em conta antes de aceitar um novo emprego

Historial do cargo que vai ocupar

Conhecer o histórico do cargo que vai ocupar numa empresa mostra muito daquilo que o espera. Se nos últimos cinco anos esse cargo teve apenas uma ou duas pessoas, isso significa que há alguma estabilidade. Pelo contrário, se esse cargo foi ocupado por 9 ou 10 pessoas durante esses mesmos 5 anos, isso significa que algo não está bem, seja com a empresa, seja com o cargo em particular. Uma das formas de analisar este ponto é conversando com o anterior detentor desse cargo.

Motivação

Apesar de a compensação financeira ser um fator de peso, na realidade, há outros tão ou mais importantes. E se um aumento salarial é algo que motiva, se isso não for acompanhado por fatores como gostar do que vai fazer, bom ambiente de trabalho, conforto com a dinâmica da empresa, etc., dificilmente o dinheiro é motivo suficiente. Analise muito bem quais as suas motivações e se elas são satisfeitas com o novo emprego.

Informe-se sobre o seu futuro chefe

Por mais idílico que seja um emprego e as condições oferecidas, nada disso será devidamente aproveitado caso tenha um chefe intragável. Se for um bom chefe, competente e justo, você sabe que apenas terá de fazer um bom trabalho e não terá problemas. No entanto, há chefes com os quais é muito difícil se relacionar. E se algumas pessoas lidam bem com isso, a maioria não. Por isso, informe-se antes sobre o seu futuro chefe antes de aceitar um novo emprego. Uma das formas de fazer isso é conversar com futuros colegas de trabalho dessa mesma secção. Numa conversa informal facilmente conseguirá descobrir essa informação.

Garanta a correta elaboração do contrato

Durante as negociações para a aceitação de um emprego, há muitas informações e pontos específicos que são definidos entre as partes. Contudo, se nada disso for passado para o papel, elas podem ser esquecidas lá mais para a frente. Como tal, garanta que o contrato contém tudo aquilo que foi negociado, nomeadamente benefícios, salário, expetativas de carreira, período do contrato, deveres e direitos, etc.

Saiba mais sobre a sua futura empresa

Pesquise toda a informação possível sobre a empresa que o quer contratar. Notícias, presença social, saúde financeira, etc. Se algo não está a correr bem, saberá a tempo antes de aceitar o emprego. Além disso, antes da entrevista deverá saber o máximo da empresa, de modo a mostrar uma imagem positiva e informada.

Aproveite as redes sociais para se tornar mais empregável

Se está a procurar trabalho, então há alguns pontos essenciais nos quais tem que se focar. Além da necessária formação e experiência, é preciso também tornar-se mais “empregável” de modo a chamar a atenção dos potenciais futuros patrões de uma forma positiva. Atualmente as redes sociais são um ponto incontornável na vida da maior parte das pessoas, especialmente as profissionalmente ativas. A sua presença online tornou-se por isso mais um critério na possível escolha para uma vaga de emprego. De modo a aproveitar as redes sociais para se tornar mais empregável, escolhemos algumas dicas que consideramos importantes. Saiba mais.

Dicas para usar as redes sociais de modo a tornar-se mais empregável

Existem muitas redes sociais, sendo as mais relevantes o Facebook, o Twitter e o LinkedIn. Esta última pode por vezes ser muito útil, já que é uma rede social orientada para o mundo profissional. De modo a aproveitar estas redes sociais da melhor maneira para se tornar mais empregável, especialmente o LinkedIn, é importante seguir algumas dicas.

– Completar o seu perfil

O seu perfil pode dar muita informação relevante para os empregadores. No LinkedIn, especialmente, deve ter particular atenção em colocar tudo aquilo que considera importante para a vaga a que concorre, nomeadamente cargos já desempenhados, habilitações, idiomas, etc.

– Colocar exemplares de trabalhos seus

Em determinadas profissões é possível ter um portfólio. Caso seja essa a sua situação, não deixe de o divulgar através da rede social que utiliza.

