O que fazer para evitar ser alvo de um ataque de “phishing”

A palavra “phishing” é um termo que diz respeito a um método de fraude online através do qual cyber criminosos conseguem roubar números de contas bancárias, passwords ou outros dados pessoais. Apesar de ser um tipo de fraude muito habitual, na realidade a maioria das pessoas não sabe identificar um ataque de “phishing”. Neste artigo poderá perceber melhor como funciona esta fraude online, e ainda, algumas dicas de como evitar ser alvo de um ataque de “phishing”.

O que é “phishing”

Este método, de uma forma simples, consiste em enganar o utilizador para que este ceda os seus dados pessoais de uma forma voluntária. Assim, esta técnica de fraude online vai utilizar artifícios e iscos, como por exemplo emails e websites falsos, que imitam a imagem de uma entidade em qual o utilizador confia. As entidade que geralmente são usadas nestes esquemas são as operadoras móveis, os bancos ou seguradoras. De seguida há a solicitação para atualizar os seus dados, pois caso não o façam, alguma coisa negativa irá acontecer, geralmente cancelamento de contas. Os utilizadores menos atentos vão assim fornecer os dados solicitados, estando na realidade a facultá-los a um hacker. Depois, com esses dados, o criminosos irá utilizar essa conta para fazer compras, pagamentos ou outro tipo de utilização indevida dos seus fundos.

Dicas para evitar ser alvo de um ataque de “phishing”

Dica nº 1 – Nos emails, tudo o que sejam links ou anexos suspeitos não os abra. Muitas vezes eles direcionam para um malware que irá contaminar o seu computador, abrindo as portas dos seus dados e da sua navegação a hackers.

Dica nº 2 – Se receber emails com extensões (especialmente as extensões .exe, .scr, .pif, .cmd, cpl, .bat, .vir e .zip) ou com um assunto muito atrativo, desconfie. Se não tiver a certeza, entre em contacto com a pessoa que lhe enviou antes de abrir links ou ficheiros.

Dica nº 3 – Se entrar num site que você desconfia que não é o correto, o segredo para verificar se realmente ele é legítimo é tentar fazer o login com a password errada. Se mesmo assim o sistema aceitar, então termine a navegação e saia desse site pois poderá estar muito provavelmente a ser vítima de um ataque de “phishing”.

Dica nº 4 – Sempre que receber um email das entidades que referimos em cima, e outras, verifique sempre se o endereço de email está correto, e ainda, se o remetente é aquele que habitualmente lhe envia emails.

Dica nº 5 – Em tudo o que diz respeito a contas de acesso online é preciso ter uma atenção extra à password que escolher. Não use informações pessoais nem combinações demasiado simples.

Dica nº 6 – Mantenha sempre o seu sistema atualizado, bem como o seu firewall e o seu antivírus. Isso irá permitir que o seu computador esteja menos vulnerável às ameaças mais recentes.

Siga estas dicas e evite ser alvo de um ataque de “phishing”.

Criptomoedas – O que são e como funcionam as moedas virtuais

Já ouviu falar do termo bitcoin? Bitcoin é uma moeda virtual, sendo a mais conhecida entre muitas que existem, tendo sido a primeira a ser criada em 2008. Mas o que é uma moeda virtual? Cada vez mais este tipo de moeda está presente na agenda mediática, tanto pelo seu sucesso, mas também, pela polémica à volta dela. Saiba mais sobre o que são e como funcionam as moedas virtuais.

Moedas virtuais – o que são

Ao contrário das moedas tradicionais, as moedas virtuais não têm qualquer suporte físico, sendo utilizadas para realizar transações online. Oficialmente estas moedas não são consideradas como dinheiro, não havendo qualquer tipo de controlo por governos, bancos ou entidades reguladoras. Como resultado, é um tipo de moeda que não está sujeito a desvalorizações ou inflações. No entanto, apesar de não serem oficiais, as moedas virtuais estão cada vez mais presentes no fluxo atual de dinheiro, tendo cotações e podendo ser trocadas por moedas oficiais, mas também, sendo aceite por muitas lojas online como forma de pagamento.

De uma forma mais técnica, as moedas virtuais são, de acordo com o BCE (Banco Central Europeu), uma forma de dinheiro virtual não regulada e não regulamentada, controlada e distribuída pelos desenvolvedores. Este tipo de moeda é comummente aceite e utilizado para transações online entre os membros de uma determinada comunidade virtual.

Apesar de alguma polémica em redor deste tipo de dinheiro, há quem pense que as moedas virtuais podem ser o futuro. A facilidade com que estas moedas permitem fazer transações, sem necessidade de cartões de crédito ou dinheiro real, dá força a um crescimento gradual do uso das moedas virtuais.

Moedas virtuais – como funcionam

Para quem não conhece ainda muito bem o funcionamento das moedas virtuais, existe a ideia de que é um método pouco confiável. No entanto, a realidade é bem diferente. Através de processos complexos, as moedas virtuais permitem transferências rápidas de dinheiro, com custos mais baixos que os habituais nos métodos tradicionais, e sem a necessidade de intermediários. Essa transferência é realizada com recurso a uma tecnologia denominada de “blockchain”, em que se irá registar publicamente cada transação, impedindo dessa forma que se possa utilizar novamente a mesma moeda. Através destes procedimentos poderá realizar transações a qualquer altura, sem risco de falsificação. Além disso, e ao contrário às moedas tradicionais, as moedas virtuais apenas são produzidas numa determinada quantidade previamente definida e a uma velocidade restringida pelo valor que foi inicialmente estipulado. Isso torna todo o processo transparente e justo.

A Legalidade das moedas virtuais

A legalidade das moedas virtuais varia consoante os países, há países que restringiram-nas e chegaram até bani-las. O Banco da China, por exemplo proibiu as instituições financeiras de fazerem transacções com bitcoins. Enquanto que na Russia e no Japão, as criptomoedas são legais e, na Europa, as moedas virtuais ainda estão num vácuo regulador. Mas já existe marcas como a Dell ou a Microsoft, que também já aceitam bitcoins como forma de pagamento.

As moedas virtuais mais populares

Apesar da bitcoin ser a moeda virtual mais conhecida, há no entanto muitas outras. Hoje em dia, o número de moedas virtuais ultrapassam mesmo as duas centenas. Entre aquelas que são consideradas as mais reputadas, com maior valor e mais utilizadas, temos a a bitcoin, a terracoin, a peercoin, a litecoin, a primecoin, a zcash, a fearthecoin, a ethereum e a namecoin. Se pretende fazer transações online com recurso a moedas virtuais, estas são as suas melhores opções.

Overbooking – O que fazer em caso de overbooking

Alguns casos mais mediáticos trouxeram à atenção do grande público o chamado “overbooking”. Vender bilhetes a mais para os lugares disponíveis no avião é uma política comum a muitas companhias aéreas, e apesar de algumas polémicas, perfeitamente legal. Contudo, o facto de ser permitido por lei não significa que o passageiro não tenha os seus direitos. Saiba mais sobre o overbooking e o que fazer caso seja confrontado com ela.

O que é o overbooking

Como referimos em cima, o overbooking não é acidental. Muitas empresas aéreas, protegidas pela legislação, vendem um número de bilhetes superior aos lugares disponíveis. Mas porquê? A razão é simples: as empresas aéreas fazem estudos onde se avaliam o número extra de bilhetes que podem ser vendidos de modo a prevenir o atraso significativo ou a desistência de passageiros. Ou seja, através do overbooking conseguem garantir mais facilmente um voo completo. E se na maioria das situações essa estratégia funciona devido ao número de passageiros que desistem do voo, há alguns casos onde as probabilidades não jogam a favor da companhia. E quando isso ocorre, temos a situação de passageiros a mais para os lugares disponíveis.

Normalmente esta situação é logo detetada no balcão de check-in, mas pode também ocorrer dentro do avião. A situação habitual é a companhia pedir aos passageiros se alguém, voluntariamente, troca o seu lugar por um voo mais tarde, recebendo por isso algumas regalias. Caso ninguém se voluntarie, a companhia aérea irá decidir quais as medidas necessárias a aplicar para resolver a situação, podendo mesmo recusar o embarque de alguns passageiros de modo a ficar com lotação permitida do avião. Mas então o que fazer nestes casos? Que direitos tem enquanto passageiro?

Direitos dos passageiros em caso de overbooking

Caso tenha de dar o seu lugar a outro passageiro devido a uma situação de overbooking, o cliente tem direito a várias regalias. Além de terem de providenciar outro voo para o destino, a companhia aérea tem de forneceer uma indemnização e refeições, bebidas, alojamento caso necessário, e os meios para contactar familiares ou outros. No que diz respeito às indemnizações definidas por lei, estas podem variar entre os 250 e os 600€. Este valor depende do tipo de voo.