– Ter uma fotografia adequada

Colocar uma fotografia bem divertida e descontraída pode ser uma excelente ideia numa rede social como o Facebook, mas no LinkedIn, um espaço mais virado para a vida profissional, o ideal é colocar uma fotografia adequada, sem no entanto ser demasiado informal ou formal. Escolha uma foto que o retrate num meio termo, de modo a chamar a atenção mas de uma forma positiva e diferenciada.

– Crie uma rede de contactos de qualidade

“Diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és”. Este ditado é muito importante na vida, seja ela pessoal ou profissional. Crie uma vasta rede de contactos através das redes sociais, mas ao mesmo tempo, tenha algum cuidado ao selecionar os convites que aceita. Os recrutadores que analisam o seu perfil irão também avaliar a quantidade, e sobretudo, a qualidade da sua rede de contactos.

– Recomendar

As recomendações, quando verdadeiras, são ótimas formas de aumentar a sua visibilidade. Assim, recomende as pessoas que confia profissionalmente. Além de mostrar que sabe avaliar uma pessoa competente, acabará depois por receber também recomendações por parte dessas pessoas.

– Use palavras-chave adequadas no LinkedIn

Quando um recrutador procura determinada profissão no LinkedIn, ele utiliza palavras-chave. Por exemplo, se procura um engenheiro informático, ele irá procurar por “engenheiro informático”, “Informática”, programação”, etc. Por isso, use um conjunto de palavras-chave específicas no seu perfil de modo a ser mais facilmente descoberto por um desses recrutadores.

– Crie uma imagem positiva

Esta dica está mais orientada para as redes sociais informais, como o Facebook e Twitter. Sendo mais descontraídas, são também palco de alguns excessos. Como tal, crie uma imagem virtual positiva, de modo a não afastar possíveis recrutadores.

Saiba qual o melhor cartão de crédito para si

A escolha do cartão de crédito pode até parecer um processo fácil, devido às inúmeras opções que o mercado oferece. Mas, nem sempre é tão simples, antes de fechar negócio, deve tomar alguns cuidados que podem evitar futuras dores de cabeça. Para o evitar, veja como escolher o melhor cartão de crédito para si.

Existe uma oferta muito diversificada de cartões de crédito e os pormenores só se conhece quando assina o contrato, mas há questões que deve responder a si próprio para poder tomar a melhor opção. A ideia é que o cartão seja uma solução para as suas necessidades e não um problema.

Em primeiro lugar, é importante saber que nem todos os cartões de crédito são aceites em todas as lojas. Há estabelecimentos que utilizam apenas o sistema de pagamento Visa e outros o Mastercard,, ou o American Express, embora sejam cada vez mais comuns os espaços a aceitar vários. Se está a pensar utilizar o cartão num estabelecimento comercial em particular, informe-se primeiro.

Fatores como a frequência da utilização esperada do cartão de crédito e a quantias necessárias. Convém saber que utilização espere dar ao cartão para definir o limite de crédito a disponibilizar pelo banco. Mas certifique-se que corresponde às suas possibilidades financeiras. Daí o conselho recorrente de começar por um plafond de crédito baixo.

Saber os prazos de pagamento que terá para liquidar as despesas efetuadas com o cartão de crédito, também é muito importante. Deve prestar atenção neste ponto. O melhor cartão de crédito para si será aquele que lhe oferece um prazo mais alargado sem juros. Normalmente, variam entre os 20 e os 50 dias, e não são cobrados juros para pagamentos mensais da totalidade do saldo.

Atualmente, já há várias instituições financeiras que oferecem cartões de crédito sem anuidade e até incluem diversos benefícios aos cartões, desde acumulação de pontos para serviços ou produtos, cashback, milhas para viagens, até descontos em combustíveis. É uma questão de escolher qual será a combinação mais vantajosa para si, de acordo com o seu perfíl de consumidor.

Tendo em conta todas estas questões, poderá ter reduzido o leque de escolha de um cartão de crédito, por entre as imensas ofertas das entidades financeiras.

Saiba também qual o melhor dia para fazer compras com cartão de crédito