Assim, entre aeroportos no interior da UE, para voos até 1500 km, o valor é 250€. Para voos superiores a 1500 km o valor sobre para 400€. Já entre um aeroporto no interior da UE e um aeroporto fora da UE as indemnizações são as seguintes: para voos até 1.500 km o valor é de 250€; para voos de médio curso, entre 1.500 e 3.500 km, a indemnização fica em 400€; por fim, para voos de longo curso, ou seja, com mais de 3.500 km, o passageiro tem direito a receber 600€. Aqui é importante entender que a indemnização pode ser mais baixa caso seja voluntário. Por isso, prefira que seja a empresa a “forçá-lo” a dar o seu lugar, pois assim recebe a indemnização total a que tem direito, e em dinheiro. Já no caso de ser voluntário, a indemnização pode ser em forma de voucher e com valores mais baixos do que os referidos em cima.

Calcular indemnização por despedimento

A indemnização por despedimento está sujeita a regras que tendem a sofrer alterações com bastante regularidade. De modo a mantê-lo atualizado, de seguida listaremos tudo aquilo que precisa de saber relativamente à legislação referente a indemnizações por despedimento.

As mais recentes alterações ao código de trabalho resultaram de uma imposição efetuada pela troika, que exigiu que o valor das indemnizações por despedimento fosse reduzido de 30 para 20 dias. A última atualização ocorreu em Outubro de 2013 e admite um máximo de 18 dias por ano de trabalho.

Contratos a termo celebrados depois de 1 de Outubro de 2013

Para os contratos de trabalho a termo certo a indemnização por despedimentos corresponde a 18 dias de salário por ano.de antiguidade na empresa nos primeiros 3 anos. Nos anos seguintes, esse valor passa a corresponder a 12 dias de salário.

Contratos a termo incerto celebrados depois de 1 de Outubro de 2013

Ao contrário dos contratos de trabalho temporário, os contratos a termo incerto não possuem uma data de fim pré-estipulada. Nestes casos, a indemnização por despedimento corresponde a 18 dias dias de salário durante os primeiros 3 anos. Depois disso, o valor passa a corresponder a 12 dias de salário.

Nos casos de contratos celebrados antes de 31 de Outubro de 2012, aos trabalhadores é-lhes garantido o direito de receberem o equivalente a 30 dias de salário por cada ano de trabalho.

Como calcular a indemnização por despedimento

Contratos celebrados depois de 1 de Outubro de 2013:

Imaginemos que um trabalhador que assinou um contrato sem termo em Outubro de 2013 é dispensado em Outubro de 2017. Caso o salário seja de 800 euros, a conta a ser efetuada é a seguinte:

800/30*12*4= 1280 euros

Conheça 7 situações que podem desvalorizar a sua casa

Em Portugal existe muito a tradição da compra e venda de casa. Contudo, uma compra pouco pensada pode dificultar mais tarde a venda dessa casa. Por isso, é importante não cometer alguns erros de modo a evitar que a casa desvalorize quando a quiser vender. Neste artigo poderá conhecer 7 situações que podem desvalorizar a sua casa. Saiba mais.

7 situações que podem desvalorizar a sua casa

O valor de uma casa não é apenas calculado de acordo com o que ela vale fisicamente. O contexto em que se encontra tem uma importância bastante grande. É por isso essencial analisar todos os aspetos que iremos elencar de seguida de modo a evitar mais tarde perder dinheiro com essa casa.

– Más escolhas

Um dos fatores que podem pesar na escolha de uma casa são as escolas da zona. Por isso, se uma casa se encontrar numa área com más escolas, isso será um fator de desvalorização.

– Má vizinhança

Um dos aspetos a que muitas pessoas dão atenção ao comprar uma casa é a vizinhança. Ter vizinhos discretos e pacíficos, e estar num local tranquilo, é algo a que as pessoas dão valor. Já ter vizinhos problemáticos, que criam problemas com os restantes residentes, ou então, estar num local muito ruidoso, como por exemplo uma zona de bares, é logo motivo para desvalorizar uma casa.

– Zona exterior pouco cuidada

“Os olhos comem”. Esta expressão serve na perfeição a este caso. Um comprador irá certamente valorizar uma casa também pelo aspeto que tem por fora. Ter as paredes exteriores danificadas e um jardim pouco cuidado pode resultar numa desvalorização até 5%.

– Falta de garagem

Hoje em dia são poucas as pessoas sem carro. Como tal, a maioria procura uma casa com garagem, de modo a ter sempre um local para estacionar, mas também, para o deixar num local seguro. É por isso natural que o facto de não ter garagem se torne num fator de desvalorização de uma casa.

– Obras realizadas ilegalmente

Todas as obras realizadas numa casa que possam alterar a sua planta têm que ser reportadas à câmara municipal da zona de residência, bem como sujeitas à emissão de uma licença. Caso não o faça, mais tarde um possível comprador irá ter problemas ao atualizar a informação sobre esse imóvel.

– Níveis elevados de criminalidade

Este é um fator que pode pesar muito no valor de uma casa. Duas casas iguais, com a mesma qualidade, podem ter valores completamente díspares consoante seja uma zona considerada segura ou não. Como tal, e apesar de a criminalidade não estar contida em determinadas zonas, procure apostar o seu dinheiro numa casa localizada em áreas consideradas seguras.

– Construção de prédios nas proximidades da casa

Um dos fatores de desvalorização de uma casa é a construção de empreendimentos muito próximos. Seja pelo barulho durante a construção, seja pela perda de estacionamento e de luz solar após a sua conclusão, esta situação pode resultar na desvalorização da sua casa.

5 questões para saber se a sua carreira está no rumo certo

Você gosta daquilo que faz? Olha para o futuro e sente que o seu trabalho irá ser recompensado? Tem metas bem definidas e está a conseguir atingi-las? Todas estas são perguntas que devem ser colocadas num hábito de reflexão pessoal, de modo a fazer uma autoavaliação da sua vida, tanto profissional, mas também, pessoal. Se tem dúvidas sobre o rumo da sua carreira, é essencial fazer um exercício de avaliação e questionar-se sobre alguns aspetos. De seguida deixamos 5 questões poderosas que o vão ajudar a saber se a sua carreira está no rumo certo.

A atividade/profissão que estou a exercer dá-me felicidade?

Claro que o objetivo principal de qualquer atividade profissional é ganhar dinheiro para poder sustentar-se a si e à sua família. Contudo, para que se sinta bem com o que está a fazer e tenha equilíbrio na sua vida pessoal, é fundamental sentir-se feliz no trabalho. Por isso, esta é uma das primeiras questões que tem de fazer a si próprio.

Quais as minhas metas profissionais para este ano?

Você define as suas metas profissionais anualmente ou anda “ao sabor da corrente”? Para que a sua carreira profissional não estagne é necessário que evolua, e para isso é essencial definir como quer crescer dentro da sua profissão.

Consigo atingir as minhas metas?

A verdade, “nua e crua”, é que nem todas as pessoas têm o mesmo sucesso dentro da área profissional onde se encontram. E muitas vezes, por comodismo, ou simplesmente, por receio do desconhecido, muitas pessoas acabam por se acomodar a uma atividade onde não são particularmente talentosas, e dessa forma, sujeitar-se a metas pouco ambiciosas, ou então, a falhá-las muitas vezes. Você consegue atingir as metas que define no início do ano? Se não, então talvez a sua carreira não esteja no rumo certo.

Onde me vejo daqui a 10 anos?

Esta é uma pergunta poderosa que vai fazê-lo pensar bastante. Onde se vê daqui a 10 anos? Se, após uma reflexão séria e realista, você olhar para o seu futuro a médio prazo e ver-se numa posição de sucesso, então está motivado e a trabalhar para crescer na sua profissão. Pelo contrário, se daqui a 10 anos se vê exatamente no mesmo ponto onde se encontra hoje, então isso diz algo do rumo da sua carreira.

Consigo ser bem sucedido e ter tempo para a família ou amigos?

Para muitas pessoas, ser bem-sucedido numa atividade profissional é simplesmente crescer dentro da empresa e aumentar os ganhos de uma forma gradual e consistente. Contudo, em muitas profissões, muitas vezes esse crescimento é acompanhado de maiores responsabilidades e menos tempo disponível para o lazer, para a família e para os amigos. Para que se sinta realizado e feliz com a sua carreira, esse equilíbrio tem que existir. Se consegue ser feliz com o que está a fazer, as suas metas estão a ser atingidas, sente-se motivado para a sua profissão, e ainda assim, consegue ter tempo para a sua família e para as suas atividades de descanso e lazer, então está no bom caminho.

Seguros de saúde – Quais as vantagens?

Os seguros de saúde apresentam-se como uma eficaz proposta preventiva a diversos tipos de problemas de saúde. Em troca de uma modesta mensalidade, permitem-lhe ter acesso a determinados serviços que, de outra forma, revelar-se-iam extremamente dispendiosos. À primeira vez, esta pode parecer uma proposta bastante aliciante, principalmente para quem tem menor flexibilidade financeira. No entanto, antes de optar por um seguro de saúde, é importante não esquecer que as seguradoras têm como objetivo primordial lucrar dinheiro. Para que tal aconteça, é importante que uma boa percentagem dos clientes não beneficie regularmente dos serviços disponibilizados. Este simples facto deverá ser o suficiente para levá-lo a questionar até que ponto é que um seguro de saúde poderá realmente compensar.

Vantagens

É inegável que os seguros de saúde comportam consigo diversas vantagens passíveis de beneficiar ativamente a vida de muitas pessoas.

Descontos nos serviços de saúde

Através de um seguro de saúde, não só é possível ter acesso a determinados cuidados de saúde a preços muito mais reduzidos, como poderá também, dependendo dos planos, cobrir diversos membros do seu agregado familiar, de modo a que também eles fiquem protegidos pelo seguro.

Rapidez

Muitos seguros permitem aos seus clientes contornar as morosas filas de espera do Serviço Nacional de Saúde, o que constitui uma das maiores vantagens destes produtos, uma vez que lhe permitirão tratar e prevenir problemas de saúde um modo muito mais eficaz e atempado, privilégio esse que não assiste quem não beneficia de um seguro desta natureza.

Acompanhamento constante

Através de um seguro de saúde poderá, também, usufruir de acompanhamento diário através de linha telefónica, uma vez que muitos seguros disponibilizam estes serviço 24 horas por dia. Desta forma, poderá ver qualquer dúvida esclarecida de modo imediato.

Flexibilidade

Os seguros de saúde disponibilizam-lhe um excelente nível de flexibilidade, permitindo-lhe assim ter acesso a uma rede verdadeiramente vasta e diversificada de prestadores de serviços de saúde. Em muitos casos, esta rede de prestadores está disponível 24 horas por dia, por vezes até no estrangeiro.

Desvantagens

Período de carência

É frequente existir um período de carência associado aos seguros de saúde. Basicamente, apenas poderá usufruir das vantagens do seguro após um tempo predeterminado, que poderá ir até aos 2 anos. Ou seja, durante este período estará a pagar, mas não gozará das vantagens do serviço que contratou.

Exclusões

Muitos seguros de saúde não cobrem determinados problemas, como é o caso de doenças preexistentes, doenças profissionais, problemas resultantes do abuso de álcool e drogas, lesões desportivas, transplantes e cirurgias estéticas.

Custos

Independentemente de precisar ou não de beneficiar do seguro contratado, terá sempre de pagá-lo, o que, para uma pessoa jovem e saudável poderá, por vezes, significar um encargo extra desnecessário.

Seguro de saúde: Sim ou não?

É impossível determinar com exatidão se a contratação de um determinado seguro de saúde irá ou não compensar. Esta é uma decisão frequentemente tomada de forma instintiva, e tanto poderá dar bons ou maus resultados. O método mais fácil e eficaz de determinar se vale ou não a pena contratar um seguro é através de uma análise cuidada ao seu histórico de saúde. Analise bem a frequência com que recorreu a serviços de saúde nos anos anteriores, e com base nisso tente determinar se um seguro de saúde poderia ou não tê-lo ajudado a poupar dinheiro.

Dicas para poupar no supermercado

Se há gasto que ocupa boa parte do orçamento familiar são as compras no supermercado. Contudo, fazer compras nestes espaços comerciais é cada vez mais um desafio, tal a pressão provocada pelas estratégias dos próprios supermercados e pela publicidade massiva atual. Como tal, para que não gaste mais do que realmente necessita e para que consiga poupar nas idas ao supermercado, é fundamental estar munido de algumas dicas. Saiba mais sobre como poupar no supermercado.

8 Dicas para poupar no supermercados

Dica nº 1 – Defina um valor mensal para gastos no supermercados

Cada família tem um determinado valor disponível mensal. Como tal, as suas compras têm que se adequar a esse valor. Ao definir um montante máximo para gastar no supermercado conseguirá mais facilmente priorizar o que precisa de comprar, facilitando a gestão do orçamento.

Dica nº 2 – Faça uma lista de compras

A melhor maneira de se disciplinar num supermercado é levar já feita uma lista daquilo que precisa. Dessa forma é mais difícil se distrair e ser levado pelas estratégias do supermercado para comprar mais do que aquilo que necessita.

Dica nº 3 – Aprenda a comparar preços

Uma das estratégias mais comuns nos supermercados é colocar produtos com preços mais baixos para atrair compradores. Contudo, muitas vezes esses preços mais baixos correspondem a quantidades menores, e se for comparar o preço por unidade de medida, como por exemplo, o preço por quilograma, muitas vezes irá perceber que apesar de mais barato, estará a comprar por muito mais dinheiro. Se não tem facilidade em fazer cálculos mentais, tenha sempre à mão uma calculadora.

Dica nº 4 – Não vá para o supermercado à pressa

Quando se tem pouco tempo, o que interessa é conseguir colocar tudo o que precisa dentro do carrinho e ir para a caixa. No entanto, se for com um pouco mais de tempo, poderá poupar bastante dinheiro, já que lhe permitirá comparar preços e a própria qualidade do produto.

Dica nº 5 – Não precisa? Não compre.

As promoções são muitas vezes feitas para levar o cliente a comprar algo que não estaria na sua lista. E apesar de até poder ser um bom negócio, se você não tem necessidade desse produto, não o deve comprar, já que estará a gastar mais do que aquilo que tinha definido.

Dica nº 6 – Não tenha medo das marcas brancas

Cada vez mais é possível encontrar as chamadas marcas brancas ou marcas do supermercado nas superfícies comerciais. Contudo, há ainda por parte de algumas pessoas um preconceito sobre estas marcas. Na realidade, muitas delas têm bastante qualidade, tendo no entanto um preço mais baixo. Por isso, dentro das características e qualidade que procura, pode poupar bastante dinheiro ao optar por estas marcas.

Dica nº 7 – Não vá para o supermercado com fome

Se necessita de ir fazer as suas compras mensais e está com fome, lanche primeiro. Ir ao supermercado de barriga vazia geralmente é sinónimo de escolhas menos saudáveis e de maior gasto em compras. Por isso, ao evitar ir ao supermercado com fome irá fazer com que se distraia menos da sua lista de compras.

Vai ser fiador de um crédito habitação? – Tudo o que precisa de saber

Por vezes, para que uma pessoa ou um casal possa fazer um crédito habitação, a entidade bancária exige um fiador. No entanto, ser fiador de um crédito é algo que tem muitas implicações, sendo por isso importante conhecer bem as condições, deveres e direitos enquanto fiador. Conheça de seguida tudo o que precisa de saber se vai ser fiador.

Porque é que os bancos pedem fiadores?

O fiador é alguém que afiance que todas as obrigações serão cumpridas, e caso não o sejam, que as cumpra em seu lugar. Dessa forma o banco pretende reduzir o risco de incumprimento no contrato de crédito ao associar um fiador que assuma a responsabilidade em caso de falha. Por isso, antes de aceitar ser fiador de um amigo ou familiar, pense muito bem as implicações.

Ganha alguma coisa em ser fiador?

Ser fiador implica acima de tudo assumir a responsabilidade no caso de incumprimento do cliente. Como tal, não ganha absolutamente nada além de um dever perante uma entidade bancária. No fundo, a única coisa que recebe é o reconhecimento por parte da pessoa ou pessoas de quem aceitou ser fiador, e caso corra mal, a perda de uma amizade.

Quais os deveres de um fiador?

O principal dever de um fiador, e aquele que é mais conhecido, é o dever de pagar a prestação quando o contrato não é cumprido. Ou seja, se o cliente que contratou o crédito com a entidade bancária, o fiador será contactado para fazer o pagamento em falta. Há ainda outro dever, menos falado, que é o de acompanhar a pessoa que está a afiançar de modo a ajudá-lo a manter a sua saúde financeira.

O que acontece se o fiador não puder pagar?

Caso o fiador tenha de cumprir o seu dever de pagar uma prestação em falta do cliente e não tenha dinheiro para tal ou se recuse, o mais provável é que a ação seguinte seja a de penhorar o seu vencimento, mesmo antes do próprio cliente. Isto acontece na maior parte dos casos pois o fiador não acautela os seus direitos, como o direito a excussão prévia. Poderá saber mais sobre este e outros direitos do fiador já de seguida.

Quais os direitos do fiador?

Apesar dos deveres de um fiador terem uma dimensão consideravelmente maior, há alguns direitos que podem revelar-se bastante importantes. Assim, o fiador tem direito de excussão prévia e o direito de regresso.

O direito de excussão prévia obriga a entidade bancária a penhorar o vencimento do cliente em caso de prestação em falta, antes de pedir o dinheiro ao fiador. O problema é que na maioria dos contratos existe uma cláusula em que o fiador nega esse direito. Por esta e outras razões é essencial ler qualquer contrato antes de assinar. O fiador tem ainda direito de regresso onde pode pedir o dinheiro pago aos credores do cliente. No entanto, este é sempre um processo burocrático muito lento, e geralmente caro.

Como ser um líder – Conheça as 10 características de um líder

Ser um líder não é apenas ser alguém que mande. Por isso é que nem todos os chefes são verdadeiros líderes. Um líder é alguém que lidera um conjunto de pessoas, tornando-as melhores enquanto indivíduos e enquanto grupo de trabalho. E se há pessoas que já nascem com essa capacidade, há outros que têm que desenvolver várias competências de modo a tornarem-se líderes. Conheça de seguida as 10 características que um líder deve ter.

As 10 principais características de um líder

Ser motivador

Qualquer pessoa necessita de motivação para dar o seu melhor. Um chefe procura motivar pressionando e intimidando o trabalhador. Já um líder, um verdadeiro líder, motiva a sua equipa para que ela queira fazer mais e melhor. A melhor forma de motivar é dar o exemplo, mostrar o que eles podem conseguir, valorizar os pontos mais positivos de cada um, partilhando conhecimentos e experiências, etc.

Ser tranquilo

A melhor forma de liderar é pela empatia. Liderar pelo medo ou intimidação nunca dá bom resultado a médio e longo prazo. Mantenha sempre tranquilidade nas relações com o grupo que tem que liderar, mesmo face a situações de maior dificuldade. Só assim conseguirá que ela se mantenha calma e focada nessas situações.

Ser dedicado

Um líder tem que dar um exemplo. Como tal, se pretende um esforço extra dos seus funcionários, tem igualmente que mostrar a mesma dedicação ao trabalho.

Estar disposto a aprender

Parar de aprender é morrer. O mundo está em constante mudança, e como tal, se não acompanhar a evolução, irá estagnar, bem como todo o grupo que lidera. Como tal, para que seja realmente um líder, você tem de saber acompanhar os tempos, necessitando por isso de estar em constante aprendizagem.

Saber delegar tarefas

Saber delegar é uma das competências mais importantes num líder. Delegar mostra que confia na sua equipa, e ao mesmo tempo, permite ao líder dedica o seu tempo a outras tarefas essenciais.

Saber comunicar

Um aspeto muito importante na liderança é a comunicação. Saber dizer o que pretende na altura certa, de modo a fazer passar a mensagem, é essencial para qualquer líder.

Ser metódico

Para se ter sucesso, tanto individual, como numa organização a seu cargo, não basta trabalhar muito. É preciso que esse trabalho seja eficiente. Para isso é essencial que o líder seja metódico no seu trabalho, dando o exemplo para a sua organização, planeando e antecipando possíveis obstáculos e soluções.

Ser proactivo

Um bom líder é optimista e não mostra receio em avançar em situações novas. É proativo, procurando sempre definir o seu rumo, e não agir apenas obrigado pelas circunstâncias.

Responsabiliza-se pelos seus erros

Não há pessoas perfeitas. Como tal, uma das principais características de um líder é mostrar que quando erra também sabe admitir. Só com essa atitude conseguirá evoluir, e ao mesmo tempo, dar o exemplo de responsabilização para o grupo que lidera. E mais que saber admitir, é mostrar que consegue resolver um problema criado. Um líder deve fomentar a procura de soluções e não o foco no erro e no problema.

Ter a confiança da sua equipa

Respeite a sua equipa, saiba delegar tarefas, aja sempre de forma transparente e direta, mostre empenho e dedicação, e a sua equipa irá confiar em si e olhar para si como um líder.